Maringá, 15 de Julho de 2020
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EM DEFESA DO CONSUMIDOR
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Avon paga R$ 15 mil a cliente negativação indevida
A 3ª Câmara de Direito Civil do TJ reformou parcialmente sentença da comarca de Trombudo Central, e condenou Avon Cosméticos Ltda. ao pagamento de indenização por danos morais no montante de R$ 15 mil, em benefício de Ionara Catafesta da Silva. A autora teve seu nome inscrito nos órgãos de proteção ao crédito pela empresa, mas o débito é referente a uma compra realizada em Salvador-BA, lugar onde, alega, nunca esteve.

Avon, por sua vez, sustentou que agiu em exercício regular de direito, além do que a cliente não comprovou os danos morais sofridos. “O dano moral independe de provas, pois o lesado não pode ver seu nome tido por mau pagador ou caloteiro, quando nem sequer comercializou com aquele que indevidamente inscreveu seu nome em cadastro negativo de proteção ao crédito”, ressaltou o relator da matéria, desembargador substituto Saul Steil. O magistrado concluiu que a empresa não anexou aos autos nenhum documento que comprove o débito por parte de Ionara. Em 1º grau, o valor da indenização fora arbitrado em R$ 20 mil. A votação foi unânime.

Cadeirante que não pode assistir filme é indenizado por cinema
A 3ª Turma Recursal Cível da Justiça Especial gaúcha condenou, o GNC Cinemas a indenizar em R$ 6 mil um casal que tentou assistir o filme Ilha do Medo em sala do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre. O local não possuía em março de 2010, acessibilidade adequada para cadeirantes entrarem na sala de cinema. 

Os autores ajuizaram ação na Justiça Especial, requerendo indenização por dano moral por serem impedidos de assistir ao filme, pois ele é portador de deficiência física que o obriga a utilizar cadeira de rodas. Na sala em que estava sendo exibida a película não há forma de acesso possível ao cadeirante. O casal reside próximo ao Shopping.  Informaram que uma das soluções propostas pelo gerente foi oferecer ingressos do mesmo filme no Shopping Iguatemi, sem, contudo, disponibilizar um meio de deslocamento entre os locais. 

Relatou o Juiz de Direito Carlos Eduardo Richinitti, Presidente do colegiado, que a Lei Federal nº 10.098/00 prevê que a construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo deverão ser executados de modo que sejam ou se tornem acessíveis às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Lembra ainda o julgador que a Lei nº 10.379/08, do Município de Porto Alegre, torna obrigatório espaço para cadeira de rodas e de assentos reservados para pessoas portadoras de necessidades especiais em salas de exibição de cinema.

Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br concorda: "o objetivo das normas protetivas nada mais é do que a superação de desvantagens impostas pelo meio, decorrentes de limitações de ordem pessoal, pretendendo a inclusão efetiva do cidadão na vivência em sociedade, primando pelo absoluto respeito aos princípios da igualdade e de guarda dos valores protetores da dignidade da pessoa humana"- disse. 

Registrou ainda que o Cinema GNC instalado no shopping Praia de Belas não possui qualquer meio de acessibilidade que permita ao cadeirante entrar na sala dos filmes de maneira  adequada e minimamente cômoda. Afirmou ainda que quando o agir do estabelecimento, por omissão, acaba por lesar direito dos quais os autores são titulares, nasce o dever de indenizar. Legislação regulamentando a questão existe há vários anos, antes dos fatos discutidos no processo, e optou a demandada por desconsiderá-la, só agora referindo a realização de reformas que eventualmente venham a atender as exigências, salientou. A omissão que ora se discute, então, na não-adequação a preceitos do poder público, refletem diretamente em lesão à dignidade da pessoa portadora de deficiência física e mácula ao princípio constitucional da igualdade, privando o indivíduo do acesso ao lazer, à dignidade e à convivência comunitária junto dos seus.

Átila Nunes neto faz das suas as palavras do magistrado: "que sentimento nutre o portador de alguma deficiência, e ainda a sua companheira, em entrar em um local de divertimento por acesso diferente das demais pessoas e necessitando de auxílio, quando a simples instalação física de uma rampa interna ou elevador resolveria o problema?".

Itaú indeniza agricultor por inscrição indevida no SPC
A juíza Maria Lúcia Vieira, da Comarca de Campos Sales, condenou a Financeira Itaú CBD S/A a pagar R$ 10.200,00 para I.M.S.. Ele teve o nome inserido, indevidamente, no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). De acordo com os autos em janeiro de 2010, o agricultor passou a receber faturas de cartão de crédito. Além disso, teve seis empréstimos consignados realizados no nome dele junto a diversas instituições, incluindo a Financeira Itaú. Por conta dos débitos, o nome dele foi incluído no SPC e ficou impossibilitado de realizar compras a prazo e contrair empréstimos para financiamentos rurais. Alegando nunca ter solicitado cartão de crédito e firmado contratos de empréstimos com a Financeira Itaú, I.M.S. ingressou com ação de reparação por danos.

A empresa alegou culpa de terceiros. Defendeu não ter responsabilidade, já que fraudadores obtiveram os dados do agricultor e passaram a realizar transações em nome de I.M.S.. Ao analisar o caso, a juíza Maria Lúcia Vieira condenou a empresa a pagar R$ 10.200,00. Na decisão, , a magistrada determinou também a retirada do nome do agricultor da lista de devedores.
 
Consumidores entram no ar sem censura e são atendidos
Os consumidores de todo o país podem reclamar, protestar e denunciar livremente, entrando ao vivo no Programa Reclamar Adianta na Rádio Bandeirantes AM 1360 (RJ) de segunda à sexta-feira, das 10h ao meio dia, podendo ser acessado pela internet: www . reclamaradianta .com. br. O programa tem apoio da equipe do serviço Em Defesa do Consumidor, o maior serviço de interesse público gratuito e personalizado do país, voltado à defesa do consumidor (www . emdefesadoconsumidor .com. br). Acesse o site e peça orientação. O atendimento é 100% gratuito e personalizado.

Claro punida por deixar cliente esperando 47 minutos na linha
Será reparado por dano moral um consumidor que ficou 47 minutos ao telefone à espera de atendimento pela operadora celular Claro e teve a ligação cortada pela empresa, ficando sem atendimento à sua reclamação sobre problemas na sua linha. A decisão é da 11ª Câmara Cível do TJRS, que ratificou sentença da 4ª Vara Cível de Santa Maria e ainda aumentou o valor da reparação. Ao sentenciar, o juiz Luciano Barcelos Couto mostrou ter exata noção da realidade atual do mercado de telefonia celular: o péssimo atendimento prestado pelas operadoras aos seus clientes.

Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br concorda: " todo o desgaste e o descaso relatado pelo demandante é o que acontece com milhares de pessoas diariamente. Tal situação é uma triste e lamentável realidade noticiada a todo momento pela imprensa e enfrentada rotineiramente pelo Poder Judiciário. A tentativa de reclamar de uma cobrança ou de um serviço mal prestado, em regra, é um círculo de intermináveis horas passadas ao telefone, com um atendente passando para outro, quase nenhum vinculado com o resultado. Essa é a realidade incontestável, e o sentimento de indignação e impotência daí resultantes, geram um sentimento de total descaso para com o consumidor”,  registrou.

Ele considerou o ato da Claro um ataque à esfera íntima do autor da ação, por sua desconsideração para com o seu cliente, e arbitrou a quantia reparatória em R$ 2 mil. Em apelação ao TJ gaúcho, porém, o consumidor obteve vitória mais expressiva, contemplado que foi com R$ 3,5 mil pelo dano extrapatrimonial experimentado. O relator, desembargador Luiz Roberto Imperatore de Assis Brasil, destacou o sofrimento do autor,“ante o desrespeito com o qual restou tratado e a sensação de impotência em relação à companhia telefônica ré.”

Para aumentar a condenação, o acórdão levou em conta as condições econômicas e sociais da Claro (“empresa de telefonia com altos índices de lucratividade”); a gravidade do ato (“falha no serviço de call center em evidente descaso com o consumidor”); e a repercussão do fato, sem que se opere enriquecimento indevido e que se esqueça o “caráter pedagógico-punitivo” da condenação.  Um aspecto interessante do caso: o autor juntou aos autos um disco com a gravação da longa ligação, que acabou sendo “derrubada”.

Condenada Americanas.Com por cobranças indevidas
A Americanas.Com S/A deve pagar R$ 2 mil para R.A., que sofreu cobranças após cancelamento de compra. Consta no processo que R.A. adquiriu, em outubro de 2006, dois vídeo-games na Americanas.Com. O objetivo da costureira era montar uma locadora. O pagamento dos aparelhos foi feito com cartão de crédito, em 12 parcelas de R$ 128,69.

Porém, apenas um dos equipamentos eletrônicos foi entregue, mas como a embalagem estava violada e sem nota fiscal, ela devolveu ao entregador. A cliente já havia pago cinco parcelas e a mercadoria não era enviada, mesmo com as diversas ligações para a empresa. R.A. foi ao Decon e solicitou o cancelamento da compra e a devolução dos valores pagos. O estorno foi feito, mas na fatura de abril de 2007 a Americanas.Com passou a cobrar uma compra parcelada em 12 vezes de R$ 68,64, que a consumidora assegurou desconhecer. A primeira dessas prestações foi coberta pelo estorno e a segunda foi paga, inadvertidamente, pela cliente.

Depois disso, a costureira fazia o pagamento da fatura descontando as parcelas cobradas pelo site de compras, o que gerou encargos no cartão. Sentindo-se prejudicada, ela ingressou com ação de reparação moral e anulação da compra contra a Americanas.com e o Itaú Banco de Investimento S/A (responsável pelo cartão). Em contestação, a loja virtual defendeu que a responsabilidade pela cobrança foi da administradora do cartão. Em audiência de conciliação, realizada em agosto de 2008, o Itaú fez acordo e foi excluído da ação.

Em março de 2009, o Juízo da 1ª Unidade do Juizado Especial Cível e Criminal (JECC) da Comarca de Fortaleza condenou a Americanas.Com a pagar R$ 2 mil. Ao julgar o recurso, a 4ª Turma manteve, por unanimidade, a decisão de 1º Grau.

Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br concorda: "o que se percebe nos autos é um ato unilateral por parte da recorrente (Americanas) ao cobrar por uma obrigação que a mesma não cumpriu, sendo esse ato condenado veementemente em nossa legislação pátria e jurisprudência, as quais prezam por um equilíbrio nas relações de consumo, reconhecendo a vulnerabilidade do consumidor", afirmou

Vítima de estelionato recebe R$ 10 mil de administradora de cartão
Uma cliente de uma administradora de cartão de crédito vai receber uma indenização por danos morais no valor de dez mil reais, mais juros e correção, em virtude que seu nome ter sido incluso no cadastro de proteção ao crédito indevidamente. A sentença é do juiz Airton Pinheiro, da 13ª Vara Cível de Natal, que também declarou inexistente os débitos apontados em uma de suas faturas e que motivou a inscrição no SPC/Serasa.

Na ação, a autora ajuizou a ação visando obter, liminarmente, a exclusão de seu nome dos cadastros de inadimplentes, bem como, determinando que administradora se abstenha de promover contra ela qualquer ato de cobrança do débito questionado, sob o fundamento de que foi incluída pela empresa indevidamente, em razão de débitos atuais lançados em um cartão de crédito encerrado pela autora desde 2006, apurando-se inclusive, completa divergência entre a assinatura da autora e a do estelionatário que estaria utilizando o cartão.

Ela relatou ainda que, em 2001, teve o cartão furtado, fez a ocorrência policial e comunicou a Administradora, inclusive, sendo expedido cartão com número novo, o qual utilizou até 2006. Já administradora de cartão de crédito respondeu ao processo fora do prazo e o processo foi julgado à sua revelia.

Ao analisar o caso, o juiz constatou que de fato, a autora foi furtada em 2001, (conforme boletim de ocorrência anexo aos autos), mas mesmo assim foi negativada pelo Hipercard em razão de compras efetuadas, no final de 2008 e começo de 2009, através de cartão em nome da autora. O magistrado também constatou que um documento contido nos autos traz indícios de que a autora não mais utilizava o cartão. Por fim, o juiz observou que as assinaturas das faturas em confronto com a assinatura da autora constante na procuração demonstra uma caligrafia completamente diversa, reforçando o juízo de que o uso do cartão não era feito pela real proprietária.

O juiz ressaltou que a administradora, além de revel, na petição desentranhada, de forma implícita, já reconhece que as compras foram fruto da conduta de terceiro estelionatário. Assim, entendeu que a empresa deve fazer a exclusão do nome da autora dos cadastros de inadimplentes, já que os débitos não lhe são imputáveis e a inscrição de seu nome em cadastro de inadimplentes foi indevida e ilícita. Ele também entendeu que a responsabilidade civil da empresa pelos danos advindos à parte autora em razão de sua falha, da qual resultou na negativação do nome da autora - de acordo com o art. 14, caput, do Código de Defesa do Consumidor.

Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br concorda: "não há nenhum elemento de prova apto a atribuir qualquer conduta culposa a autora e, de outra parte, constatando-se que o êxito da conduta do estelionatário decorre da concorrência de evidente falha do serviço da empresa que negligenciou a apuração da identificação do contratante, (no afã de ampliar o seu leque de cliente e de maximizar seus lucros - minimizando custos com diligências que lhe permitiriam mitigar a ação do estelionatário ou, ao menos, não lesar o terceiro inocente), não se pode reconhecer a conduta do terceiro nem como caso fortuito, posto que evitável"- concluiu.

 
  
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