Maringá, 12 de Julho de 2020
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EM DEFESA DO CONSUMIDOR
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Banco condenado pela cobrança indevida de seguros
A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor do RS obteve sentença acolhendo parcialmente o pedido deduzido em ação coletiva de consumo contra o Banco Carrefour para que o réu indenize os consumidores lesados pela adesão não voluntária a serviços de seguro do cartão Carrefour "Seguro conta paga e seguro conta paga família". A sentença determinou restituição em dobro dos valores cobrados a título dessas cobranças.
 
Na mesma decisão ficou determinada o obrigação de o réu não mais fornecer produtos ou serviços sem solicitação, bem como a fornecer os serviços em documentos separados da adesão ao cartão. O Banco Carrefour também foi condenado a pagar indenização pela lesão aos direitos e interesses difusos no montante de R$ 1 milhão.

Empresa de ônibus indeniza mulher obesa por vexame
Passageira que, mesmo sem condições de passar pela roleta foi impedida de descer pela porta da frente de ônibus, sendo motivo de chacota por parte de pessoas que presenciaram a situação, será indenizada pela empresa Viação Sinoscap. A decisão é da 3ª Turma Recursal Cível dos Juizados Especiais, confirmando condenação do JEC de São Leopoldo. 

A autora da ação afirmou que, em razão do seu peso, tem dificuldades de passar pela roleta, sendo de praxe pagar a passagem e descer pela porta da frente, destinada ao embarque. Narrou que, no dia 24/10/2009, no momento do desembarque o motorista manteve a porta fechada e disse para a autora descer pela parte de trás. Ela teria argumentado não ser possível passar pela roleta, mas o funcionário insistiu. Sustentou que pessoas dentro do coletivo começaram a rir e gritar para que ela fechasse a boca para passar pela roleta, a deixando em estado de choque. Relatou que após cinco minutos de discussão finalmente pode descer pela porta frontal.

Em defesa, a empresa ré alegou que, depois de explicado o motivo, foi permitido à passageira o desembarque pela frente, negando a ocorrência de ofensas. Conforme sentença do Juizado Especial Cível de São Leopoldo, as afirmações da autora foram comprovadas por meio de testemunha que aguardava para subir no coletivo. Segundo o depoimento, o motorista disse que apenas idosos desciam pela porta da frente, a passageira ficou pasma, tentou argumentar e chorou muito, até que a porta fosse aberta para ela descer. Narrou ainda que uma pessoa que estava ao lado do motorista e aparentava também ser funcionário da empresa, dava gargalhadas durante o ocorrido e teria dito que a autora comesse menos para poder passar pela roleta. A testemunha teria acudido a senhora após o desembarque, tendo o ônibus arrancado em seguida. Nesse momento, afirmou, um passageiro colocou a cabeça pra fora da janela e gritou come menos ou feche a boca, gorda.

Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br concorda: "a situação foi considerada pela Justiça abalo moral, pois a autora foi humilhada não apenas pelo funcionário da empresa, mas também por outras pessoas que estavam no coletivo". A Sinoscap foi condeanda ao pagamento de indenização no valor de R$ 3 mil.

Oi/Telemar paga R$ 7 mil por cobrança indevida
A juíza Ana Cristina Pontes Lima Esmeraldo, auxiliar da 2ª Vara Cível do Fórum Clóvis Beviláqua, condenou a Telemar Norte Leste S/A a pagar indenização de R$ 7.650,00 para C.A.Q., que teve o nome incluído indevidamente em cadastros de devedores. A sentença foi publicada nessa segunda-feira (21/02), no Diário da Justiça Eletrônico.
 
De acordo com o processo (nº 71234-27.2005.8.06.0001/0), ao tentar efetuar compra em uma loja de Fortaleza, C.A.Q. foi surpreendida com a informação de que o nome dela constava no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e no Serasa, em razão de suposto débito com a Telemar no valor de R$ 12.404,54. A dívida seria de ligações feitas para outros Estados. A requerente, porém, disse não ter solicitado a instalação de nenhuma linha telefônica. Na tentativa de resolver o problema, C.A.Q. pediu os documentos que originaram a dívida, mas a Telemar não os forneceu.
 
A requerente ingressou com ação na Justiça, em 2005, pedindo indenização por danos morais no valor de R$ 25.328,34. Em contestação, a empresa argumentou que “o débito lançado foi legítimo e que a autora era a titular da linha telefônica”. Na sentença, a juíza ressaltou que a Telemar não comprovou ter firmado contrato com a requerente. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br concorda: "o caso é um típico exemplo de dano moral puro, o qual se exaure na própria atitude abusiva e ilegal da empresa, prescindindo qualquer comprovação”, declarou.

Erro médico grave gera indenização
A 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais decidiu que W. deve receber uma indenização por danos morais no valor de R$ 54 mil reais, e mais uma pensão mensal até completar 70 anos, em decorrência de uma lesão que sofreu ao ser submetido a uma cirurgia. 

W. conta que, em maio de 2003, passou por uma cirurgia para retirada de um cisto na perna e que após a cirurgia constatou-se que “foi feita uma secção do nervo fibular de sua perna direita, sem sinais de regeneração”. Ele afirma que, aos nove anos, perdeu “total e definitivamente o controle do pé direito, estando em permanente dificuldade de locomoção motora”. 

O médico cirurgião S.L.C. afirma que o menino sentia fortes dores antes da realização da cirurgia e que “a lesão ocorreu no ato cirúrgico, a qual foi referida no prontuário e nas consultas seguintes, logo após a cirurgia. Obviamente foi um acidente decorrido da dificuldade encontrada durante a realização do ato cirúrgico, visto que o nervo estava sendo comprimido pelo tumor/cisto, o que possivelmente era a causa da dor sentida por W. A lesão também não foi total e sim parcial, como referida no relatório”.

O Hospital Infantil Santa Terezinha Ltda. alega que a ele “não pode ser creditada responsabilidade solidária pelo eventual insucesso de determinado tratamento levado a efeito por profissional autônomo, com o qual não mantém vínculo empregatício”. E, afirma que “não teria responsabilidade sobre os atos médicos porque a relação que se estabelece entre o hospital e os médicos que nele atuam é de colaboração e não de subordinação”. 

O relator do recurso, desembargador Arnaldo Maciel, entendeu que W. “não conseguiu demonstrar que o dano foi causado por erro no procedimento cirúrgico, por imprudência, negligência ou imperícia do médico durante a realização do procedimento”. Mas, o revisor do recurso, desembargador Guilherme Luciano Baeta Nunes, concluiu que “o rompimento poderia ter sido evitado se o cirurgião houvesse agido com mais zelo ou mais habilidade na extirpação do cisto, evitando lesionar o nervo periférico”. 

O desembargador Guilherme Luciano Baeta Nunes determinou a indenização, por danos morais, no valor de R$ 54 mil e uma pensão mensal estipulada em 2/3 do salário mínimo, ambos os pagamentos na proporção de metade para o hospital e metade para o médico. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br concorda: "comprovada a imperícia do médico que, durante uma operação de retirada de cisto, lesou, de forma grave, o nervo da perna direita do paciente, causando-lhe a perda do controle do pé, há que se julgar procedente o pedido de reparação por danos morais”. 

Acidente: mais uma empresa de ônibus condenada
A 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) condenou a Rápido Morada Nova Transporte e Turismo Ltda. a pagar indenização de R$ 40 mil à M.A.M.C., viúva de F.M.C., morto em acidente de trânsito. A empresa também deverá pagar um salário mínimo mensal até a data em que a vítima completaria 65 anos. 

O acidente ocorreu em 12 de março de 2006, no Município de Chorozinho, distante 64 Km de Fortaleza. Conforme os autos, F.M.C. foi atingido por um ônibus da Rápido Morada Nova, vindo a falecer. A viúva ingressou na Justiça requerendo indenização por danos morais e materiais. Ela alegou que a culpa pelo ocorrido foi do motorista, que empreendia velocidade acima do permitido para a via. O Juízo da Comarca de Chorozinho condenou a empresa a pagar R$ 40 mil por danos morais e 2/3 de dois salários mínimos, a título de reparação material. Inconformada, a Rápido Morada Nova ingressou com apelação (nº 382-34.2006.8.06.0068/1) junto ao TJCE buscando a reforma da decisão.

Segundo a empresa, o acidente foi causado por manobra praticada por outro veículo. Sustentou ainda que o motorista do coletivo trafegava em velocidade permitida. Ao julgar o caso, a 6ª Câmara Cível reformou, parcialmente, a sentença, reduzindo para um salário mínimo a pensão mensal. A indenização por danos morais, no entanto, foi mantida. De acordo com a desembargadora Sérgia Maria Mendonça Miranda, relatora do processo, não ficou comprovado que a interferência de outro veículo tenha sido a causa determinante do acidente. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br concorda: " a análise dos autos demonstra, no entanto, que o motorista do coletivo não se cercou das cautelas exigidas pela atividade desempenhada”, afirmou.

Plano de Saúde obrigado a pagar por cirurgia para obesidade
A Sul América Aetna Seguro Saúde S/A foi condenada a internar uma paciente que precisava ser operada e tratada de obesidade mórbida. A decisão é da juíza da 6ª Vara Cível de Brasília e cabe recurso.

A autora afirmou que é beneficiária do plano de saúde desde novembro de 2009. Ela explicou que sofre de obesidade mórbida de grau três e que a doença se agravou, mesmo após ter se submetido a vários tratamentos. A paciente alegou estar com lesões nos joelhos e pés, falta de ar quando faz esforço, dor na lombar, ansiedade e resistência à insulina. 

Ela afirmou preencher todos os critérios de indicação cirúrgica bariátrica, já que seu índice de massa corporal é maior que 41,9 kg/m². Segundo a autora, todos os médicos que a acompanharam durante seu longo tratamento indicaram a cirurgia. A seguradora, no entanto, recusou-se a autorizar o procedimento, sob o argumento de que a autora não comprovou o atendimento a diretrizes da Agência Nacional de Saúde (ANS). 

O pedido de julgamento antecipado foi deferido e a ré foi condenada a autorizar a internação e operação da autora. Em contestação, a seguradora alegou que a paciente não se encaixa nas diretrizes de cobertura estabelecidas pela ANS. A ré acrescentou ainda que a cirurgia não é indicada em razão da não estabilidade de peso. Pediu a revogação da tutela antecipada e que o pedido da autora fosse julgado improcedente, com a devolução dos valores gastos na cirurgia.

Na sentença, a juíza não acolheu o argumento da ré de que a autora não atende às exigências da ANS, já que desconsiderou o fato de a autora possuir obesidade desde a infância. Além disso, a magistrada afirmou que não cabe ao plano de saúde julgar qual o melhor tratamento para a paciente, pois isso é da responsabilidade do médico. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br concorda: "a operadora incumbe, tão-somente, avaliar aspectos formais a fim de evitar a ocorrência de supostas fraudes, e não adentrar no mérito do tratamento médico recomendado", explicou. A juíza julgou procedente o pedido da autora, reconhecendo a obrigação da ré de ter autorizado a internação e a realização da cirurgia. A seguradora também foi condenada a pagar as custas processuais e os honorários advocatícios, fixados em R$ 3 mil. 

Justiça obriga Unimed a indenizar cliente por negar exame
A Unimed Cooperativa de Trabalho Médico Ltda. foi condenada a pagar indenização de R$ 5 mil ao aposentado J.C.C., que teve exame negado pelo plano de saúde. A decisão, da 6ª Turma Recursal do Fórum Professor Dolor Barreira, foi proferida na última quarta-feira (16/02) e teve como relatora a juíza Sílvia Soares de Sá Nóbrega. 

Conforme os autos, o aposentado sofria de problemas cardíacos e procurou atendimento em hospital particular conveniado à Unimed. Em agosto de 2008, durante exame de cateterismo, o médico percebeu a necessidade de realizar um ultrassom intracoronário com o objetivo de avaliar as lesões no coração do paciente. A solicitação, no entanto, foi negada pela cooperativa médica. Por conta disso, a família de J.C.C. foi obrigada a emitir cheque no valor de R$ 7 mil para garantir a realização do procedimento. Apesar de a ordem de pagamento não ter sido descontada, o aposentado passou a receber cobranças do hospital. 

O paciente ingressou com ação no 12º Juizado Especial Cível e Criminal (JECC) da Comarca de Fortaleza, solicitando que a Unimed efetuasse o pagamento ao hospital. Requereu ainda indenização por danos morais, cujo montante ficaria a cargo do juiz. Em contestação, o plano de saúde afirmou que o motivo da negativa foi baseado em cláusula contratual, que limita a quatro o número de ultrassonografias no período de um ano. 

O Juízo do 12º JECC julgou a ação procedente, condenando a Unimed a pagar o exame e indenizar o aposentado em R$ 7 mil. Inconformada, a empresa ingressou com recurso (nº 032.2008.914.421-9) junto às Turmas Recursais, requerendo a reforma da sentença. Ao analisar o caso, a juíza Sílvia Soares de Sá Nóbrega acatou, parcialmente, o pedido da Unimed e reduziu o valor indenizatório para R$ 5 mil. A magistrada, porém, manteve a obrigação do pagamento do exame. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br concorda: " os argumentos da restrição da quantidade em certo lapso temporal não podem afastar a responsabilidade pelo atendimento do enfermo em delicado quadro de saúde e situação emergencial” disse.

Consumidores entram no ar sem censura e são atendidos
Os consumidores de todo o país podem reclamar, protestar e denunciar livremente, entrando ao vivo no Programa Reclamar Adianta na Rádio Bandeirantes AM 1360 (RJ) de segunda à sexta-feira, das 10h ao meio dia, podendo ser acessado pela internet: www . reclamaradianta .com. br. O programa tem apoio da equipe do serviço Em Defesa do Consumidor, o maior serviço de interesse público gratuito e personalizado do país, voltado à defesa do consumidor (www . emdefesadoconsumidor .com. br). Acesse o site e peça orientação. O atendimento é 100% gratuito e personalizado.

 
  
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