Maringá, 21 de Junho de 2018
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07.03.2018
Projeto de eliminadores de ar é aprovado
Na sessão de ontem da Câmara de Vereadores, foi aprovado em segunda discussão, por 11 votos, projeto do vereador Flávio Mantovani (PPS) que obriga a Sanepar a instalar equipamento eliminador de ar nas tubulações do sistema de abastecimento de água em Maringá, por solicitação do consumidor que pagará o equipamento e as despesas de instalação.

De acordo com a proposição, a partir da publicação da lei as novas instalações de rede de água já devem ter incluso o equipamento sem custo para o consumidor.

O gerente geral da Sanepar para a região noroeste, Sérgio Veroneze e o gerente regional de Maringá, Valteir Galdino da Nóbrega, estiveram na sessão, para expor a visão da Sanepar sobre o projeto. Segundo Veroneze, a empresa cumpre a lei estadual 13.962 que autoriza a concessionária a instalar eliminadores de ar na rede de distribuição global.

Veroneze informou que as redes de água contam com 40 eliminadores de ar e novamente insistiu que não existem equipamentos eficientes no mercado, com certificado do Inmetro e reiterou que há risco de contaminação da água, tanto da unidade quanto da rede.

Os dois enfatizaram investimentos na cidade e questões legais, para evitar que o projeto de lei fosse aprovado, mas mesmo assim, após o debate do projeto, o texto foi aprovado por 11 votos, em segunda discussão. A partir de agora, a matéria segue para a redação final e, na sequência, para o Executivo que poderá sancionar ou vetar. Procurada, a assessoria de imprensa da Prefeitura disse que ainda não vai se manifestar sobre o projeto e só vai comentar o assunto quando o texto for entregue a administração.

PONTOS DE ATENDIMENTO
Também em segunda discussão foi aprovado, por 12 votos, projeto de autoria dos vereadores Flávio Mantovani, Alex Chaves (PHS) e Carlos Mariucci (PT) tornando obrigatório às empresas concessionárias de serviços públicos essenciais, instaladas em Maringá, disponibilizar um ponto de atendimento presencial para cada grupo de 100 mil habitantes.

O projeto pode afetar Sanepar e a Copel, que de acordo com a norma deverão disponibilizar pontos de atendimento nas quatro regiões do município, de modo a facilitar o atendimento a população. Segundo a redação do projeto de lei “o não cumprimento da presente lei sujeitará o infrator às seguintes penalidades: advertência e multa no valor de R$ 10 mil, dobrada a cada nova reincidência”.


Cláudio Santos
Foto - Reprodução
 
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