Maringá, 21 de Fevereiro de 2018
GLOBAL BENEFÍCIOS NUTRIGENES
 
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17.01.2018
Prefeitura orienta vacinação contra febre amarela
Somente nos 10 primeiros dias úteis deste ano, aproximadamente 700 maringaenses se vacinaram contra a febre amarela na Sala da Vacina ou nas dezenas de Unidades Básicas de Saúde (UBS’s). Em razão do aparecimento de casos, suspeitos e confirmados, em estados como Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, o índice de procura para a imunização da doença aumentou consideravelmente em comparação aos outros anos. Macaco morto em Maringá na última semana preocupou autoridades.

Em números gerais, a procura por uma dose contra a febre amarela aumentou significativamente em todo o País, especialmente a partir da segunda quinzena de dezembro, com o crescimento dos casos suspeitos e até de mortes. Nessa terça-feira (16) a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nota para considerar todo o estado de São Paulo como uma área de risco iminente para contrair o vírus transmitido principalmente pelo mosquito Aedes aegypti, em zonas urbanas. Orientação nacional é pela imunização ao mesmo tempo em que medidas devem ser tomadas para evitar a proliferação de mosquitos.

Somente nesta semana, cidades como Belo Horizonte (MG), Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ) confirmaram o óbito de três pessoas motivadas pela contaminação com a febre amarela. Considerada como “muito rara” a doença pode ser adquirida no perímetro urbano e em zonas de mata. Desta forma, quem não se imunizou e identificou nos últimos dias sintomas como dores nas costas, abdômen, músculos, além de calafrios, fadiga, febre prolongada, náusea e vômitos deve procurar um hospital para buscar um diagnóstico preciso.

Diante do cenário de preocupação em todos os locais, a Prefeitura de Maringá divulgou uma nota sobre a importância da vacinação e também a respeito do monitoramento de macacos nos parques. Um dos meios mais eficazes de se identificar a presença de mosquitos contaminados se deve ao aparecimento de animais mortos sem a constatação de traumas ou ataques de caçadores. Com isso, a Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal anunciou controle epidemiológico nos macacos que vivem e são alimentados no Parque do Ingá, Bosque 2 e no Horto Florestal.

Com aproximadamente 600 primatas registrados, exames para a coleta de materiais são realizados ao mesmo tempo em que comportamentos diferentes são analisados. Por fim, busca-se encontrar qualquer situação irregular, como adoecimento por raiva ou até mesmo a febre amarela. Em 2017, das sete mortes de macacos nos espaços públicos da Cidade, nenhuma se deu por questões de saúde, fato que serve para tranquilizar as autoridades locais.

Ao lado da Secretaria de Meio Ambiente, a de Saúde também promove trabalhos, desta vez voltados para o incentivo a vacinação e aos cuidados com possíveis criadouros de mosquitos que transmitem o vírus RNA, da febre amarela. Segundo a diretora da Sala da Vacina, Edilene Góes, a vacinação contra a doença pode ser feita somente uma vez na vida, não sendo mais necessária a atualização a cada 10 anos. “Há mais de um ano o medicamento prevê imunização para sempre. Fica muito mais fácil se proteger contra a febre amarela, principalmente quem vive em locais com registros ou zona de mata. Somente nos primeiros dias de janeiro já tivemos 662 pessoas vacinadas e preocupadas com a doença. A população precisa compreender que o medicamento é fundamental”, relata.

Mesmo sem nenhum caso em Maringá, a Secretaria da Saúde orienta os mesmos cuidados em relação ao combate a dengue e sobre a necessidade de prestar atenção aos sintomas, especialmente a febre prolongada, para que em caso de constatação da doença, o tratamento se inicie o quanto antes. A vacina é liberada para pessoas de ambos os sexos com até 60 anos. Acima desta idade será necessária uma autorização médica obtida de forma simples. Nas UBS’s as vacinas são distribuídas às segunda, quartas e sextas-feiras, enquanto na Sala da Vacina, localizada no prédio da Secretaria de Saúde, a vacina é aplicada de segunda a sexta, totalmente gratuitas.

Matheus Gomes
Foto - Reprodução
 
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