Maringá, 25 de Agosto de 2019
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EM DEFESA DO CONSUMIDOR
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Erro em cirurgia plástica gera indenização
O Hospital Monte Sinai, situado em Juiz de Fora, Minas Gerais, e o cirurgião plástico José Delgado foram condenados a indenizar a paciente Dinelma do Amaral, por danos morais, no valor de R$ 100 mil. De acordo com os autos, ela submeteu-se à cirurgia de lipoaspiração no abdômen, coxa e quadril e liposescultura no glúteo nas dependências do hospital, realizadas pelo médico. Porém, após a alta, a paciente passou a sentir fortes dores na região operada, além de febre, tontura, rigidez nas pernas e anemia, ficando impossibilitada de se levantar da cama.

Diante do quadro clínico grave em que se encontrava, Dinelma foi novamente internada, sendo constatada uma grave infecção. Antes de ser submetida a procedimentos de emergência, que foram realizados ainda pelo médico réu, a paciente sofreu grande inchaço corporal, tendo que ficar em coma induzido por conta de uma septicemia, infecção adquirida através de outra já pré-existente, ocasionando risco de morte. Após encontrar o médico responsável pela cirurgia aos prantos, a irmã da vítima decidiu contratar um novo especialista, que ficou responsável pelos novos procedimentos. O profissional foi informado de que anteriormente tinha sido realizada uma incisão de grande extensão e que a autora teria tido perda de massa muscular.

No recurso o hospital alegou ausência de responsabilidade e o médico disse que a família não deu  continuidade ao tratamento pós-operatório da paciente. Ambos requereram uma nova perícia, o que foi rejeitado pelo desembargador, uma vez que nos autos já consta laudo realizado por membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. A decisão foi do relator desembargador Edson Scisinio Dias, da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br . concorda: “a autora, ao se submeter aos procedimentos de lipoaspiração e lipoescultura, certamente não pretendia passar por meses de sofrimento e tratamento para cicatrização das feridas, resultando em seqüelas consistentes em cicatrizes profundas". O hospital e o cirurgião ainda terão que ressarcir a autora do valor de R$ 126. 279, 68, devolver os valores pagos pela primeira operação e custear a nova cirurgia de reparação das deformidades adquiridas.

Americanas.com e Sony indenizam por falha em celular
Os desembargadores da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) condenaram a Americanas.com – B2W Companhia Global do Varejo e a Sony Ericsson Móbile Communications Brasil Ltda a indenizarem, solidariamente, uma consumidora. M.D.C. vai receber R$ 6 mil por danos morais e R$ 399 por danos materiais, valor referente à compra de um aparelho celular.

Em agosto de 2008, a enfermeira comprou um celular Sony Ericsson W 380 na Americanas.com. Dias depois da compra, a cliente percebeu que o aparelho apresentava defeitos no carregamento e no descarregamento da bateria. Percebeu ainda que não era possível ler mensagens e nem usar o identificador de chamadas, que apresentava códigos ilegíveis. M.D.C. constatou ainda que a agenda do aparelho tinha vários registros de nomes de pessoas desconhecidas.

A cliente procurou a Americanas.com e a Sony Ericsson, na tentativa de conseguir uma solução para o problema com o aparelho. As duas empresas, no entanto, não resolveram a questão, o que levou a enfermeira a ajuizar uma ação de indenização por danos morais e materiais. No processo, M.D.C. alegou que os defeitos no aparelho prejudicaram seu trabalho. Por diversas vezes, a enfermeira estava de plantão fora do hospital e não conseguiu ser contactada, via celular, quando sua presença era necessária no período noturno. Por ter ficado incomunicável em várias ocasiões, a profissional acabou tendo que providenciar outro aparelho. No TJMG, a relatora do processo, desembargadora Hilda Teixeira da Costa, destacou que o caso é de relação de consumo e que ficou evidente o dano suportado pela enfermeira com a negligência das empresas, bem como a necessidade de reparação. 

Hospital indeniza viúva por falha em tratamento
A juíza da 3ª Vara de Fazenda Estadual de Belo Horizonte, Raquel Bhering Nogueira Miranda, condenou o Estado de Minas Gerais e o município de Belo Horizonte a pagarem solidariamente indenização de R$ 10.900 a uma dona de casa. O marido dela faleceu após ter passado por tratamento no Hospital da Criança São José, em Contagem. A dona de casa relatou que, em 11 de agosto de 2002, levou seu marido à Unidade de Pronto Atendimento da região oeste (UPA/Oeste), onde foram diagnosticados trauma e fratura lombar, sem problemas neurológicos, causados por uma queda. No dia seguinte, ele foi transferido para o Hospital da Criança São José, no município de Contagem, para tratamento ortopédico. Ao dar entrada, encontrava-se lúcido e com apenas uma fratura de coluna.

Após ter sido submetido à colocação de colete ortopédico, sentiu falta de ar e dores “insuportáveis”. Ele apresentou um grave quadro clínico, não respondendo aos comandos verbais, portanto necessitava de uma vaga em um CTI. A dona de casa procurou a Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais (SESMG), informando a necessidade da vaga para o marido. O órgão alegou que essa responsabilidade era da Central de Internação da Secretaria Municipal de Saúde, vinculada ao SUS. Ela procurou a central, que “transferiu” novamente a responsabilidade para a SESMG. O paciente não resistiu à espera pela vaga e faleceu em 15 de agosto de 2002, segundo o atestado de óbito, devido a choque séptico e pneumonia bacteriana.

Entre as argumentações apresentadas, o Estado de Minas Gerais declarou que a morte do paciente ocorreu em um hospital particular. O município de Belo Horizonte alegou não ter responsabilidade pelo evento por ser gestor do SUS e responder apenas pelos hospitais conveniados da capital, sendo que o óbito ocorreu em hospital localizado em Contagem. Argumentou que o Estado de Minas Gerais é o gestor do SUS, Belo Horizonte possui o maior número de leitos de CTI na região metropolitana, e, mesmo sendo o paciente da capital, foi enviado àquele hospital. Ao decidir, a juíza Raquel Bhering considerou laudo do perito, que indicou ser a causa provável do óbito a síndrome de embolia gordurosa (SEG), que pode acontecer em muitos casos de fratura, quando partículas de gordura caem na corrente sanguínea e são conduzidas aos pulmões, rins e cérebro. Ainda com base no laudo, a juíza considerou que o paciente recebeu o tratamento adequado no hospital de Contagem, mas foi acometido pela forma sub-clínica da doença SEG,que causa embolia pulmonar e problemas respiratórios graves, portanto necessitava de transferência urgente para um CTI, a fim de ser submetido a "ventilação" por aparelho.

Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br . concorda: “o hospital São José, apesar de particular, era conveniado ao SUS, concluindo que todo o atendimento prestado ao autor se deu por meio desse sistema, sendo o Estado e o município de Belo Horizonte gestores solidários e responsáveis pelo fornecimento de tratamento e de vagas no CTI. A juíza julgou improcedente a ação em relação à responsabilidade do município de Contagem e do Hospital da Criança São José. Consta nos autos que o paciente residia na capital e o município de Belo Horizonte tem a obrigação de garantir assistência médica a seus habitantes, e é dever do Estado de Minas Gerais preservar a vida do paciente. A magistrada considerou a perda familiar e a extensão da dor sofrida pela dona de casa para fixar o valor da indenização em R$ 10.900. Essa decisão é de primeira instância e está sujeita a recurso.

Consumidores entram no ar sem censura e são atendidos
Os consumidores de todo o país podem reclamar, protestar e denunciar livremente, entrando ao vivo no Programa Reclamar Adianta na Rádio Bandeirantes AM 1360 (RJ) de segunda à sexta-feira, das 10h ao meio dia, podendo ser acessado pela internet: www . reclamaradianta .com. br. O programa tem apoio da equipe do serviço Em Defesa do Consumidor, o maior serviço de interesse público gratuito e personalizado do país, voltado à defesa do consumidor (www . emdefesadoconsumidor .com. br). Acesse o site e peça orientação. O atendimento é 100% gratuito e personalizado.

Seguradora condenada por não cumprir contrato
A 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) fixou em R$ 15 mil o valor da indenização moral que a Seguradora Vera Cruz S/A deve pagar por descumprir contrato com a segurada M.R.B.B.. A decisão teve como relator o desembargador Francisco Bezerra Cavalcante. Segundo os autos, M.R.B.B. era beneficiária do “Seguro de Vida em Grupo” que foi contratado pelo pai, E.S.B., junto à empresa Vera Cruz. O pai faleceu em outubro de 1995, quando a filha tinha oito anos. A mãe da menor reivindicou o pagamento do seguro, tendo recebido, em fevereiro de 1996, um cheque no valor de R$ 1.262,24, que foi depositado em uma conta de poupança no Banco do Brasil.

Dez anos depois, a filha completou a maioridade e dirigiu-se à agência bancária para resgatar o dinheiro, quando foi surpreendida com a informação de que a Seguradora havia sustado o cheque emitido. Por esse motivo, em outubro de 2005, ela ajuizou ação requerendo o valor do seguro atualizado, além de indenização pelo abalo moral e financeiro que sofreu. Alegou que teve o direito líquido e certo violado por conta da irresponsabilidade da empresa de seguros.

Em contestação, Vera Cruz responsabilizou o Banco do Brasil por não ter comunicado à cliente que o cheque havia sido sustado. Defendeu que não praticou nenhum ato ilícito e pediu a improcedência da ação. A juíza da 20ª Vara Cível de Fortaleza, Maria de Fátima Pereira Jayne, condenou a Seguradora a pagar R$ 4.114,96 referente ao valor atualizado do seguro e R$ 20 mil por danos morais. Inconformada, a empresa interpôs recurso apelatório no TJCE requerendo a reforma da decisão. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br . concorda com o desembargador Francisco Bezerra Cavalcante: “o ato praticado pela Seguradora em frustrar a esperança de uma pessoa foi suficiente para causar considerável constrangimento, mal estar e abalo moral à autora”. 

Unimed condenada por negar tratamento
A juíza Mirian Porto Mota Randal Pompeu, titular da 27ª Vara Cível de Fortaleza, condenou a Unimed Fortaleza a pagar indenização de R$ 9.914,62 para M.S.M.R.. A paciente teve tratamento ocular negado pelo plano de saúde. De acordo com os autos a segurada era portadora de doença degenerativa, necessitando de Terapia Fotodinâmica. Conforme laudo médico, sem o procedimento, ela poderia sofrer perda irreversível da visão central.

A operadora não autorizou. Em razão da urgência, com a ajuda de familiares, a paciente pagou R$ 6.609,65 pelo tratamento. M.S.M.R. entrou com ação judicial pedindo o reembolso dos valores, além de reparação moral. Na contestação, a Unimed Fortaleza defendeu ter agido conforme o contrato firmado e que não competia à operadora arcar com os custos. Ao analisar o processo, a juíza ressaltou que não há razão para afastar a condenação do plano de saúde, que indevidamente se negou a prestar o serviço. A magistrada determinou a restituição da quantia gasta pela segurada, além do pagamento de R$ 3.304,97, a título de danos morais.

Itaú indeniza cliente por nome inserido no SPC e Serasa
O juiz Fernando Cézar Barbosa de Souza, titular da 2ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, condenou o Itaú Banco de Investimentos S/A a pagar R$ 5 mil de indenização para M.F.O.. Ela teve o nome cadastrado, indevidamente, no Serasa e no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). De acordo com os autos, a cliente pagou, em 18 de julho de 2006, a fatura do cartão de crédito com vencimento para o dia 3 daquele mês, no valor de R$ 76,19. No entanto, ao tentar fazer uma compra, quatro dias após a quitação do débito, soube que o nome estava negativado.

M.F.O. entrou em contato com o Itaú para regularizar a situação, mas o problema continuou. Sentindo prejudicada, entrou com ação judicial requerendo reparação moral de 100 salários mínimos. Na contestação, a instituição financeira afirmou que a inclusão do nome nos órgãos de proteção ao crédito foi resultado de inadimplência. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br . concorda com o magistrado: "o bloqueio do cartão de crédito, sem prévia notificação à consumidora, e a negativação junto aos cadastros de inadimplentes ensejam reparação por dano moral".

Indenizado por ter ficado preso por anel ao descer de ônibus
A 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça confirmou sentença da comarca da Capital e condenou Biguaçu Transportes Coletivos Administração e Participações Ltda. ao pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$ 19 mil, e indenização por danos materiais no valor de R$ 7 mil, a José do Patrocínio Henrique de Souza.

Nos autos, José afirmou que, em 16 de setembro de 1995, ao descer de um ônibus que fazia a linha Centro-Shopping Itaguaçu, sua aliança prendeu-se em um objeto na porta do coletivo. O motorista seguiu viagem antes que ele conseguisse se soltar, o que lhe causou um grave ferimento no quarto dedo da mão esquerda. O autor disse, ainda, que ficou hospitalizado por quase dois meses. Condenada em 1º grau, a empresa apelou para o TJ. Afirmou que o rapaz dissera que o acidente ocorreu em ônibus de propriedade da empresa Emflotur, bem como no boletim de ocorrência elaborado pela 3ª Delegacia de Polícia da Capital não há qualquer referência a veículo de sua propriedade.

Para o relator da matéria, desembargador substituto Paulo Henrique Moritz Martins da Silva, a confusão de empresas – Emflotur e Biguaçu – foi esclarecida após um ofício do Deter, que afirmou que a linha Centro-Shopping Itaguaçu é operada pela Biguaçu Transportes Coletivos. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br . concorda: “ se naquela região somente a Biguaçu oferecia a linha Centro-Shopping-Itaguaçu, evidente que os fatos ocorreram em coletivo de sua propriedade, não podendo o rapaz ser prejudicado, porque foi possível esclarecer que o sinistro ocorreu no desembarque de um dos coletivos da empresa Biguaçu”, finalizou.

 
  
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