Maringá, 21 de Novembro de 2018
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06.11.2017
Evento na UEM debate sobre cotas raciais
O Coletivo Yalodê-Badá promove a partir desta segunda-feira (6) o evento “Por que a UEM não tem cotas raciais?”. Como forma de ampliar o debate a respeito da ação afirmativa presente em diversas universidades em todo o Brasil, a iniciativa conta com a presença de graduandos, mestrandos e doutores que pesquisam e estudam a política de ação afirmativa e assuntos relacionados à população negra. Grupo iniciou neste ano campanha de coleta de assinaturas para pressionar a adoção da reserva de vagas na Universidade Estadual de Maringá.

Entre amanhã e terça-feira (7), aproximadamente 500 pessoas devem participar das palestras e discussões referentes ao tema que divide opiniões na sociedade. Sob a análise por diversas frentes, todas com o mesmo enfoque, proposta visa conscientizar a população sobre a necessidade das discussões sobre a desigualdade racial em Maringá e em diversas partes do País, principalmente na questão educacional. De acordo com a reitoria da UEM, aproximadamente 2% dos alunos da instituição são autodeclarados negros.

O evento de extensão se inicia às 19h no auditório do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE), no bloco B33, com entrada livre. No primeiro dia, estão confirmadas as presenças do professor doutor do departamento de história da UEM, Delton Felipe, a graduanda em história, Eloá Lamin da Gama, e a graduanda em história da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Natália Cordeiro Lisboa. Por meio da discussão sobre os antecedentes históricos e os modos os quais as ações afirmativas ajudam a reparar cenários de discrepâncias aparentes, Jenifer Silva fará a mediação dos debates.

No segundo e último dia, compõem a mesa a professora doutora do departamento de ciências sociais e representante da reitoria da UEM, Marivânia Conceição Araújo o professor doutor, também de ciências sociais, Hilton Costa, e o mestrando em psicologia, Paulo Vitor Navasconi. As duas chapas que concorrem ao Diretório Central dos Estudantes (DCE), Acelera (Chapa 1) e Construção Coletiva (Chapa 2), encerram a participação do evento. De acordo com Navasconi, a proposta é fazer com que o evento esteja aberto ao contraditório e que a população, estudantes e comunidade externa, contrária às cotas compreendam o significado desta política pública.

“Se a gente for ver, há mais de 10 anos que não se discute de forma séria e aprofundada sobre as cotas na UEM. Queremos fazer um evento deste jeito para que mais pessoas compreendam a luta pela implementação desta ação afirmativa. O intuito não é que seja um monólogo ou que apenas pessoas favoráveis as cotas compareçam. Queremos que pessoas contrárias e interessadas no debate participem e que ambos os lados debatam sobre o tema. Até o momento temos 2 mil assinaturas para o abaixo-assinado que será entregue para a reitoria como forma de pressionar a concretização das cotas raciais na UEM”, explica. Nos dois dias a entrega é gratuita e terá certificado de 10 horas aos estudantes participantes.

Matheus Gomes
Foto - Reprodução
 
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