Maringá, 20 de Setembro de 2018
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16.05.2018
Briga entre vereador e PM será investigada
Diante da polêmica e da repercussão após a troca de agressões entre o vereador Mário Verri (PT) e o soldado da Polícia Militar, Roberto Pessutti, as primeiras medidas sobre o caso foram tomadas nessa terça-feira (15).

Contra os dois envolvidos, o conflito já gerou registro de ocorrência na 9ª Subdivisão Policial, exame de corpo de delito, discurso no plenário e abertura de sindicância.

Sem divergências sobre o começo da briga, após relatos de Verri e Pessutti, o fato ocorreu durante o desfile de aniversário de 71 anos de Maringá, na manhã de segunda-feira (14). Em razão das diferenças políticas e ideológicas, aliado a acusações, uma discussão efusiva teve início na frente dos demais presentes e só terminou depois de um tapa ser desferido por parte do parlamentar.

CONFUSÃO
Com presença de aproximadamente 3,5 mil pessoas nas ruas de Maringá durante essa segunda-feira, diversas autoridades e associações municipais participaram das celebrações do septuagésimo primeiro ano desde que a Companhia Melhoramentos Norte do Paraná (CMNP) iniciou a venda dos primeiros lotes. Em realização na Avenida XV de Novembro, arquibancadas foram instaladas para a passagem de convidados e figuras simbólicas para a história da Cidade.

Ao chegar ainda durante a manhã de viagem a Curitiba, o vereador que está no quarto mandato compareceu ao desfile e de imediato procurou um local para acompanhar as celebrações. Por parte de um grupo de apoiadores do juiz federal Sergio Moro, Verri relatou ter sido provocado, entretanto, em tom de brincadeira e sem atritos, para tirar foto com a imagem do magistrado. Após negar de forma descontraída e não ocorrer nenhuma troca de ofensas, nem mal estar, o parlamentar continuou a andar pelo espaço.

Visto pelo soldado Pessutti, integrante de um grupo conservador de Maringá, autointitulados de “Patriotas”, Verri foi novamente abordado, desta vez em tom de ameaça. Por parte do militar, críticas foram feitas ao fato do vereador ser filiado ao Partido dos Trabalhadores.

Diante disso, acusou o parlamentar de ser “ladrão” e outras ofensas semelhantes. Logo na sequência, o petista desferiu um tapa no rosto do policial, que também buscou a agressão, não obteve êxito e foi contido por populares que acompanharam a situação. Levados para lados opostos, os ânimos se acalmaram rapidamente.

Verri e Pessutti procuraram a Polícia Civil para o registro de ocorrências, por calúnia, injúria e difamação, e pelo tapa sofrido, respectivamente.

DESDOBRAMENTOS
Na manhã dessa terça-feira, durante o grande expediente em sessão ordinária na Casa de Leis, o político maringaense aproveitou do tempo disponível para apresentar a versão dos acontecimentos. No Plenário, Mário relatou que o grupo com imagens de Sergio Moro não o ofendeu, porém, Pessutti, em atitude isolada, o seguiu para dar início as ofensas. “Estava ao lado do palco, havia pessoas do MBL [Movimento Brasil Livre] e houve brincadeiras dos dois lados, nada fora da normalidade. A única coisa foi com o soldado”, explica. Após este primeiro fato, Pessutti o teria abordado duas vezes e desferido termos como “vagabundo”, “safado” e “ladrão”, fato que gerou revolta no vereador.

“Eu nasci nesta Cidade. Sou filiado no Partido dos Trabalhadores há 34 anos. Eu tenho uma família muito respeitada por todos os setores. As pessoas podem não gostar do Mário, podem não gostar do meu partido e podem não gostar do que eu faço. Isso não dá o direito de me chamar de ladrão ou de bandido, coisa que eu não sou. Aí eu o agredi, dei um tapa na cara dele. Não sou ladrão. Se eu fosse eu iria abaixar a cabeça, como muitos fazem”, relata Verri.

Após apresentar a versão dos fatos e agradecer a equipe da PM presente no evento, o vereador foi aplaudido pelos presentes na sessão. Carlos Mariucci (PT), presidente municipal da sigla, também comentou sobre o caso e manifestou solidariedade ao colega de bancada. Nenhum outro parlamentar citou o incidente.

Entre segunda e terça-feira, Pessutti utilizou das redes sociais para apresentar as explicações sobre a ocorrência. Além do boletim feito na 9ª SDP, o militar se dirigiu ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização do corpo de delito, exame que busca verificar marcas deixadas pelo tapa. Diante dos documentos gerados, o policial garantiu que irá entrar com um pedido de Comissão Processante (CP) na Câmara Municipal, instrumento este que pode resultar em cassação de mandato de Mário.

Também com possibilidade de punição, desta vez contra o militar, o comando do 4º Batalhão abriu uma sindicância interna. Ainda não há prazos concretos para a definição de resultados na avaliação do 4º BPM.

Matheus Gomes
Foto - Reprodução
 
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