Maringá, 20 de Agosto de 2018
GLOBAL BENEFÍCIOS Black Bull Steak House
 
Untitled Document
22.05.2018
Greve de caminhoneiros tem início em todo o Brasil
Dezenas de rodovias em todo o Brasil amanheceram bloqueadas nessa segunda-feira (21) por protestos de caminhoneiros. A ação organizada foi desenvolvida após cinco aumentos consecutivos no preço da gasolina e diesel, anunciados pela Petrobrás e o Governo Federal nos últimos 10 dias. Com o valor dos combustíveis próximo a R$ 5 em várias localidades, inclusive Maringá, um greve geral da categoria está em fase de construção.

Somente na região norte e noroeste do Paraná houve o registro do bloqueio parcial e total de sete vias. No entorno de Maringá, a maior mobilização em rodovias federais se deu na BR-376, próximo a Mandaguaçu.

Em locais sob a responsabilidade do Paraná, a PR-317 também foi bloqueada por um grupo, principalmente, de trabalhadores de Maringá e outros municípios próximos. Até o final da tarde de ontem, a adesão ao movimento era inferior aos protestos registrados em 2015, que possuíam as mesmas reivindicações.

Bem como em outras regiões do País, na última sexta-feira (18) caminhoneiros decidiram pelo início de greve nesta semana depois de um aumento de aproximadamente R$ 0,40, em média, somente no caso do diesel.

De acordo com o Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Paraná (Sindicam), em assembleia geral e extraordinária realizada há cinco dias, o grupo decidiu, por unanimidade, aderir aos protestos. Desta forma, a categoria está unida pela redução do preço do óleo diesel ao mesmo tempo em que pedágios parem de cobrar em casos de eixo suspenso.

Segundo o presidente do Sindicam, Laertes de Freitas, via nota oficial, há registro de paralisações em 15 rodovias federais do Paraná e outras 17 em rodovias estaduais.

Em localidades sob a responsabilidade da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), durante várias horas, todas as vias, nos dois sentidos, ficaram fechadas e com autorização de passagem somente para ambulâncias e caminhões com produtos perecíveis. Em pelo menos seis trechos, houve a confirmação da queima de pneus, como forma de chamar a atenção para as duas reivindicações.

No caso das estradas federais, a Advocacia Geral da União (AGU) conquistou ação de interdito proibitório que restringe a atuação dos caminhoneiros. Por parte de um juiz federal, de Curitiba, uma liminar de proibição da greve foi divulgada e prevê multas de até R$ 100 mil por hora de paralisação nas rodovias. No trecho mais próximo a Maringá, na BR-376, após o Contorno Norte, o fechamento das duas vias foi de apenas 30 minutos. No restante do dia, veículos ficaram estacionados no acostamento e bloquearam apenas uma pista em um dos sentidos, fato que não reduziu significativamente a fluidez do trânsito.

Também de forma a coibir a ação, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) encaminhou para o Governo Federal, por meio do Ministério Extraordinário da Segurança Pública, um ofício para somar a AGU sobre irregularidades cometidas diante da greve.

Desta forma, a instituição deixou claro se a paralisação abranger todas as vias, mediante bloqueio total, a situação será considerada um crime, por violar o direito a locomoção. A medida não possui valor legal nas rodovias estaduais, como a PR-317, onde o protesto próximo a Maringá teve mais volume. Mesmo com as restrições e adesão menor, diferente do que fora visto há três anos, a paralisação não tem prazo para se encerrar, entretanto, deve ser revista na manhã de quinta-feira (24), pelo próprio movimento.

Matheus Gomes
 
19.08.2018
Celibato clerical
19.0.2018
Mara Maravilha briga com Léo Dias
19.08.2018
Prefeito destaca 89 obras em andamento
19.08.2018
Antiga Estrada Venda 200 será caminho turístico
19.08.2018
Samu ganha ambulância doada por empresário
19.08.2018
Temer convoca reunião para discutir ataque a venezuelanos
Nipo Brasileiro Contabilidade
Asia Sushi Beer
SINCONFEMAR
Della Pizza
B1
Centro Comercial Tiradentes
Paraná Banco
MAPA - Venda de Ônibus
Oliver Media
Garage Motors
OdontoAtual