Maringá, 21 de Novembro de 2018
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08.05.2018
Infestação por dengue tem queda em Maringá
A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Saúde, divulgou na manhã de ontem (7) o 2º Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (Lira) de 2018.

Com presença de servidores e o secretário da pasta, os resultados comprovaram queda significativa do risco de contaminação de doenças transmitidas pelo vetor, entretanto, alerta para cuidados será mantido. Participantes da reunião comemoraram o resultado.

Realizado periodicamente, o levantamento visa identificar através de amostras colhidas por servidores a cada dois meses a infestação em quintais, terrenos baldios e até no lixo intradomiciliar de larvas do mosquito. Através do Índice Geral de Infestação Predial de Maringá (IIP), o poder público obtém informações que ajudam na criação de políticas públicas contra uma possível epidemia, ampliar a atuação em determinadas regiões e alterar a proposta de enfrentamento ao Aedes.

Em fevereiro deste ano, principalmente em virtude das férias e do aumento da umidade e calor, o índice de infestação do mosquito chamou a atenção da Prefeitura, que teve de intensificar ações para matar larvas e diminuir os riscos de contaminação. Com base no documento, diversas regiões populosas de Maringá, como a Vila Morangueira, Jardim Alvorada, Parque Tarumã e Cidade Alta apresentaram números de infestação predial em torno de 9%. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tolerável é 1%, fato que causou o alerta para a Secretaria Municipal de Saúde.

Dois meses depois da primeira pesquisa do ano, a Prefeitura divulgou nessa segunda os resultados positivos dos trabalhos desenvolvidos entre março e abril. Sob coordenação do secretário Jair Biatto, no Auditório do Hospital Universitário, o Lira foi apresentado publicamente. Com base nos índices de todos os bairros, a Infestação Predial de Maringá ficou em 1,1%, com coletada de dados entre os dias 23 e 28 de abril. No levantamento anterior, o número foi de 3,6%, considerado como de “risco médio”, próximo a alto.

Também diferentemente do resultado apresentado em fevereiro, outras dezenas de bairros com infestação acima de 4%, quatro vezes acima do número referencial para o poder público, neste segundo documento de 2018 nenhuma região ficou no grupo de “risco alto”. Localidades como Parque Itaipú, Hortência, Ney Braga, Requião I e II, Zona Cinco, Tarumã, São Clemente, além do distrito de Floriano, apresentaram redução de infestação acima de 50% e foram primordiais para baixar o risco de Maringá.

Segundo Biatto durante a solenidade, mesmo com os motivos para celebração sobre o resultado, o alerta para a Secretaria será mantido, de forma em que os esforços realizados não diminuem neste momento, mesmo com a aproximação do frio e a redução da umidade, que criam um ambiente desfavorável ao Aedes aegypti. Alerta este muito por conta da existência de bairros que apesar de estarem mais seguros que em fevereiro, ainda estão com o “risco médio” descrito.

BAIRROS
De acordo com Jair, as localidades que demandam maior atenção a partir do levantamento e o conhecimento das respectivas situações se devem ao Jardim Real, Monte Rey, Rebouças, Santa Helena e Parque das Laranjeiras. Em média, estes bairros ficaram com Índice de Infestação Predial de 2,3%, o dobro da atual média maringaense, mas ainda assim abaixo do registrado em 2017 e no primeiro Lira de 2018.

Para o secretário, estar abaixo do “alto risco” é importante, mas ainda assim medidas deverão ser colocadas em prática. Ao mesmo tempo, segue a recomendação para que a população evite o descarte de objetos que possam servir de criadouro.

A proposta de aumentar medidas que vão desde a fiscalização intensificada de servidores, passagem de carros com o “fumacê” e remoção de lixos e entulhos, especialmente pelo programa “Bota Fora”, também deverão ser implementadas gradativamente em outras localidades que ficaram acima da infestação em 1%. Do lado oposto da tabela, bairros como Vila Operária e a Zona Oito foram os locais com menor risco de infestação, com índice de 0,7%, seguido das Zonas Dois, Sete e Quatro, junto de Cidade Jardim, Jardim Quebec e Zona Central.

PROJETO
Como forma de auxiliar as medidas já colocadas anualmente pela Prefeitura a fim de reduzir a infestação dos mosquitos em Maringá, que figurou nos últimos três anos dentre as cidades com maior quantidade de casos confirmados do Paraná, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, outro projeto é acompanhado de perto pela Prefeitura. O chamado “Aedes do Bem” segue em fase de análise e deverá ser colocado em prática assim que os resultados positivos forem confirmados.

Desenvolvida por meio do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), a iniciativa, ainda como projeto-piloto, consiste em atuar de forma efetiva no combate a dengue, zika vírus e a febre chikungunya com uma medida altamente tecnológica. De acordo com os coordenadores da proposta, o objetivo, já em fase avançada, é alterar geneticamente o mosquito Aedes aegypti, fato que irá gerar insetos transgênicos. Desta maneira, os vírus transmitidos pelo vetor não serão passados ao ser humano. Sem uma data concreta para a finalização das análises, após a confirmação e liberação por parte do Instituto de Tecnologia, servidores da Prefeitura acompanham o projeto de perto, visto a possibilidade de implantação em Maringá.

Matheus Gomes
Foto - Reprodução
 
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