Maringá, 24 de Junho de 2018
GLOBAL BENEFÍCIOS Black Bull Steak House
 
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ADEMAR SCHIAVONE
Memórias de um bom sujeito
 



SOMOS CRIANÇAS A VIDA TODA.  O QUE MUDA É O PREÇO DO BRINQUEDO.

MEMORIAS DE UM BOM SUJEITO
Com 12 anos de idade, em dezembro de 1952, ingressei no Banco Noroeste do Estado de São Paulo, como “contínuo”, uma espécie de office-boy de hoje, com a diferença de que fazíamos de tudo.
Prá começar o banco abria às oito da manhã  para o atendimento ao público e ia até às cinco da tarde.
A primeira coisa que fazíamos, chegávamos as sete da manha,  era a limpeza: varríamos, espanávamos os balcões e as mesas, enchíamos os tinteiros, revisávamos as canetas e etc.
Era essa a primeira obrigação dos “contínuos”.
Éramos três: o Waldemar Pareja, o Zé Grou e eu.
O gerente do banco era o Jacob Zenebra, um homem de poucos risos; o contador geral o Ermelindo Bolfer, sempre elétrico e atento a tudo e o chefe de serviço, que mandava em nós,  o mais jovem deles todos: Nélson Gaburo, recém-chegado do Estado de São Paulo.
O Nélson era um sujeito diferente: sorria quase sempre com desconfiança e tratava a todos com delicadeza, mas com energia.
Sabia que a permanência no posto de chefe dependia da sua atuação.
Moravam junto com outros dois funcionários solteiros, Hercules e Lourival,  em quartos que existiam no próprio banco.
Como estava sempre atento, abria o banco na hora que chegávamos.  E ninguém se atrevia chegar atrasado.  Era no horário mesmo.
No sábado, o banco abria até às onze horas.  Quando fechava, nós iniciávamos uma limpeza extra de toda a semana, que incluía lavar tudo e passar cera no banco inteiro.  Era o que mais aborrecia e cansava a gente.  Mas, tinha que fazer e pronto.
O Nélson ficava o tempo inteiro dando palpite e fiscalizando o serviço.
Apenas para informar, Maringá não tinha um único centímetro de calçamento nem na rua nem na calçada.  Era uma poeira de dar dó na seca e um barro danado quando chovia.

Num determinado sábado, o Nélson chamou o Zé Grou e eu e mandou a gente lavar a caixa d’água da agência.
Não explicou nem como deveríamos fazer.
Subimos no forro e a caixa estava cheia.   A poeira que se acumulava sobre o forro de madeira, tinha mais de palmo de altura.
Ficamos no impasse: como descartar a água da caixa?
Faltou inteligência a meninos como nós, de 13 anos naquele momento, para descer e abrir as torneiras.
Simplesmente pegamos um balde, o maior que podíamos, e esvaziamos a caixa jogando a água sobre o forro.
Lavamos do nosso jeito e fomos prá casa com uma fome danada.
Na segunda-feira quando chegamos ao banco o Nelson estava na porta: espumava de raiva e com uma vassoura na mão mandou a gente embora ameaçando bater.
Não entendemos nada, mas deu prá ver o estrago que havíamos feito: os mil litros de água jogados sobre o forro cheio de pó escorreram pelas paredes internas e provocaram uma sujeira de dar dó, sobre mesas, balcões e paredes.
Foi impossível abrir para o público sem antes fazer uma faxina completa.
Quem fez nem sei.
O Grou e eu fomos demitidos ali mesmo e sequer voltamos para receber o salário que poderíamos ter direito.

Mas, o Nelson continuou no Banco Noroeste até se aposentar, mais de 50 anos depois.
Nunca nenhum funcionário de qualquer banco na cidade, chegou aonde ele chegou: começou de baixo e virou gerente por muitos e muitos anos.
O mais identificado de todos:  todo mundo sabia que ele era o gerente do Noroeste.
Até virou o Nélson do Noroeste.

Era dedicadíssimo e vivia exclusivamente para o banco.   Conhecia todos os carreadores do município e cada um dos sitiantes e fazendeiros que neles moravam.  Era impressionante a sua ligação com todos.  Os sábados, domingos e feriados,  curtia rodando pelos carreadores e estradas rurais, de Jipe,  à procura de clientes.  Foi por isso que o Banco Noroeste manteve o Nelson como o seu embaixador e ao mesmo tempo, gerente de fato, que fazia sem consultar matriz ou diretoria.  Tinha autonomia.  Trabalhar com o Noroeste do Nelson era ter a certeza de que você jamais estaria na mão se precisasse de dinheiro e fosse um cidadão conhecido dele e de bem.
Ao que consta nunca deu nenhum prejuízo ao banco.
Muito pelo contrário:  deu muito lucro e nome.
Nélson Gaburo foi um bom sujeito.  Dos melhores que conheci e com quem trabalhei. Aliás, o Noroeste foi meu primeiro emprego.
Partiu deixando muita, mas muita gente mesmo, com saudade dos tempos em que gerente de banco era quem gerenciava sua conta e sua vida e todos sabiam que podiam confiar nele.
E como se confiava no Nélson do Noroeste....

NO GERAL SÃO IGUAIS
O Brasil passa por uma crise anunciada, esperada e que até tardou muito prá acontecer.
O governo federal gasta muito mais que arrecada.
O governo estadual gasta muito mais que arrecada.
Resultado: estamos em crise absoluta no Brasil e no Paraná.
A culpa é de quem?  Dos governantes, claro.
Mas, ninguém assume  e,  joga a culpa nos outros.
Sempre foi assim. E vai continuar.
E as cidades?
A mesma coisa.  Cada prefeito gasta muito mais que pode ou que deveria.
Exemplos têm aos montes.

Mas, depois que a Presidente Dilma fez passar uma lei ignóbil que a absolveu do crime de responsabilidade por não cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal – uma das maiores conquistas da sociedade em todos os tempos - ninguém mais está preocupado com nada.
Governador fará passar uma lei que o isente de cumprir com a lei de responsabilidade.  Prefeito também.  Afinal existe o principio da igualdade.   Se pode prá Dilma, pode pro Richa, pro Pupin, pro Chico Caiana, pro De Paula, prá todo mundo.

CABRITO CUIDANDO DA HORTA 
Mais uma CPI para investigar a Petrobrás.
Outra piada engraçada e de dar dor de barriga nas pessoas.
O presidente da CPI é do PMDB e o relator do PT.
Os dois receberam dinheiro graúdo de empresas denunciadas na operação Lava Jato, para fazer campanha política.
Como pode alguém que recebeu dinheiro de empreiteiras fiscalizarem essas mesmas empreiteiras?
Colocaram o CABRITO PRÁ CUIDAR DA HORTA.
Quer dizer: mais um a CPI de mentirinha prá enganar trouxa, como foram as duas anteriores.

SAFADEZA POR ATACADO
Quando se elegeu Eduardo Cunha o novo presidente da Câmara, tinha-se a impressão de que haveria realmente um jeito novo de governar: o de não dizer amém aos desejos do governo.  A independência desejada por todos e que seria uma forma de equilibrar as forças massacrantes dos apoiadores do governo.
Ledo engano.
Fazendo-se de bonzinho prá ganhar a eleição o presidente já colocou as manguinhas de fora: decretou que cada parlamentar pode receber a visita da sua mulher (ou marido) toda semana, à custa do contribuinte, que paga a passagem aérea.
Que safadeza sem limite.
O pior é que quem paga a conta – o contribuinte – nem sabe disso e se sabe fica quieto, enquanto os pilantras travestidos de parlamentares recebem salário, auxilio moradia, auxilio gasolina, auxilio um monte de coisas, que chega a mais de cem mil reais mensais.
E sequer  prestam contas.
Os nossos políticos estão abusando do direito de apropriar-se do dinheiro publico e da paciência do povo.
Lamentável.
Ah:  ele disse que amante não tem direito a passagem.  Só mulher e namorada.

BOM DOMINGO A TODOS

 
  
Os artigos, conceitos e opiniões pessoais são de inteira responsabilidade do autor.
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