Maringá, 26 de Setembro de 2018
GLOBAL BENEFÍCIOS Black Bull Steak House
 
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EM DEFESA DO CONSUMIDOR
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Cliente das Lojas Marisa indenizada por acusação de furto 
A 9ª Câmara Cível do TJRS condenou por dano moral Marisa Lojas Varejistas Ltda. em razão da acusação não comprovada de furto de mercadoria por parte de uma cliente. Conforme o julgado, "houve abuso de direito e constrangimento, o que gerou direito à reparação", fixada em R$ 8 mil. O acórdão reformou integralmente a sentença proferida em 1ª instância na 2ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre.

A autora ingressou com ação de indenização depois de ter sido acusada pelos prepostos da ré de furtar uma peça de roupa da loja. O fato ocorreu em julho de 2007, quando a autora foi ao estabelecimento para pagar prestações de crediário. Na ocasião, circulou pela loja, comprou uma meia, e experimentou um casaco bege, que devolveu por não ter gostado da peça no corpo. Ao deixar a loja, foi abordada por uma funcionária, que solicitou que ela a acompanhasse até o provador. Lá chegando, foi acusada de ter furtado um casaco sob a alegação de que estava na sua bolsa. Afirmou ter ficado em estado de choque, uma vez que havia efetivamente um casaco na sua bolsa, mas o mesmo havia sido comprado anteriormente.

Um segurança da loja entrou em ação e fez graves acusações e ameaças contra a autora, chamando-a de "ladra" e avisando que ela sairia do local algemada. Afirmou ter sido brutalmente impedida de sair da loja e de se comunicar com qualquer pessoa até a chegada da Brigada Militar. Após passar por uma revista policial, na qual nada que a incriminasse foi localizado, ouviu a PM alertar o segurança de que sua conduta era de risco porque não havia nada que incriminasse a cliente. Mesmo assim, foi mantida no local até ser conduzida à Delegacia de Polícia, onde permaneceu por aproximadamente três horas, sentada com outros detidos, em situação humilhante e de constante apavoramento. Por volta das 20 horas, sem ter sido ouvida e sem qualquer explicação ou lavratura de ocorrência, foi dispensada.

Marisa Lojas Varejistas contestou sustentando ser inverídica a narrativa apresentada pela autora uma vez que ela efetivamente praticou o delito de furto e foi detida em flagrante. Afirmou que os atendentes da loja têm conhecimento de que a autora frequenta o estabelecimento e costuma trocar as etiquetas das mercadorias para passar no caixa com produtos de menor preço. Afirmou que na data do fato a autora se dirigiu até o estabelecimento, onde circulou e selecionou mercadoria para ir ao provador, entregando ao sair uma peça diversa à comercializada pela ré. Aduziu que a autora igualmente faltou com a verdade ao alegar que o casaco que estava em sua bolsa era seu. Acrescentou que a autora ofendeu o segurança da loja, o que ensejou registro de ocorrência pelo mesmo. Postulou a improcedência da ação.

Em primeiro grau, a juíza Fabiana Zaffari Lacerda, da 2ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre, julgou improcedente o pedido da autora e condenou-a ao pagamento de multa pela litigância de má-fé. Inconformada, ela recorreu ao Tribunal.  Segundo o relator do recurso, desembargador Tasso Caubi Soares Delabary, tratando-se de relação de consumo, regida pelo Código de Defesa do Consumidor, aplica-se a inversão do ônus da prova e, no caso concreto, não há elementos para confirmar a acusação de furto. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor (www . emdefesadoconsumidor . com . br) concorda com o magistrado: "os seguranças dos estabelecimentos comerciais devem operar com cautela redobrada quando fazem abordagens à pessoa sobre quem recaia mera suspeita, não confirmada posteriormente". No entendimento dele, "sem qualquer elemento de prova material a respeito de eventual conduta ilícita da autora, os testemunhos dos prepostos da empresa ré não são o bastante para comprovar a necessidade de uma abordagem que expõe de maneira pública a cliente". 

Condenado lutador em R$ 104 mil por agressão em boate
O Tribunal de Justiça do Rio condenou o lutador de jiu-jitsu Luiz Guilherme Lobão a indenizar por danos morais e materiais em R$ 104 mil um homem surrado na área vip de uma casa noturna por falar com a namorada do atleta em 2001. Na decisão, o juiz Magno Alves de Assunção, da 28ª Vara Cível, condenou ainda o proprietário da casa, Ricardo Amaral, e a empresa dele, Sport e Lazer IV Centenário. Ricardo Negreiros foi surrado na Studio 54, localizada na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Na madrugada de 2 de dezembro de 2001, Ricardo Negreiros, então com 17 anos, começou a conversar com uma mulher, namorada do lutador. Luiz Guilherme, na época 18 anos, que estava próximo e presenciou a cena, desferiu dois socos na vítima. Um deles acertou a boca e outro o rosto, deixando a vítima sem um dente.

O juiz Magno Alves afirmou que não se justifica o excesso do jovem. "Praticar justiça com as próprias mãos se constitui em crime". O magistrado disse ainda que o ministro Luiz Fux e o deputado federal eleito Sergio Zveiter (PDT-RJ), citados pela defesa de Luiz Guilherme como praticantes do jiu-jitsu, são figuras públicas que devem servir de exemplo ao réu como pessoas que não utilizam as técnicas de luta para causar lesão a terceiros. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor (www . emdefesadoconsumidor . com . br) concorda com o magistrado, que também condenou o empresário da casa porque "descumpriram texto expresso de lei que proíbe a permissão e impõe a fiscalização para se evitar que adentrem ao interior de casas noturnas menor de idade". A Sport e Lazer IV Centenário foi incluída como ré, e também condenada, para que Ricardo Amaral possa honrar o pagamento da indenização.

Banco paga indenização por danos morais à aposentada
A Justiça condenou o Banco Daycoval S/A a pagar indenização de R$ 9 mil à I.M.N.S., que teve os benefícios previdenciários descontados indevidamente pela instituição financeira. A decisão, proferida pelo titular da Comarca de Ubajara, juiz Elison Pacheco Oliveira Teixeira, foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico. Conforme os autos, o banco vinha descontando da aposentadoria de I.M.N.S. a quantia de R$ 221,09.

Ela alegou nunca ter firmado empréstimo com a referida instituição, razão pela qual procurou o banco para resolver o problema, mas sem obter sucesso. Em razão disso, a aposentada ingressou, no ano de 2009, com ação de reparação de danos junto ao Juízo da Comarca de Ubajara. I.M.N.S. exigiu o pagamento de R$ 18 mil, a título de reparação moral, e o dobro dos valores retirados de sua conta.

Em contestação, a instituição bancária sustentou que a cobrança era devida, pois havia sido firmado entre as partes contrato de empréstimo consignado. Ao analisar o caso, o magistrado afirmou caber ao banco provar a existência do empréstimo, anexando aos autos o contrato contendo a assinatura de I.M.N.S., o que não foi feito. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor (www . emdefesadoconsumidor . com . br) concorda com o magistrado: "o simples desconto nos benefícios previdenciários já geraria dano moral indenizável. Com esse entendimento, Elison Pacheco Oliveira Teixeira julgou parcialmente procedente o pedido da aposentada e condenou o banco a pagar R$ 9 mil de indenização a título de danos morais. O magistrado ordenou ainda o pagamento em dobro dos valores indevidamente subtraídos da conta de I.M.N.S..

Loja indeniza consumidora por móvel defeituoso
A juíza da 3ª Vara Cível de Taguatinga condenou as Casas Bahia a pagar R$ 5 mil a título de indenização por dano moral e a restituir R$ 999 a uma consumidora que adquiriu um armário com defeito. Ainda cabe recurso da decisão. A autora alegou que, após a montagem do móvel, foi surpreendida com a sua quebra. Narrou que, por inúmeras vezes, entrou em contato com a loja para buscar uma solução para o problema, mas não obteve êxito. A loja sustentou que a culpa por não ter resolvido o problema foi da própria consumidora, que se recusou a abrir uma ordem de serviço e não atendeu aos contatos telefônicos.

De acordo com a sentença, restou incontroverso que o defeito tornou o bem imprestável ao uso e não ficou comprovado que a autora teria dado causa à falta de providências. A juíza salientou que, segundo o Código de Defesa do Consumidor, a loja tem o prazo de 30 dias para sanar o defeito do produto e que, ao não trocar o móvel no prazo, a ré não cumpriu integralmente sua parte do negócio. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor (www . emdefesadoconsumidor . com . br) concorda: "ficou demonstrado que a culpa pelo inadimplemento contratual, por período superior a 2 anos, deve ser imputada à loja. E que isso configura ato ilícito capaz de ensejar indenização por danos morais."

Fiat pagará pensão vitalícia por quebra de roda de veículo
A FIAT AUTOMÓVEIS S/A foi condenada a indenizar proprietário de Fiat Uno que capotou o carro em decorrência de um defeito na roda. A 9ª Câmara Cível do TJRS confirmou decisão que condenou a montadora a indenizar por danos materiais, morais, estéticos e lucros cessantes, além de pensionamento mensal ao autor da ação. O motorista sustentou que dirigia seu carro Uno 1.5R, por volta das 11 horas na BR 116, em São Leopoldo, quando ocorreu a quebra da sua roda dianteira esquerda e o carro capotou. Teve fratura exposta no braço esquerdo (que resultou no encurtamento de 3 cm dp braço e limitação dos movimentos) e permaneceu internado diversos meses no hospital. 

Na sentença proferida em primeira instância pela Juíza Marcia Regina Frigeri, da Comarca de Portão, a FIAT foi condenada a arcar com os valores de Cr$ 1.646.364,62 por danos materiais (despesas médicas e hospitalares), R$ 3 mil devido a danos morais, R$ 20 mil referentes a dano estético, mais 3 meses do seu salário em decorrência dos lucros cessantes e pensão mensal vitalícia de 35% em relação ao salário do autor, na época do acidente.
 
Unimed punida por descumprimento de contrato
A recusa injustificada em autorizar a internação em UTI gera direito a indenização por dano moral. Com esse entendimento, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou à Unimed o pagamento de R$ 15 mil, a título de danos morais, a Luiz Fernando Arantes e sua esposa. A cooperativa médica recusou-se a arcar com as despesas resultantes da internação da esposa de Luiz Fernando no CTI do Hospital Santa Rita, no Espírito Santo. 

A Unimed argumentou que o plano não assegurava o direito reclamado pelo casal, sendo comunicado a Luiz Fernando que este deveria transferir sua esposa a um hospital da rede pública de saúde. Segundo o marido, a recusa decorreu do fato de sua esposa ter-se submetido, 48 horas antes do mal-estar, a uma cirurgia estética que não estaria coberta pelo contrato. 

Como se recusou a fazer a transferência de hospital, Luiz Fernando arcou com todas as despesas resultantes da internação e ajuizou uma ação de indenização contra a Unimed. Ele alegou que a recusa foi injusta, uma vez que o mal sofrido por sua esposa não teve relação de causa e efeito com a cirurgia. O juízo de primeiro grau julgou procedente a ação e condenou a Unimed ao pagamento de R$ 17 mil, por danos materiais, e R$ 10 mil, por danos morais. O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), ao julgar a apelação, afastou a indenização pelo dano moral. 

Empresa responsabilizada por morte de passageiros em ônibus
A Viplan - Viação Planalto Ltda - foi condenada a indenizar a família de dois passageiros mortos em um acidente com outro ônibus, da empresa Novo Horizonte. A decisão é da juíza da 6ª Vara Cível de Brasília e cabe recurso. A primeira autora afirmou que o companheiro e o irmão dela estavam num ônibus da Viplan que se acidentou, causando a morte dos dois. Um outro ônibus da empresa Novo Horizonte teria batido na traseira do primeiro, enquanto este estava parado. Os autores pediram indenização por danos morais de 200 salários mínimos, o ressarcimento das despesas com o funeral e o recebimento de pensão. 

A Viplan contestou, sob o argumento de que as vítimas não estavam no ônibus da empresa e que a morte delas se deu por culpa do ônibus da empresa Novo Horizonte, que teria provocado o acidente. A ré afirmou ainda que a autora seria parte ilegítima, pois na certidão de óbito consta que a vítima era solteira. De acordo com o processo, os peritos concluíram que a causa determinante do acidente foi a falta de reação do condutor do ônibus da Novo Horizonte em relação ao ônibus da Viplan. E testemunhas confirmaram que as vítimas eram passageiros da Viplan, no dia do acidente, e que morreram devido ao fato.

Na sentença, a juíza explicou que a ré responde de forma objetiva pelos danos que causou ao executar o serviço, a menos que esteja demonstrado um caso fortuito ou de força maior, ou culpa exclusiva da vítima. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor (www . emdefesadoconsumidor . com . br) concorda com a magistrada: "o fato de terceiro não se equipara ao fortuito quando relacionado com os riscos da atividade da empresa privada prestadora de serviço público, conforme reiterados julgamentos do Superior Tribunal de Justiça", explicou. A juíza verificou a comprovação de que a autora era companheira de uma das vítimas, já que o casal tem uma filha regularmente registrada em nome de ambos e depoimentos de testemunhas confirmaram a união estável dos dois. "Dessa forma, resta caracterizado o dever de indenizar", disse Átila Nunes.
 
Com relação às despesas com o funeral das vítimas, a magistrada constatou que a autora não provou os gastos realizados. Contudo, segundo a juíza, a jurisprudência afirma que isso não é obstáculo para a condenação, desde que seja fixado um valor compatível. A magistrada fixou o ressarcimento pelo funeral em R$ 2 mil. A juíza condenou a Viplan a pagar 2/3 do salário mínimo, a título de pensão pelos danos materiais desde a data do falecimento do pai e companheiro das autoras até as datas em que a vítima completaria 65 anos e que a filha chegue aos 25 anos. A magistrada fixou a indenização por danos morais em R$ 60 mil a ser paga em valores iguais e individuais à irmã e à sobrinha da primeira vítima e R$ 60 mil a serem pagos em valores iguais e separados à companheira, à filha e ao pai da segunda vítima.

Consumidores entram no ar sem censura e são atendidos
Os consumidores de todo o país podem reclamar, protestar e denunciar livremente, entrando ao vivo no Programa Reclamar Adianta na Rádio Bandeirantes AM 1360 (RJ) de segunda à sexta-feira, das 10h ao meio dia, podendo ser acessado pela internet: www . reclamaradianta . com . br. O programa tem apoio da equipe do serviço Em Defesa do Consumidor, o maior serviço de interesse público gratuito e personalizado do país, voltado à defesa do consumidor (www . emdefesadoconsumidor ."com . br). Acesse o site e peça orientação. O atendimento é 100% gratuito e personalizado.

 
  
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