Maringá, 17 de Janeiro de 2018
GLOBAL BENEFÍCIOS NUTRIGENES
 
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ADEMAR SCHIAVONE
Memórias de um sujeito
 



UMA CIDADE É O FRUTO DO TRABALHO DO SEU POVO
 
MEMORIAS DE UM BOM SUJEITO
Nesta semana a Câmara  Municipal  entregou o título de cidadão benemérito  de Maringá ao cidadão José Sanches Filho. Merecido.  É assim que se reconhece o trabalho efetuado ao longo dos anos  de pioneiros que, em diversas áreas ajudaram a construir essa cidade linda e que encanta a todos, inclusive,  e mais ainda aos que aqui vivem e criam seus filhos.
Conheci o Sanches quando chegou menino ainda, à nossa cidade.

Era o ano de 1953 e todos conheciam a todos.  A aproximação acontecia naturalmente pois,  tínhamos muito poucos lugares onde conviver amistosamente.
Um desses locais eram os campos de futebol que abundavam na cidade.
De terra, com traves de madeira, sem redes.  Só no centro, havia cinco:  dois na Praça da Igreja Matriz – ainda não se falava em Catedral – um no Ginásio Gastão Vidigal, um onde é o Fórum e um onde está a agência central dos correios.

Aos domingos e feriados, havia jogos em praticamente todos, além dos demais que existiam às dezenas.  
A gente se encontrava nesses campos, no auditório da Rádio Cultura prá assistir ao Clube do Caçula – programa infantil de grande audiência e agradável ao público – e nas ruas por onde circulávamos.

O Sanches, menino ativo e cheio de vida, começou como auxiliar de barbeiro.  Não dava dinheiro.  Mudou para vendedor de queijo que o Manoel Salomé fazia e trazia prá vender na cidade.   Ali ele descobriu sua verdadeira vocação:  vender.
Depois vendeu café embalado, linguiça, o que desse algum lucro.
Até que ingressou na Rádio Cultura e foi trabalhar com o Joaquim Dutra e equipe. A Cultura e a Jornal eram as únicas emissoras no ar.

Começou a vender propaganda prá rádio. No começou penou e muito.  Vender o que você não vê, só ouve, não é fácil.
Mas, ficou entusiasmado com a renda mensal que, ainda muito jovem conseguia.

Ávido por crescer, montou, junto com o João Batista Francotti,  a primeira Agência de Publicidade da cidade: a Publimar.
Vendiam prá outras emissoras também: as rádios Jornal e Difusora.
Durou pouco tempo a aventura do Sanches.

A Publimar enveredou para o caminho das pesquisas de opinião pública.

O Sanches deixou o negócio e voltou a se dedicar às vendas exclusivas para as emissoras da Rede Paranaense de Rádio, que ia se constituindo na maior rede de emissoras de rádio do Paraná, sob o comando de Samuel Silveira:  chegou a dezessete abrangendo todo o estado.
Embora a dedicação para as emissoras Jornal e Cultura, ajudava na implantação de departamentos comerciais nas emissoras da região.
Num tempo em que fez um estágio em Nova Esperança, na rádio Sociedade, conheceu a Nilce Ferrari, com quem se casou em 1962 e têm dois filhos que os acompanham a ajudam nos seus empreendimentos e que são vários e diversos.

Aprimorando-se no redigir textos para propaganda, foi crescendo sempre mais na organização.
Passamos a conviver mais amiúde quando ingressei no O Jornal do Ivens Lagoano Pacheco e que se tornaria no Jornal do Povo, hoje do Verdelirio Barbosa.a par disso comecei na Rádio Cultura a comentar futebol profissional quando nasceu o time do Maringá FC e logo em seguida o Grêmio.
Essa convivência dura, graças a Deus até hoje.

Com a venda do O Jornal, fui prá rádio Cultura onde já militava além de comentarista esportivo e fazia programa social.
Junto com o Sanches comecei a vender propaganda.

Ainda, naquele tempo, só o rádio era o único meio de comunicação de massa que atingia a todos indistintamente.
Gostei do ramo e nele permaneci por mais de trinta anos.   Ainda bem.  Foi um sucesso.

O Sanches era especial e aprendi muito com ele, principalmente, o modo cortes com que tratava os clientes e a atenção sempre especial que dedicava a cada um.
A cada novo anunciante, ele tinha uma maneira especial de ver.  Já no primeiro contrato, tratava de acompanhar as vendas e sugerir novas posturas, capazes de incrementar o negócio de cada um.
Lembro quando ele chegava com o contrato na mão, o texto pronto e dizia: “Olhe: o cara comprou dez inserções por dia.  Vamos colocar no ar trinta”.
Mas, companheiro, ele comprou só dez. “Eu sei”. “Acontece que se ele vender muito no primeiro anúncio que é feito só com a gente, ganhamos o cliente para sempre”“.
Dito e feito.  Ganhava mesmo.

E tinha mais:  bolava umas campanhas diferentes, sempre com o aproveitamento de uma frase que fosse muito popular.
Graças a isso, nasceu LAVANDO A EGUA, e fez com as Casas Jaraguá venderem com nunca e o Frederico Westfall, seu gerente, ganhar um   monte de dinheiro e montar a sua própria empresa, no mesmo ramo: a Casa do Compadre Frederico, um sucesso na Rodoviária antiga.
Ou, transformou a Casa Kacim num fenômeno de vendas no varejo, com preços imbatíveis, principalmente de calças Jens, com o famoso KACIM BAIXOU AS CALÇAS, que virou marca registrado e mote de campanha por muitos anos.

Quando apareceu a TV Coroados, em Londrina, alguns links foram montados e o sinal chegava, com chuviscos e na maioria das vezes completamente embaçados, em Maringá.  Mas, era o que tinha prá se ver.   Mesmo porque, os televisores de então, eram em preto e branco e todo mundo comprava um, mesmo prá ver futebol em vídeo-tape, programas repetidos de São Paulo e Rio, Chacrinha, e etc.
O Colorado RQ era a cobiça daquele tempo.  E até uma tela de  plástico duro e transparente as lojas vendiam e se colocava defronte à tela da TV prá fazer de conta que era colorida.
O Sanches e eu, com o sucesso das vendas para as emissoras que dirigíamos, resolvemos vender, também para a TV.
Na Coroados não deu certo.  Mas, em seguida foi inaugurada a TV Tibagi em Apucarana e a imagem chegava límpida a Maringá.  Vender ficou fácil.  O anunciante via sua propaganda.
Bem, na hora de receber a comissão, no primeiro mês de trabalho, uma surpresa: a TV só pagava as comissões para agências regularmente instituídas.  Nasceu a Atual Publicidade, que montamos às pressas, tendo ainda, como sócio minoritário o Sebastião Costa, um redator magnífico.

Quando comprei a Rádio Paranavaí, em, 1971,  vendi minha parte no negócio para o Sanches.  Precisava cuidar do investimento e pagar as prestações mensais que não eram pequenas, e mudar para lá.

Isso, contudo nunca diminuiu nossa amizade, sempre leal  e sincera.
Com a queda vertiginosa do prestigio do rádio como negócio, ele deixou o ramo.  Foi cuidar de piscicultura,  de criar porcos, de construir hotéis, de vender telefones, de vender imóveis e outras coisitas mais, sempre com a ajuda da Nilce e dos filhos.
Continua ganhando dinheiro e trabalhando diariamente.
É o meio mais seguro de envelhecer com dignidade e sempre cercado dos amigos.

O José Sanches Filho é um bom sujeito.
Dos melhores que conheci na vida.
Merece o titulo de Cidadão Honorário de Maringá.

CONTINUA A FARSA
Faz algumas semanas que não falo mais da economia, da política e das agruras que os brasileiros passam e pioram a cada dia.  No entanto não mudou nada.  Até piorou e muito.
A presidente Dilma continua mentindo cada vez mais e demonstrando que está completamente perdida em relação a tudo.
Basta ver o corte que fez no orçamento.
 Só da saúde cortou mais de doze bilhões.
Da educação mais de 13 bilhões.
Da infraestrutura de transportes, mais de 23 bilhões.

Mas, aumentou, criminosamente, a verba para os partidos políticos em mais de sete bilhões anuais.
Comprou com essa medida criminosa, o apoio dos senadores e deputados para aprovar a irresponsabilidade e os desmandos que continua fazer.

E, criminosamente, continua com trinta e nove ministérios e não sei quantas secretarias com estatus de.
Não cortou nenhum.
E o povo, paga a conta.
Ainda vamos trabalhar até o dia trinta e um só para pagar os impostos a que estamos sujeitos.

Mas, isso é uma norma que infesta a administração pública como um todo.
O Paraná, onde Beto Richa está no bico do urubu e paga o maior mico da historia, continua com vinte e nove secretários de estado.
Em Maringá, a mesma coisa: vinte e nove secretários.  Com, no máximo dez, a cidade estaria muito bem servida.

Falta competência ou prevalece o péssimo espírito de usar o dinheiro público para satisfazer a necessidade partidária ou particular de cada um?

Sei não.
Acho que ninguém pode falar em cortar dinheiro para saúde, educação e obras de infraestrutura necessárias ao crescimento do país, sem cortar na sua própria carne.
Como o governador Richa não pode negar o aumento da inflação aos servidores. É o mínimo que pode oferecer sem tripudiar sobre os direitos desses mesmos servidores.

Vamos  refletir sobre isso com isenção de ânimos, mas vamos, também, refletir com  sabedoria e análise de todos os ângulos possíveis em cada um dos setores.
É dinheiro demais  jogado fora enquanto o povo continua cada vez mais precisando de atendimento decente à saúde e de educação de base que possa tirar o povo da miséria em que vive.

BOM DOMINGO A TODOS

 
  
Os artigos, conceitos e opiniões pessoais são de inteira responsabilidade do autor.
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