Maringá, 16 de Outubro de 2018
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ADEMAR SCHIAVONE
Memórias de um bom sujeito
 



NÃO IMPORTA O TAMANHO DO ARQUIVO, MAS A QUALIDADE DO CONTEUDO.

Amanhã faz sessenta anos que aconteceu a revolução que mudou os destinos do Brasil.
Na década de cinquenta, o país passou por mudanças estruturais importantes.
Primeiro com a eleição de Getúlio Vargas, que após ser deposto em 1946 de uma ditadura que durou quinze anos, retornou, pelo voto direto como presidente da república.
Getulio, homem que gostava do poder, tinha acima de tudo, um grande amor pelo país e foi responsável por mudanças de comportamento e de gestão administrativas importantes.
Gegê, como era chamado carinhosamente pelo povo,  era um estadista que compreendia as necessidades do povo.
Mas, também, um demagogo extremado e que intitulava a si mesmo de “pai dos pobres”.
Homem de vergonha na cara suicidou-se quando tomou conhecimento dos escândalos que abalaram seu governo em 1954.
O Brasil viveu uma época de turbulência política com diversos mandatários passando pelo governo: Ranieli Mazzili, Aureo Soares de Moura Andrade e João Café Filho.
Veio a eleição de 1956 e o mineiro alegre e simpático, Juscelino Kubstcheck de Oliveira foi guindado à presidência da república.
Homem de visão larga provocou mudanças ainda maiores nos destinos dos brasileiros.
A construção de Brasília provocaria a interiorização do poder e do desenvolvimento de uma região riquíssima e que era inexplorada.
Fazer o país crescer cinquenta anos em cinco, era o seu desiderato.
A instalação das montadoras automobilísticas trouxe desenvolvimento industrial inimaginável para a época.
Contudo, a chamada oposição, se apegava aos gastos incontroláveis na construção da nova capital e no índice agressivo da inflação para combater o presidente.
Em São Paulo, um professor de cultura admirável e um exímio controlador da massa humana, eleito governador, se lança candidato a presidente da república e ganha com uma maioria esmagadora na eleição de 1960.
Em Cuba, Fidel Castro e Che Guevara tomam o poder do ditador Fulgêncio Batista e iniciam a limpeza da ilha com execuções em massa dos seus opositores.
Quem era contra Fidel ia direto para o “paredon”.  Um massacre humano execrável.
Milhares foram assassinados em nome da nova ordem instalada no paraíso que, depois, se transformou num inferno.
Inferno que persiste até hoje.
Como vivíamos o período da guerra fria entre o oriente liderado pela Rússia e o ocidente pelos Estados Unidos, Cuba se aliou à Rússia.
Em 1961 Jânio Quadros assumiu o governo no Brasil e passou a fazer reformas em setores necessários e alguns absolutamente destinados ao seu espírito demagógico e populesco.
Fez a realidade cambial – o dólar  se equiparava ao cruzeiro artificialmente – e foi valorizado positivamente.
Proibiu briga de galo, uso de lança perfume, e coisinhas dessa natureza.
Che Guevara veio ao Brasil – estava em campanha pela América Latina para provocar revolução onde pudesse – e foi condecorado pelo presidente Jânio com a Comenda do Cruzeiro do Sul. A maior do país.
Se para alguns ele era um herói, para a maioria e, principalmente, para as forças armadas, era  um sanguinário guerrilheiro usurpador do poder em Cuba.
Mas, Jânio aprendeu alguma coisa com ele.
Um mês depois da entrega da comenda, o presidente articulou a tomada do poder como ditador.
Num ato teatral mandou uma carta ao Congresso Nacional renunciando ao seu mandato e mandou-se para São Paulo.
Esperava ser reconduzido, nos braços do povo,  como chefe sem limites de poder.
Não deu certo.
João Goulart, vice, deveria assumir.
No entanto, as forças armadas não queriam permitir o desenrolar democrático do jogo do poder.
Jango que fora ministro do trabalho de JK,  elegeu-se vice,  ancorado nos sindicatos que ele sempre protegera.
A eleição do vice era independente do candidato principal.
Depois de muito acerto político, acabou assumindo sem os poderes presidenciais e Tancredo Neves governava como Primeiro Ministro.
Jango, contudo, era um homem astuto e politicamente bem assessorado.
Manobrou de tal forma que, um ano depois, através de um plebiscito, voltou à condição de presidente com todos os poderes. Acabou ali o melhor sistema de governo que se poderia ter: o parlamentarismo.
Com todos os poderes, Goulart passou a pregar reformas mirabolantes.
O legal na época era ser da esquerda: festiva, alegre e irresponsável.
E ele, homem rico e sempre de direita, bandeou-se prá lá.
Incentivados pelo governo, sindicatos, associações, e etc., passaram a contestar o regime e a exigir mudanças.
O Brasil vivia um clima de insegurança e de manifestações assustadores.
Era o retrato da Rússia de alguns anos passados.
Assustado, o povo, notadamente as mães de família, gente acostumada a ouvir que comunista comia criancinha e que liberdade religiosa não existia, passou a se manifestar abertamente contra o governo..
O comunismo era uma praga que desarticulava a  família e acabava com a religião cristã.
Com o aumento das manifestações coordenadas e incentivadas pelo governo em favor do presidente, nasceu em São Paulo e se espalhou pelo Brasil, a manifestação das famílias para que se colocasse um basta em tudo.
À  época os -  Diários e Emissoras Associados – de Assis Chateaubriand – era a maior cadeia de comunicação existente.
Era tão ou mais forte que a Globo nos dias de hoje.
Nasceu a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, apoiada pelos Associados.
Milhares de pessoas, pacificamente, principalmente com mulheres batendo panelas e latas, foram às ruas para protestar.
O movimento se espalhou e ganhou dimensões grandiosas.
Era o mês de março de 1964.
Àquela época o exercito brasileiro possuía em suas fileiras homens de grande conhecimento e que mereciam respeito e admiração da população.
Eram acima de tudo, patriotas e defensores do direito e do anticomunismo.
Nascia o movimento coordenado das forças armadas para derrubar Jango do poder.
No dia 31 de março de 1964, apoiado pelo povo nas ruas, o exército tomou, pacificamente, o poder derrubando João Goulart.
Uma revolução sem um único tiro ou uma única morte.
Era a vitória da Marcha da Família com Deus pela Liberdade.
O povo alegre foi para as ruas comemorar a vitória que era popular mesmo.
Os militares assumiram o poder.
A imprensa ajudou e se iniciou uma coleta de dinheiro junto ao povo para pagar os compromissos governamentais.
Era o “ouro para o bem do Brasil”.
Nunca se viu nada igual.  Todos colaboravam doando anéis, alianças, correntes, braceletes, bens que pudessem ser transformados em dinheiro e que seria entregue ao governo que se instalava.
Nunca vi uma prestação de contas daquilo.  Se é que houve uma.
No Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, cunhado de Jango e governador do estado, instalou a Cadeia da Legalidade, uma rede de rádio que combatia, pelas palavras, a decisão militar.
Emissoras de todo o país estavam envolvidas naquele movimento. Do lado do governo ou do lado de Brizola.
Em Maringá, a rádio Atalaia, das quatro existentes à época, ficou um dia inteiro na chamada legalidade.
O povo comandado pelo Dr. Adriano Valente, que era o candidato da UDN à prefeitura municipal, fechou a emissora sem atritos pessoais ou agressão a ninguém.
Com a união do exercito em São Paulo acabou a manifestação do governador gaucho que ganhou notoriedade e liderança nacional.

NAQUELA ÉPOCA – exatamente como agora – havia muitos partidos políticos, muito mais interessados em negociar apoios aos mandatários que em fazer política com seriedade. Era a política em beneficio próprio.
Igualzinho como ocorre hoje.
E nesse clima de dezenas de siglas que nada significavam – hoje são iguais – aconteceu a eleição de 1964 para as prefeituras de todo o país.
Em Maringá, Luiz de Carvalho, médico competente e vereador, elegeu-se prefeito com apoio do João Paulino.
Pela UDN concorreu Adriano José Valente.
Campanha sem sobressaltos e com a mesma tônica de todas as anteriores: comícios, passeatas, xingamentos pessoais e ataques desnecessários.
Na câmara de vereadores em 1964 havia um comunista declarado e eleito pelo PST: Bonifácio Martins, um sujeito combativo e atuante que pregava  comunismo abertamente.
Bonifácio saiu da cidade quando do movimento de 31 de março, sem se despedir de ninguém, e nunca mais voltou.

NO ANO SEGUINTE aconteceram, ainda com aquela enxurrada de siglas partidárias, as eleições para governador e para o congresso nacional e assembleias.
Se até então os militares  liderados pelo presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, estavam mais preocupados em arrumar a casa, derrubando a inflação galopante, corrigindo distorções, a partir da instalação do congresso, a coisa mudou e muito.
Era impossível governar – diziam eles – pressionados pelos congressistas cada vez mais contundentes nos pronunciamentos.
Com a rebelião de deputados e senadores, Castelo Branco, resolveu fechar o congresso.
Os atos institucionais eram editados e aceitos pelo congresso.
Veio o Ato Institucional n. 5 e acabou-se a liberdade individual.

ESQUERDISTAS de toda espécie, com comunistas pelo meio e, principalmente, políticos cassados, articulavam-se em núcleos chamados de resistência à ditadura enquanto que outros aproveitadores da situação, saqueavam bancos, roubavam, matavam, sequestravam autoridades, feriam militares nas ruas, etc.
Recrudesceu, com isso, o aperto na manutenção do regime instalado.
O governo acabou com os partidos todos e criou dois.
A Aliança Renovadora Nacional – ARENA – destinada a dar suporte ao governo no congresso nacional.
O Movimento Democrático Brasileiro – MDB – destinado a dar legalidade perante a comunidade internacional dos atos praticados pelos governantes.
E faziam isso muito bem.  Quando algum deputado se arriscava em falar além do combinado, era sacrificado com a perda do mandato.  E muitos o perderam.
Confronto entre os defensores do regime vigente e contestadores, era natural e ocorreram em muitos lugares.
Muita gente acabou pagando pelo que fez.
Pelo que não fez também.
Vitimas houve de ambos os lados.
Como em todo regime de exceção, a lei vigente era a do dono do poder.  Muitos sofreram execráveis torturas e acabaram morrendo.  De ambos os lados.  Ou alguém pensa que só os militares eram truculentos.
Os baderneiros que se uniam na oposição também assassinaram soldados, soltaram bombas, assaltaram bancos e sequestraram embaixadores.   
Em Maringá nunca aconteceu nada de importante.
Aqui todos estavam preocupados em trabalhar e pronto.

SE A PARTE política do regime era de linha dura, mudanças estruturais aconteceram em larga escala.
Acabou a  miserável troca de favores  eleitorais por votos.  Principalmente no Congresso Nacional.
Dois partidos eram suficientes e eram controlados pelo governo central.
Nasceu o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, que deu estabilidade às relações entre patrões e empregados.
O Estatuto da Terra procurou levar paz ao campo.
A moralidade da administração da coisa pública sem interferência político-partidária tornou-se, pela primeira e única vez, uma realidade.
A greve no serviço público  foi proibida.
Vereador deixou de ser remunerado para servir à sua comunidade.

Castelo Branco foi visitar o Ceará e o avião em que viajava caiu inexplicavelmente e ele faleceu.  Até hoje ninguém sabe o que aconteceu.
Veio Costa e Silva, depois Emilio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Batista Figueiredo numa sequencia de presidentes militares com competência e o que é mais importante, sem nenhum comprometimento com partido político. Eram extremamente competentes e com conhecimento das coisas do país.
O Brasil deu um salto fantástico de desenvolvimento.
Portos, aeroportos, estradas, universidades, tecnologia de ponta, fábricas, crescimento de mais de 10% ao ano no produto interno bruto.

Nasceu o Proálcool, o maior programa de energia renovável do planeta, graças à sagacidade e visão de macro economia do presidente Ernesto Geisel, um dos maiores estadistas que o país teve em toda sua história.
Democrata por excelência criou as condições necessárias para que os militares entregassem o poder de volta aos civis, lenta e gradualmente, sem ressentimentos e com amplo perdão para os dois lados.

A CRIAÇÃO de dois partidos foi uma das coisas mais positivas que os militares fizeram à época.
Esquerda de verdade não existia no Brasil.
Alinharam-se no partido oficial os que estavam no poder e no MDB os que pretendiam o poder sem ter, contudo, como coexistir com adversários históricos nas suas cidades.

Em Maringá, por exemplo, na ARENA participavam João Paulino, Túlio Vargas, Haroldo Leon Peres, Jorge Sato, Luiz de Carvalho, Ary de Lima, e tantos outros nomes históricos.
Para o MDB foi gente da mesma extirpe e com o mesmo desejo: participar da vida pública sem coexistir com os antigos adversários.  Silvio Barros, Adriano Valente, Antonio Facci, Walber Guimarães, Renato Bernardi,  os nomes de maior destaque do chamado partido de oposição, sempre foram partícipes do mesmo barco que os integrantes da ARENA. 
Apenas se abrigaram no outro lado para ter discurso e  sigla para disputar.

A REVOLUÇÃO foi muito mais positiva do que se imagina.
O Brasil cresceu a taxas altíssimas e progrediu em todos os setores.
A moralidade administrativa foi instalada e durou enquanto os militares estiveram no poder.
Praticavam atos dentro da lei que eles mesmos implantaram. É verdade.
Mas, tinham um objetivo: transformar o país numa terra de progresso, colocando fim ao eterno assalto às coisas públicas vigentes desde o descobrimento da Terra de Santa Cruz.

Político que roubava era cassado, perdia seu mandato sem nenhum julgamento.

Ninguém nunca viu uma denúncia de enriquecimento ou apropriação da coisa pública por parte dos militares que estiveram no poder.
E que poder.
Podiam tudo, mas jamais se apropriaram de coisas em beneficio próprio.
Basta ver a história. Rever os documentos. Consultar a própria consciência.

Que diferença do Brasil de hoje, onde se assalta o dinheiro público em todos os níveis, em todos os setores, sempre com a participação daqueles que foram eleitos para gerir o que é de todos.
Denúncias e mais denúncias de desvio de dinheiro público pululam diariamente na imprensa.
Sempre com o envolvimento de prefeitos, governadores, e até da presidente da república.
Envolvimento direto com a apropriação de dinheiro ou envolvimento indireto com a incompetência administrativa na condução de suas missões.

A Revolução de 1964 merece ser vista com isenção de ânimos e com respeito aos fatos como realmente aconteceram.

 
  
Os artigos, conceitos e opiniões pessoais são de inteira responsabilidade do autor.
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PADRE EDUARDO BELOTTI
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