Maringá, 17 de Janeiro de 2018
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EM DEFESA DO CONSUMIDOR
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Agencia punida por má qualidade de pacote turístico
Um casal de Porto Alegre obteve no Tribunal de Justiça do Estado a confirmação do direito à indenização por dano moral em razão da péssima qualidade da parte terrestre de um pacote turístico com destino a Bariloche. A decisão da 11ª Câmara Cível do TJRS confirmou a sentença e manteve em R$ 4 mil, corrigidos monetariamente, o valor a ser pago.      

Os autores ingressaram com ação de indenização por danos morais depois de contratar pacote de serviços com a empresa Beth Turismo e Viagens Ltda., para Bariloche, na Argentina. Em razão de cinzas vulcânicas o voo atrasou, sendo posteriormente transferido para outro aeroporto, que não o de Bariloche, de onde os turistas seguiram de ônibus até o destino final. Porém, o serviço terrestre prestado foi de péssima qualidade.

Eles narraram (e testemunha que passou pelos mesmos transtornos confirmou) que ficaram sem água e comida suficientes, os banheiros do coletivo eram sujos e infectos. Suas bagagens ficaram expostas em piso de terra e o trajeto e condições do ônibus foram lamentáveis, pois o veículo sequer possuía calefação diante das baixas temperaturas e o piso era repleto de furos. Soma-se a isso o fato de os lanches estarem frios e duros e a fruta oferecida, imprópria para o consumo.

A sentença, proferida em 1º Grau pela Juíza de Direito Elisabete Corrêa Hoeveler, foi pela procedência do pedido principal, condenando a operadora de turismo ao pagamento da indenização. A denunciação à lide da empresa aérea foi negada. Irresignada com a decisão, a operadora de Turismo recorreu ao Tribunal preliminarmente contra o indeferimento da denunciação à lide. No mérito, alegou ter apenas efetivado a venda do pacote de viagem, não sendo responsável pela parte terrestre do transporte. Ressaltou que o voo atrasou por conta de um fenômeno meteorológico, a respeito do qual os passageiros foram informados, sendo que os autores não deixaram de usufruir do pacote turístico.

Átila Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br , concorda com o magistrado, Desembargador Bayard Ney de Freitas Barcellos: “ a operadora e agência de viagens que vendeu o pacote turístico é responsável por ser prestadora de serviços, conforme disposto no artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor. Por outro lado, descabe a denunciação à lide da empresa aérea, uma vez que a inconformidade não diz respeito ao atraso do voo, sendo incontroversa a presença de cinzas vulcânicas.  O pedido dos autores diz respeito à falta de atenção e consideração dada aos passageiros durante a realização do pacote turístico, diz o voto do relator. O total descaso para com os passageiros restou incontroverso. Segundo o Desembargador Bayard, o defeito na prestação do serviço ficou demonstrado porque o contrato não foi devidamente cumprido. Simplesmente não foram tomadas as medidas necessárias para que não se produzisse o dano narrado pelos autores e comprovado que o foi, justificando a obrigação de indenizar, observa o relator. O dano decorre de todo o desconforto, aflição e transtorno suportados. Considerando os fatos, os integrantes da Câmara, por unanimidade, negaram provimento ao recurso, mantendo o valor da indenização por danos morais em R$ 4 mil, conforme definido em 1ª instância.

Empresas entregam bagagem depois de um mês e são condenadas
A TAM Linhas Aéreas S/A e a American Airlines terão que pagar a quantia de R$ 10 mil, a título de indenização por danos morais, em favor de Patrícia Cristina Maiola. A autora ganhou uma viagem aos Estados Unidos para trabalhar e estudar inglês. Após embarque em Florianópolis, fez escala em São Paulo, trocou de aeronave e seguiu para Miami. Mas, já nos EUA, a passageira não encontrou sua bagagem.

A American Airlines informou que as malas viriam no próximo voo, o que não ocorreu. Patrícia, então, foi obrigada a adquirir roupas novas e artigos de higiene pessoal. A American Airlines ofereceu-lhe US$ 150 para ajuda, quantia, segundo a autora, muito inferior à necessária. Só depois de 40 dias a bagagem foi encontrada, com diversas avarias e sem o par de lentes de contato da passageira. As empresas aéreas, em defesa, afirmaram que inexistem os danos materiais, já que toda a bagagem foi devolvida. Acrescentaram que houve apenas um atraso na sua entrega.

De acordo com a sentença de 1º grau, “em casos onde o atraso extrapola a razoabilidade, como nos presentes autos, em que restou incontroverso que os pertences da autora somente foram devolvidos após 40 dias, fica caracterizado o ato ilícito gerador de dano moral, nos termos dos artigos 186 e 927 do Código Civil”. Átila Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br , concorda com o magistrado, desembargador Rodrigo Collaço: “a demora prolongada e injustificada na entrega de bagagem a passageiro de voo internacional gera abalo anímico relevante e passível de reparação”. A 4ª Câmara de Direito Público do TJ reformou parcialmente a sentença da comarca de Blumenau apenas para minorar o valor da indenização, antes arbitrado em R$ 30 mil. A votação foi unânime.

Consumidores entram no ar sem censura e são atendidos
Os consumidores de todo o país podem reclamar, protestar e denunciar livremente, entrando ao vivo no Programa Reclamar Adianta na Rádio Bandeirantes AM 1360 (RJ) de segunda à sexta-feira, das 10h ao meio dia, podendo ser acessado pela internet: www . reclamaradianta .com. br. O programa tem apoio da equipe do serviço Em Defesa do Consumidor, o maior serviço de interesse público gratuito e personalizado do país, voltado à defesa do consumidor (www . emdefesadoconsumidor .com. br). Acesse o site e peça orientação. O atendimento é 100% gratuito e personalizado.

Empresa indeniza criança quando ainda estava no ventre da mãe
“Em relação aos danos morais, não há dúvida quanto à sua ocorrência, pois o autor, ora apelado, se viu subtraído da convivência de seu pai quando ainda estava no ventre de sua mãe. O dano moral, em casos tais, é presumido, diante da incomensurável dor pelo filho sofrida com a perda precoce e violenta de um pai que sequer chegou a conhecer”.

Assim se manifestou o desembargador relator Alvimar de Ávila, da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, ao condenar a Viação Pássaro Verde a pagar uma indenização por danos morais a uma criança, devido a um acidente que matou o pai dela, quando o menor ainda não havia nascido. De acordo com a decisão, publicada em 14 de fevereiro, e que manteve, em parte, sentença da primeira instância, a Viação Pássaro Verde foi condenada a pagar à criança, representada pela mãe, o valor de R$ 100 mil, além de pensão mensal até que o menor complete 25 anos.

No dia 12 de fevereiro de 2007, um ônibus da empresa trafegava pela BR 262 quando, na altura do km 36, ao realizar uma ultrapassagem, invadindo a contramão de direção, colidiu com um caminhão que transportava bobinas de papel. O acidente provocou a morte de 13 pessoas, entre elas A.P.L., de 21 anos, que deixou viúva F.B.A., na época grávida de seis meses.

F.B.A. decidiu entrar na justiça em nome do filho, G.A.L, pedindo à empresa indenização pelos danos morais sofridos em virtude de o acidente ter suprimido do menor a possibilidade de conhecer seu genitor e de conviver em sua companhia. Pedia, ainda, dano material pela impossibilidade de o pai contribuir materialmente com seu sadio crescimento. Tendo em vista o fato de que o pai trabalhava regularmente, pedia, também, alimentos devidos até que o filho completasse 25 anos de idade.

Em primeira instância, a empresa foi condenada a pagar, por danos morais, uma indenização no valor de R$ 219.300, além de pensão mensal no valor de dois terços do salário mínimo, até a data em que a criança completasse 25 nos. A empresa decidiu recorrer. Em suas alegações, declarou que os autos demonstravam que a culpa pelo acidente havia sido de um terceiro – o motorista do caminhão – que estaria em alta velocidade e com as bobinas de papel indevidamente fixadas, circunstância que, juntas, haviam contribuído para o acidente.

Entre outras alegações, a empresa também questionou os valores arbitrados para os danos morais e materiais, que considerou exagerados. Afirmou, ainda, que o pagamento de pensão ao filho seria indevido, por não ter ficado comprovado qualquer tipo de contribuição da vítima para o sustento da criança, possuindo, a mãe do menor, capacidade plena para sustentá-lo. Solicitou que, caso se mantivesse a condenação de pagamento de pensão, o valor fosse reduzido.

Átila Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br , concorda com o magistrado Alvimar de Ávila: “ a responsabilidade do transportador é objetiva, e a legislação estabelece que a as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causaram a terceiros, independentemente de estar configurada sua ação culposa. O motorista do transporte coletivo deve conduzir o veículo com o máximo de cautela, de forma defensiva, procurando se antecipar aos erros de terceiros, a fim de evitar situação como esta” - declarou.

No que se refere ao pagamento de pensão, o desembargador afirmou que a jurisprudência consolidou o entendimento de que dependência econômica do filho menor em relação ao pai é presumida. Destacou que o acidente provocou a morte do genitor da criança, por isso trata-se de um caso de gravidade máxima. Contudo, ressaltou que para casos semelhantes, a justiça tem arbitrado valor de indenização por danos morais inferior ao fixado em primeiro grau. Assim, reformando a sentença anterior, decidiu condenar a empresa a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 100 mil, devidamente corrigidos, além de pensão mensal na proporção de um terço do salário mínimo, até a data em que em que o menor completar 25 anos.

Condenado de plano de saúde que negou tratamento à paciente
A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) manteve a sentença que condenou a Unimed Fortaleza a pagar R$ 47.539,24 por negar tratamento à esposa do aposentado S.A.S.. De acordo com o processo, S.A.S. firmou contrato com a Unimed em fevereiro de 2005 e colocou a mulher, N.Z.S., como dependente. Quatro meses depois, ela foi submetida a exames que constataram o surgimento de tumores intra-abdominais.

O casal procurou a operadora para dar início ao tratamento, mas o pedido foi negado. Segundo a empresa, os clientes não haviam cumprido o prazo de carência, que era de dois anos. O aposentado, então, pagou as primeiras sessões de quimioterapia da esposa, que acabou não resistindo e faleceu. Alegando descaso por parte do plano de saúde, S.A.S. ingressou com ação na Justiça, requerendo indenização por danos morais e materiais. A Unimed Fortaleza, na contestação, sustentou que a cliente sabia da doença quando assinou o contrato com a empresa. Defendeu ainda o cumprimento da carência de 24 meses, em caso de “doenças pré-existentes”.

Em julho de 2009, o Juízo da 16ª Vara Cível de Fortaleza condenou o plano a pagar indenização de R$ 27.539,24 por danos materiais e de R$ 20 mil a título de reparação moral. Objetivando reverter a decisão, a empresa interpôs recurso no TJCE. Ao analisar o caso, a 1ª Câmara Cível manteve a decisão de 1º Grau. “Não fossem os recursos próprios do autor [S.A.S.], poderia ter ocorrido a morte imediata de sua esposa, diante da insensibilidade da apelante [Unimed] pela vida humana”, afirmou o relator do processo, desembargador Francisco Sales Neto.

Shopping indeniza por estrago em carro
Por decisão da 5ª Turma Recursal Cível do Juizado de Belo Horizonte, o Boulevard Shopping S/A deverá indenizar em R$ 3.500 a microempresa Rafael Marcela FM Modas Ltda., por danos materiais a seu veículo ocorridos nas dependências do estabelecimento. M.F.S., que conduzia o carro da microempresa, um Hyundai Tucson, relata que, ao estacionar, ocupou uma vaga pretendida por outro motorista, a bordo de uma picape Fiat Heavy Duty. M. desceu do automóvel e entrou no shopping. Ao voltar, ele deparou com uma mulher que arranhava o veículo dele e que, vendo-o se aproximar, entrou no Fiat e fugiu.

A microempresa alega que, embora tenham presenciado tudo, os seguranças do Boulevard não tomaram providências. Depois de registrar a ocorrência, a Rafael Marcela ajuizou ação contra o shopping no Juizado Especial Cível da Capital. A sentença entendeu que não havia provas de que os estragos no automóvel tinham ocorrido dentro do Boulevard, mas a microempresa recorreu. No julgamento do recurso, o juiz Eduardo Veloso Lago considerou que o réu tem obrigação de indenizar o prejuízo, pois há provas dos estragos. “A microempresa juntou aos autos o comprovante de pagamento do estacionamento, contendo data e horários de entrada e saída no local; boletim de ocorrência, lavrado pouco depois do fato; fotografias das avarias e orçamentos dos reparos”, afirmou.

O magistrado acrescentou que a versão da vítima, no boletim policial, é rica em detalhes e permite a identificação do modelo e placa do outro carro envolvido. Lago ressaltou ainda que, já que dispõe de monitoramento eletrônico, cabia ao shopping provar que o automóvel não foi danificado no estabelecimento. Átila Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br , concorda com o magistrado : “conforme preconiza a Súmula 130 do Superior Tribunal de Justiça, ao disponibilizar estacionamento para seus usuários, o réu assume a obrigação de zelar pela guarda e segurança dos veículos, na condição de depositário, respondendo por qualquer dano, furto ou roubo ocorrido em suas dependências”, concluiu. O juiz arbitrou indenização de R$ 3.500, valor do menor orçamento obtido pela microempresa.

 
  
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PADRE EDUARDO BELOTTI
Momento de Espiritualidade
WALTER POPPI
Trimestralidade. Não é somente isso
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