Maringá, 12 de Dezembro de 2018
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EM DEFESA DO CONSUMIDOR
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Corpo estranho em garrafa de refrigerante gera indenização
A 9ª Câmara Cível do TJRS condenou a Bebidas Fruki S/A ao pagamento de indenização para consumidores que encontraram cartela plástica, semelhante a de um remédio, dentro de uma garrafa de refrigerante.

A decisão vitoriosa, segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br , foi no Juízo do 1º Grau, onde a empresa foi condenada ao pagamento de R$ 3 mil para cada um dos três autores da ação. A sentença foi confirmada pelo TJRS. Os autores da ação afirmaram que adquiram um refrigerante de uva da marca Fruki, em um restaurante. Após ingerirem o líquido, perceberam que havia um corpo estranho dentro da garrafa.

Conforme os autos do processo, o laudo pericial comprovou a existência de corpo estranho, semelhante a uma cartela plástica, possivelmente de um remédio. O Juiz de Direito Juliano Etchegaray Fonseca, da 1ª Vara Judicial do Foro de Taquara, considerou procedente o pedido, determinando indenização por danos morais no valor de R$ 3 mil. Para o relator do processo na 9ª Câmara Cível do TJRS, Desembargador Leonel Pires Ohlweiler, as indústrias de bebidas possuem o dever de assegurarem o controle de qualidade de seus produtos. Sob o ponto de vista do Direito Sanitário, a presença de corpo estranho no interior da garrafa é matéria prejudicial á saúde humana.

Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br explica que há violação do dever de adequação, no caso de bebidas, quando o produto estiver deteriorado, alterado, adulterado, avariado, falsificado, corrompido ou fraudado, conforme o art. 18, do Código de Defesa do Consumidor. Além disso, a perícia técnica trazida aos autos foi considerada documento hábil a comprovar os danos e a sua origem. Assim, está configurado o dever de indenizar da fabricante, nos termos do art. 12, caput, do CDC, por ter colocado produto com vício no mercado de consumo, afirmou o magistrado.

Banco devolve depósitos em caixa eletrônico que sumiram da conta
A 1ª Câmara de Direito Civil do TJ reconheceu a obrigação de uma instituição bancária de ressarcir cliente por depósitos efetuados através de envelopes em caixas eletrônicos que, ao final, não foram parar em sua conta-corrente. Os depósitos ocorreram ao longo de 2001 e totalizaram cerca de R$ 4 mil.

A decisão vitoriosa, segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br reconheceu tratar-se de uma relação de consumo entre banco e cliente. Por isso, inverteu o ônus da prova para exigir da instituição elementos que pudessem sustentar a tese de que os envelopes não continham em seu interior os valores apontados em suas faces. No entendimento da câmara, após o depósito na máquina, somente funcionários do banco têm acesso ao documento, restando à autora apenas o canhoto com o protocolo por ela preenchido, fato este que a impossibilita de realizar qualquer prova a respeito do conteúdo.

"Cabe ao banco a demonstração de que o valor indicado pela correntista é diferente do que realmente consta no envelope utilizado para a realização do depósito", resume A decisão vitoriosa, segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br. A magistrada lembrou que, no sistema de depósitos em questão, ao realizar o procedimento por meio de envelope, o consumidor fica totalmente à mercê do controle institucional do banco.  Deixando o réu de comprovar que o valor indicado pela correntista não era o que constava do envelope, deve ser responsabilizado pela má prestação do serviço”, concluiu.

Consumidores entram no ar sem censura e são atendidos
Os consumidores de todo o país podem reclamar, protestar e denunciar livremente, entrando ao vivo no Programa Reclamar Adianta na Rádio Bandeirantes AM 1360 (RJ) de segunda à sexta-feira, das 10h ao meio dia, podendo ser acessado pela internet: www . reclamaradianta .com. br. O programa tem apoio da equipe do serviço Em Defesa do Consumidor, o maior serviço de interesse público gratuito e personalizado do país, voltado à defesa do consumidor (www.emdefesadoconsumidor.com.br). Acesse o site e peça orientação. O atendimento é 100% gratuito e personalizado.

Condenado hospital por negligência em atendimento
O juiz da 4ª Vara Cível de Brasília condenou o Hospital Santa Lúcia a pagar R$ 10 mil, a título de danos morais, devido a negligência no atendimento que causou dano estético a acidentado.

O autor sofreu um acidente automobilístico e recebeu os primeiros cuidados no Hospital de Base do Distrito Federal, sendo transferido em estado de coma grave, para o Hospital Santa Lúcia. Após 32 dias de coma, o autor foi liberado para um apartamento no hospital. A família percebeu que surgiram ferimentos denominados "escaras" em diversas partes do corpo, causadas por ausência de higienização por parte do hospital e corpo de enfermeiros. Os curativos deveriam ser trocados três vezes ao dia e que o autor permanecia até uma semana sem troca. 

O autor foi aceito para tratamento de fisioterapia no Sara, mas no dia da admissão foi recusado por causa das escaras. A mãe passou a cuidar do filho e o autor ficou livre das escaras. Devido à profundidade e gravidade das feridas ficaram cicatrizes por toda parte do corpo. A mãe teve que abandonar suas atividades profissionais e teve prejuízos materiais. O filho desenvolveu síndrome do pânico e sofreu dano estético. A decisão vitoriosa, segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br foi baseada nas fotografias que comprovam as lesões estéticas experimentadas pelo autor, entendo procedente o pedido de reparação dos danos consistente na tutela específica de custeio de cirurgias reparadoras dos danos estéticos nos pés, na orelha e cabeça do autor”, afirmou.

Banco condenado: cliente foi vítima de estelionato
O Banco IBI S/A deve pagar indenização por danos morais, no valor de R$ 10 mil, para a funcionária pública A.R.S., vítima de estelionato.

A decisão vitoriosa, segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br, é do juiz José Maria dos Santos Sales, da 30ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza. De acordo com o processo (nº 50373-78.2009.8.06.0001/0), em maio de 2009, A.R.S. tentou obter financiamento habitacional. O pedido, no entanto, foi negado porque o nome da servidora constava no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e no Serasa. A inclusão foi feita pelo IBI. A funcionária pública procurou o banco e ficou sabendo que estelionatários usaram o nome dela para conseguir crédito. Por conta disso, ingressou com ação na Justiça.

Ao analisar o caso, o juiz considerou que a empresa agiu de forma negligente e determinou o pagamento de R$ 10 mil a título de reparação moral. Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br diz que “caberia ao banco tomar todos os cuidados no registro dos dados do consumidor, quando da realização de qualquer operação, procurando sempre fazê-lo com segurança, a fim de que fossem evitadas as fraudes”. 

Atraso em voo da Trip gera indenização
“O cancelamento do voo que acarreta a perda irrecuperável do compromisso do passageiro, único motivo da realização da viagem, causa dor e frustração passível de indenização por danos morais.”

A decisão vitoriosa, segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br foi da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que  condenou a Trip Linhas Aéreas S/A. a pagar indenização de R$ 10 mil, por danos morais, ao professor universitário J.G.S.L., que, devido ao atraso na decolagem, ficou impossibilitado de chegar a tempo à defesa da dissertação de mestrado da sua orientanda.

Em 19 de outubro de 2010, o professor se dirigiu ao aeroporto de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O voo dele, com destino a Guarulhos, em São Paulo, estava marcado para as 6h. Porém, a aeronave não decolou no horário marcado e, quando todos os passageiros já estavam em seus lugares, eles foram informados de que haveria uma escala em Belo Horizonte que não estava programada. Por volta das 8h30, a companhia aérea ofereceu a J. a possibilidade de ele ir de carro para o Rio de Janeiro e de lá embarcar para São Paulo. Caso contrário, seu bilhete seria cancelado.

O professor afirma que só tinha a opção de cancelar a viagem, porque o tempo mínimo de viagem de Juiz de Fora até o Rio de carro é de 2 horas e 30 minutos, mais uma hora para embarcar para São Paulo e mais o tempo de translado entre o aeroporto e a universidade. Em primeira instância, a empresa aérea foi condenada a pagar R$ 10 mil por danos morais e R$ 55 pelos danos materiais.

Cliente indenizado por nome incluído em cadastros de restrição ao crédito
O Banco Carrefour deve pagar indenização de R$ 5 mil para o cliente A.R.P., que teve o nome inscrito indevidamente em cadastros de restrição ao crédito.

A decisão vitoriosa, segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br é do juiz José Edmilson de Oliveira, da 5ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza. De acordo com os autos (nº 546883-83.2012.8.06.0001/0), em novembro de 2010, A.R.P. utilizou cartão do Carrefour para realizar compra de R$ 1.698,00. O valor foi parcelado em 12 vezes de R$ 152,32. O cliente, no entanto, passou a receber cobranças de um seguro que ele nunca contratou. A empresa ainda incluiu o nome de A.R.P. no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e no Serasa.

Ele tentou resolver a situação junto ao Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), mas não obteve resultado. Por conta disso, ingressou com ação na Justiça. Em março deste ano, foi concedida liminar determinando a retirada do nome do consumidor das listas restritivas. Em contestação, a empresa defendeu que os valores referentes ao seguro, aos juros e encargos foram devolvidos. Ao analisar o caso, o juiz condenou o banco a pagar R$ 5 mil a título de reparação moral. O magistrado disse que a instituição devolveu os valores pagos indevidamente, mas só depois de colocar o nome do cliente nos cadastros de inadimplentes. 

Loja indeniza por atraso em entrega
Um professor residente em Ubá, Zona da Mata de Minas, deve receber R$ 6.220 das empresas Arthur Ludgren Tecidos S/A (Casas Pernambucanas) e da Mabe Campinas Eletrodomésticos S/A pelo atraso na entrega de um eletrodoméstico e pela posterior demora na devolução do dinheiro despendido na compra.

A decisão vitoriosa, segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br é da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O consumidor M.A.V. conta que comprou uma geladeira da marca Mabe por R$ 1.999 em outubro de 2009, pouco tempo depois do seu casamento. O produto, entretanto, logo passou a apresentar problemas. “Ela se tornou um autêntico elefante branco: não servia nem para gelar nem para congelar”, declarou.

Em 19 de fevereiro de 2010, ele contatou as Casas Pernambucanas e agendou uma data para visita de funcionário da assistência técnica da Mabe, mas o técnico não compareceu. Segundo o professor, isso se repetiu várias vezes, fazendo que ele perdesse compromissos e aulas. Ansioso pela solução, M. buscou o Procon em junho do mesmo ano. Na audiência, apenas o representante da Mabe estava presente. A empresa se comprometeu a restituir o valor ao cliente, mediante o envio de nota fiscal, dados bancários e CPF, mas só fez o pagamento, no valor de R$ 1.984,20, em setembro.

Na ação ajuizada em novembro de 2010, o professor reivindicou indenização por danos morais, alegando que as empresas impuseram-lhe “quase um ano de aborrecimento, decepção, angústia e revolta” pelo descaso do não cumprimento do contrato e pela entrega de um eletrodoméstico “imprestável”. As Casas Pernambucanas afirmaram que a garantia dos equipamentos é de responsabilidade do fabricante, mas acrescentaram que, como a situação foi resolvida com a devolução do dinheiro, não haveria razão para indenizar o professor.

A Mabe também negou a ocorrência de danos morais, afirmando que um eletrodoméstico não é um bem “essencial à vida” e sua perda não acarreta constrangimento. Para a juíza Liliane Bastos Dutra, da 2ª Vara Cível de Ubá, em novembro de 2011, tratava-se de uma situação cotidiana que provocou certo desconforto, mas não violava a honra e a imagem de M., principalmente porque o cliente não provou que as empresas cometeram ato ilícito.

O professor argumentou, em recurso ao TJMG, que a compensação por danos morais é possível “mesmo que o consumidor não seja exposto a humilhações e ofensas à sua dignidade”, pois o incidente resultou em “considerável perda de tempo e estresse”. O desembargador Gutemberg da Mota e Silva, relator, salientou que a substituição do aparelho defeituoso se deu porque J. foi ao Procon depois de esgotado o prazo para conserto da geladeira, o que não exclui a frustração sofrida. Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br disse que "considerando que o vício no eletrodoméstico não foi sanado, sendo o consumidor restituído da quantia paga somente muito tempo depois, é legítima a pretensão de reparação dos danos morais advindos da conduta negligente das fornecedoras, respondendo pelo dano tanto o fabricante quanto o fornecedor”.

Banco terá que restituir correntista por saque frustrado em terminal eletrônico
A 3ª Turma Recursal do TJDFT confirmou sentença do Juizado Cível de Planaltina para condenar o banco Bradesco a restituir a um correntista o valor debitado em sua conta, decorrente de saque não efetivado.

A decisão vitoriosa, segundo Átila Alexandre Nunes, coordenador do serviço Em Defesa do Consumidor . com . br foi unânime. O autor propôs ação de dano material contra o Bradesco, sob a alegação de que, ao utilizar o terminal eletrônico, apesar de não ter havido a disponibilização da quantia que pretendia sacar, a mesma foi lançada em sua conta corrente. O banco, por sua vez, limitou-se a juntar relatório do terminal em questão - o que não confirma seu perfeito funcionamento -, buscando afastar a assertiva da não disponibilização do dinheiro no local apropriado ao correntista, que, apesar disso, teve registrada a operação em sua conta, como se o saque tivesse ocorrido.

Na decisão, a juíza lembra que a responsabilidade da instituição financeira pelos serviços disponibilizados em terminais eletrônicos é objetiva, sujeitando-se às consequências do risco de sua lucrativa atividade e respondendo pelos danos causados, salvo se comprovar culpa exclusiva da vítima ou de terceiro. Para ela, incumbia ao banco demonstrar que, efetivamente, o dinheiro foi liberado ao correntista, até porque tinha todos os meios de comprovar o fato, sobretudo pela exibição dos vídeos do circuito interno do supermercado onde se encontrava o terminal. Evidenciada a falha na prestação do serviço, a Turma Recursal confirmou a obrigação do banco de restituir ao autor a quantia de R$ 500,00.

 
  
Os artigos, conceitos e opiniões pessoais são de inteira responsabilidade do autor.
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