Maringá, 21 de Fevereiro de 2018
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ADEMAR SCHIAVONE
Memórias de um bom sujeito
 

CINQUENTA ANOS

Este é o ultimo domingo de dois mil e oito. Vamos recordar cinqüenta anos atrás.
Em 1958 nascia para o futebol um gênio que conquistaria o mundo. Tornou-se o nome mais conhecido em toda a terra.  Admirado por reis e plebeus. Meninos e velhos.  Foi capaz de parar uma guerra só para que todos pudessem vê-lo jogar.  E, graças à sua genialidade, só com dezessete anos, foi o artífice capaz de fazer o Brasil campeão mundial de futebol pela primeira vez. É o brasileiro mais conhecido e reverenciado até hoje. E o único que conquistou três copas do mundo.
Verdade que o time formado por: Gilmar, Djalma Santos, Belini, Orlando e Nilton Santos, Zito e Didi, Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo, era perfeito.
Naquele tempo jogava na seleção quem atuava no Brasil.
“Estrangeiro” nem convocado era. E tinha muito brasileiro fazendo sucesso na Europa. O mais brilhante deles, Julio Botelho.  

No cinema, Elizabeth Tailor, jovem linda nascia nas telas.  Marilyn Monroe, Grace Kelly, Dorothy Malone, Debbie Reinolds, Tony Curtis, Humphrey Bogart, James Stwart, Robert Tailor, eram os badalados mocinhos e mocinhas dos filmes daquela época.
John Waine e Gary Cooper os imbatíveis do gatilho no oeste. Como matavam peles-vermelhas.   Jonhy Weissmuller, o tarzan que pulava de galho em galho feito um macaco.
Os bang-bangs e os épicos eram os filmes mais badalados. Na verdade filmes inocentes e que contavam historias, às vezes reais e sem o exagero da violência de hoje.
Naquele ano surgiu Brigitte Bardot, nua de frente pela primeira vez, em Desfolhando a Margarida, um clássico do nu artístico do cinema francês. Brigitte tornou-se símbolo de uma época.
Um documentário mostrando os shows noturnos das grandes cidades  – Europa de Noite – foi um filme dos mais comentados e assistidos, pela naturalidade com que mostrava as mulheres nuas fazendo shows.  Era impróprio para menores de dezoito anos.

Em 1958 era inaugurado o Cine Paraná. E Maringá promovia o único Festival do Cinema Nacional da sua história.  Durante dez dias artista de sucesso, como Anselmo Duarte, Grande Otelo, Oscarito, Lima Duarte, Eva Vilma, Odete Lara, Vanja Orico e tantos outros fizeram o espetáculo na cidade.  O Cangaceiro  de Lima Barreto, foi o vencedor. Um épico do cinema nacional com Alberto Ruschel. Pra mim o melhor nacional já produzido.

Play Boy ainda não circulava por aqui.
O que mais se lia eram os famosos gibis:os com os bichos da Disney e os que mostravam as aventuras dos heróis do cinema: Roy Rogers, Texas Rangers, Hopalong Cassidy, Durango Kid, Super Homem, Batman, Shazam. A troca de gibis era uma constante entre os jovens.

Em 1958 Maringá elegia seus dois primeiros deputados estaduais: o professor e advogado Haroldo Leon Peres,  pela UDN e o coletor estadual de rendas, Néo Alves Martins, pela PSD.
Haroldo fez carreira política e tornou-se governador do Paraná, nomeado em 1970. Néo morreu logo no inicio do mandato e virou nome de rua. Rua que se chamava Aquidaban.

A UMES – União Maringaense dos Estudantes Secundários – entidade presidida pelo Carlos Alberto Borges, desde a sua fundação,  inaugurou sua sede própria na Avenida Cerro Azul. Uma beleza com restaurante, sala de reuniões, até pista de dança.
Por estudante secundário se entendia os alunos do ginásio (hoje quarta a oitava série do fundamental) os da Escola Técnica de Comércio e os da Escola Normal Secundária.

A Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, fundadora da cidade, inaugurou, um ano antes,  o moderníssimo Grande Hotel Maringá, o mais luxuoso hotel do Paraná na época.

Cinqüenta anos atrás, a cidade tinha poucas ruas com calçamento. Quando chovia era só lama. Na porta de cada residência, o limpa pé, o chamado chora paulista, onde a gente limpava o barro que grudava nos sapatos e que era difícil de soltar. Para ir aos bailes, íamos calçados com um sapato e outro debaixo do braço e que era usado para adentrar ao salão e dançar.  Na saída usava o sujo de barro de novo.

Na seca, tudo era uma poeira danada.  As donas de casa lavavam a roupa, estendiam no varal pra secar, vinha um vento e toda a roupa voltava pro tanque para ser lavada de novo.
As ruas tinham enormes valetas abertas pelas enxurradas e era difícil entrar em casa quando a terra estava molhada.

Água encanada nenhuma.  A gente obtinha água de poços profundos, retirada com baldes, no braço. E como era difícil e custoso. 

Luz era privilegio de poucos.  A nossa Copel iluminava as ruas quase nada.  O que a gente mais apreciava era a luz da lua, tão linda e brilhante, que até faz parte da canção Paraná do Norte: “..as noites de lua lá de Maringá...”.

A cidade tinha duas emissoras: as rádios Cultura e Jornal. Ambas AM pertencentes à Rede Paranaense de Rádio, empresa liderada por Samuel Silveira e Joaquim Dutra. O rádio era o meio de comunicação mais importante que existia. A gente sabia do que acontecia no mundo pelo Repórter Esso, noticioso da rádio Nacional do Rio de Janeiro.
O auditório da rádio Cultura era ponto de encontro da meninada aos domingos no Clube do Caçula. Das reuniões importantes também.

A imprensa escrita era representada pelo O Jornal de Maringá, de propriedade do Ivens Lagoano Pacheco e A Tribuna de Maringá, de propriedade do Manoel Tavares.

Naquele ano foi inaugurado o Maringá Clube e teve inicio as obras de construção do Country Clube.

O prefeito era Américo Dias Ferraz, eleito em 1956.
Américo inaugurou o bar mais luxuoso do Paraná: o Bar Columbia, um prédio imponente, uma decoração magnífica e com musica ao vivo. Era o ponto top da sociedade.
Os mais simples com movimento extraordinário eram a Sorveteria Oriental e a Padaria e Sorveteria Copacabana.
Ainda em 1958 Américo levou uma enorme surra, de guaiaca, dada pelo Aníbal Goulart Maia e um jagunço de nome Santão, dentro de uma barbearia localizada na Praça da Rodoviária.
Um acontecimento que ficou para a historia.

Morreu naquele ano, de acidente aéreo, Napoleão Moreira da Silva político de expressão e que era vereador. A cidade deu o seu nome à antiga Praça da Rodoviária.

Juscelino Kubstcheck dava uma enorme alavancada na indústria automobilística ao mesmo tempo em que enterrava bilhões na construção de Brasília.  Naquele tempo a inflação era medida pelo volume de dinheiro em circulação.  O governo federal a partir de JK fazia o que queria.  Dinheiro não faltava.  Era só acionar as máquinas da Casa da Moeda. E dê inflação cada vez mais galopante.

Ainda em 1958, Jânio Quadros, governador de São Paulo se elege deputado federal por vários estados, inclusive o Paraná.  Assumiu pelo Mato Grosso seu estado natal e iniciou, com uma vassoura na mão,  sua campanha em busca da presidência, o que consegue com uma votação fantástica em 1960.

No Paraná mandava Moisés Lupion, governador duas vezes. Em 1958 o norte elegeu Abilon de Souza Naves, de Londrina, senador da república. De imediato se iniciou a campanha para o governo.  Souza Naves morreu em 1959. Assumiu Nelson Maculan, seu suplente, também de Londrina e que foi o candidato do PTB.  Ney Braga, prefeito de Curitiba, ganhou a eleição para o governo e iniciou o feudo mais longo na política paranaense.

Surgiu Elvis Presley o rei do rock, o maior fenômeno musical entre os jovens do mundo inteiro.
Roberto Carlos, com irreverência, arrasta multidões para o teatro Record, com o seu Jovem Guarda programa que conquistou o Brasil e o tornou no maior ídolo da música brasileira em todos os tempos.
A gente ouvia no rádio ou nos compactos e LPs,  Nelson Gonçalves, Ângela Maria, Caubi Peixoto, Marlene, Emilinha Borba, Vicente Celestino e outros mais ídolos da época. Claro que, os sertanejos faziam o maior sucesso: Tonico e Tinoco, Belmonte e Amarai, Pedro Bento e Zé da Estrada e tantos outros.
Dançava ao som de Nelson de Tupã, Severino Araújo, Continental de Bauru, Bando da Lua, orquestras que animavam  os bailes e as tardes dançantes no Aero Clube, no salão amarelo do Grande Hotel, no Grêmio dos Comerciários. Naquele ano de 1958 o Maringá Clube iniciou a tradição de fazer o Baile de Aniversário da cidade,  no dia 9 de maio, com traje a rigor.  Uma tradição que durou muitos anos.

Há cinqüenta anos professor era respeitado, figura de destaque na sociedade, ganhava bem e tinha a admiração dos seus alunos. As meninas, principalmente, todas queriam ser professoras. 

Televisão, no interior, não existia.  Telefone só para alguns privilegiados.  Para falar com São Paulo, por exemplo, pedia-se a ligação de manhã para falar tarde da noite. Quando conseguia.
Uma carta demorava semanas para chegar.  Um telegrama dois, três ou mais  dias.

E o namoro? Como era diferente.  O máximo era pegar na mão da namorada.  Ir ao cinema, sentar junto, sempre com a mãe, o pai ou um irmão do lado. Ou ir à missa no domingo. Nas quermesses das paróquias o correio elegante e a oferta de musica no alto falante que sempre existia.  Namoro era coisa séria e diferente. Ou de muita brincadeira nos footing defronte ao cine Maringá e nas festas de igreja.  E o casamento acontecia muito cedo. Ninguém se preocupava com o ter. O importante era ser.

Para os homens o mais divertido além do cinema, era jogar futebol. Ir à zona também. Mulher da vida vivia confinada na Vila Marumbi. E para poder morar lá, tinha carteira de saúde, um atestado de que não tinha doenças e podia transar.  Para fazer suas compras, vinham para a cidade de charrete. Era o transporte típico e próprio das meretrizes.
Os campos de futebol, todos de terra, existiam às dezenas. Só na Praça da Catedral, três. Goleiro jogava de joelheira, cotoveleira, calção almofadado, camisa de manga comprida.  Se atirar ao chão para apanhar uma bola era machucadura na certa.  A gente vivia arranhada.
Ir a missa aos domingos era coisa obrigatória e fazia parte da vida de todos: adultos e crianças.

A Diocese de Maringá foi instalada há cinqüenta e um anos. O nosso primeiro bispo, um jovem, Dom Jaime Luiz Coelho,  que era ousado, falava bem e queria fazer a cidade crescer.  Ordenou o primeiro padre na diocese – Benedito Vieira Telles – e o colocou como vigário da Catedral, que era de madeira e acanhada.
A primeira nave espacial foi ao espaço: o Sputinik da União Soviética. Um sucesso. E mais: serviu de modelo pela sua forma para que o nosso Bispo encomendasse o projeto do que seria a Catedral Basílica de N.S. da Glória um dos maiores símbolos do país e o local mais visitado da cidade.
A pedra fundamental da Catedral foi enterrada em 1958.

Como não tinha asfalto, a viagem de Maringá a Curitiba, com tempo bom, se demorava mais de doze horas. Com chuva vinte e quatro quando não encalhava nos atoleiros. A estrada passava pelo norte velho, via São Jerônimo da Serra e Ponta Grossa.  Era longe mesmo.
Duas companhias faziam vôos diários para Curitiba e São Paulo: a Real e a Vasp. Os aviões, antigos combatentes da segunda guerra, voavam sempre lotados.

O primeiro acidente aéreo aconteceu há cinqüenta anos.  Na festa do aniversário da cidade, para comemorar a construção da Praça Raposo Tavares, com chafariz e tudo, o prefeito trouxe a esquadrilha da fumaça.
No dia 9 de maio um dos aviões baixou demais e bateu num mastro de bandeira que seria inaugurado na praça e foi cair junto a uma caixa de água que servia  os trens próximo da estação. Uma tragédia que estragou a festa.

Os trens  puxados por locomotivas movidas a vapor, usavam lenha como combustível. Nunca atrasavam.  Estavam sempre lotados e no horário.

A cidade era pequena. Todos se conheciam. A vida alegre. A convivência sadia.  As portas das casas ficavam abertas. A gente saia à noite sem medo de nada.   Os assaltos e roubos, muito raros.  Criança brincava na rua sem hora pra chegar.  Bebia água de poço comum. Nas festas, tomava sodinha e comia pão com mortadela.  Que delicia!
A bebida dos mais velhos, era a cuba-libre, uma mistura de coca-cola com rum, o gim-tõnica, mistura de gim com água tônica ou o hi-fi, mistura de crush com rum.  Os mais audaciosos tomavam rabo-de-galo: cachaça com cinzano.

Criança a partir dos dez anos de idade já trabalhava para ajudar a família.  Era ótimo poder colaborar com o orçamento domestico. Não tinha ninguém para defender direitos de criança.  Mas tinha muita gente para ensinar responsabilidade e deveres. Aprendia-se cedo a ser gente.
Em casa todos obedeciam aos pais.  Nem precisava falar.  Era só um olhar e todos sabiam o que podia ou não fazer.

A cidade tinha poucos policiais e um único veículo: um jipe com o numero 28 pintado de preto e branco.  E era o suficiente para manter a ordem.
Crimes, só de morte, sempre em defesa da honra ou por acidente.

Enfim, nesses cinqüenta anos muita coisa mudou. A cidade cresceu muito e os problemas se avolumaram assustadoramente.  Tornou-se uma metrópole. É um centro educacional dos mais importantes do país. Um centro médico de fazer inveja aos melhores do mundo.
É uma cidade linda.
Aqui dá gosto viver.
Eu amo Maringá!

FELIZ ANO NOVO A TODOS.

 
  
Os artigos, conceitos e opiniões pessoais são de inteira responsabilidade do autor.
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