Maringá, 22 de Junho de 2018
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12.03.2018
Sema estuda implantação de Ecopontos de entulhos
A população de Maringá conta com mais um local para descarte de pilhas e baterias. De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Bem-estar Animal, Ederlei Alckamin foi colocado na sede da secretaria, mais um Ecoponto para receber os materiais inservíveis.

O secretário acrescenta ainda que, “existe uma proposta em conjunto com a educação ambiental para ampliar isso para a rede pública nas escolas municipais, mas ainda estamos em conversas”, diz.

Além das pilhas e baterias, em Maringá o descarte de entulhos nos canteiros centrais e terrenos baldios, é comum. Alckamin afirma que a Sema está monitorando essa situação e pretende instalar em breve Ecopontos onde a população poderá depositar esses materiais.

A responsabilidade para definir os locais será compartilhada com a Secretaria Municipal dos Serviços Públicos (Semusp).

Segundo o secretário da pasta, Vagner de Oliveira, “ficou sobre a responsabilidade da Sema, viabilizar os locais eu só vou fazer a construção e a manutenção dos locais”, aponta.

De acordo com Alckamin, o projeto ainda está em fase de análise. “Estamos estudando essas áreas, já levantamos e monitoramos os pontos de descarte onde as pessoas jogam irregularmente esses materiais. Perto desses pontos pretendemos colocar um local onde as pessoas possam descartar sem nenhum prejuízo para as vias centrais”, afirma.

Maringá conta com diversos Ecopontos para destinação de rejeitos, como os do Programa Recicla Óleo que Coleta Óleo de Fritura Pos-Consumo. Além deste no município existe ainda Ecopontos de Coleta de Sucatas Eletrônicas, que são enviados a Cooperativa Coopercanção. Ecopontos Fixos de Coleta de Resíduos de Vidros, destinados a Cooperativa Coopervidros. E os Pontos fixos de Coleta Seletiva de Materiais Recicláveis em Geral.

BOTA FORA
O Programa Bota-Fora, responsável pelo recolhimento de móveis, eletrodomésticos e pneus velhos nos bairros de Maringá, está suspenso desde janeiro deste ano, após denúncia feita ao Ministério Público, pelo vereador Homero Marchese, de que o material recolhido pelo programa da Prefeitura de Maringá era despejado em área sem licenciamento ambiental.

A época, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) proibiu o descarte de entulhos na pedreira até que seja feita a regularização de área para recebimento do lixo. Também foram aplicadas duas multas à prefeitura: de R$ 1 mil e R$ 10 mil.

Segundo informações da assessoria de imprensa da administração municipal, no espaço era feita apenas a transição entre o recolhimento e as cooperativas de reciclagem. De acordo com Oliveira, “a Pedreira, ela estava toda regular, mas como houve a denúncia do vereador agora nós vamos fazer algumas adaptações, lá não era usado para descarte era só para fazer separação dos materiais do bota fora, então agora a gente vai fazer um piso para colocar esse material e não ter contato com o solo, mas é um material inerte”, justifica.

Em 2017, o Bota-Fora recolheu cerca de 2 mil toneladas de entulhos em 47 bairros, entre móveis, eletrodomésticos, pneus e outros objetos que são potenciais criadouros da larva do mosquito da dengue. Esse material era recolhido aos sábados e domingos e encaminhado para a pedreira municipal, onde era feita a seleção e separação do que seria encaminhado para as cooperativas.

LEGISLAÇÃO
A Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/10 a Resolução CONAMA nº 257/99, a Legislação Municipal nº 7055/05 e o Decreto nº 1028/06 disciplinam a necessidade da correta destinação das Lâmpadas fluorescentes, pilhas e baterias. As lâmpadas contêm substâncias tóxicas ao ser humano e ao meio ambiente. Ao serem incorretamente manuseadas, podem acarretar acidentes que colocam em risco a saúde da população e o ambiente, contaminando o solo, os recursos hídricos, a flora e a fauna local.

As lâmpadas queimadas devem ser destinadas ao revendedor e ao fabricante que tem a responsabilidade socioambiental e legal de receber de volta as lâmpadas queimadas e providenciar sua descontaminação.

Em Maringá, a lei Municipal nº 7055/05, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 1028/06 determina quem são os responsáveis pelo recolhimento e descontaminação das lâmpadas, pilhas e baterias, e prevê penalidades pelo não cumprimento.

As pilhas e baterias fornecem eletricidade a partir de reações químicas, contém metais pesados, como o mercúrio, que podem provocar efeitos crônicos e danos ao cérebro, o chumbo, que causa danos no sistema nervoso central; e o cádmio que se acumula no corpo humano, especialmente nos rins.

As pilhas oxidam-se quando expostas ao sol e à umidade e, quando misturadas ao resto do lixo, ocorre o processo de oxidação, as embalagens se rompem, liberando metais que se misturam ao chorume. Essa mistura pode penetrar no solo e atingir as águas subterrâneas ou chegar a rios e lagos, contaminando todas as espécies de vida desse ecossistema.

DESCARTE
Para descarte de Sucatas Eletrônicas, a Sema disponibiliza nove locais, o Paço Municipal, Av. XV de Novembro, 701; o Supermercados Cidade Canção, Av. Brasil, 7225; SESI, Rua Antonio Carniel, 499; Tiro de Guerra de Maringá, Av. Mandacaru, 730; 4º Batalhão de Policia Militar, Rua Mitsuzo Taguchi, 99;
Camará Municipal de Maringá; Av. Papa João XXIII, 239, Coopercanção, Rua P. Gertrude Heck Fritzen, 5769; Faculdades Maringá, Av. Prudente de Morais, 815 e na UNIFAMMA - Faculdade Metropolitana de Maringá, Av. Horacio Racanello Filho, 5000.

Já para o descarte de vidros, os locais são: o Tiro de Guerra de Maringá, Av. Mandacaru, 730; 4º Batalhão de Policia Militar, Rua Mitsuzo Taguchi, 99; nas paróquias Menino Jesus de Praga, Rua Monsenhor Kimura, 31, Cristo Ressuscitado, Av. Rio Branco, 1.000, Nossa Senhora de Guadalupe, Av. Carlos Borges, 1.999, Santo Antônio, Praça Santo Antonio s/nº e Santa Maria Goretti 3031-5371 Rua Visconde de Nassau, 534. Na Subprefeitura de Floriano, Rua Pion. Octavio Franco, 1.135 e na Coopervidros, Estrada São Luiz, 2119, Gleba pinguim.

Para o descarte de Pilhas e Baterias de Celulares, a população pode se dirigir a Secretaria de Meio Ambiente, Av. Cerro Azul, 544 e a o Atacadão Maringá, Rua Fernão Dias, 300 .
Cláudio Santos
Foto - PMM
 
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