Maringá, 24 de Junho de 2018
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12.06.2018
Brasil descobre que é refém do caminhão
Parece manchete do Sensacionalista. Mas não é. É a pura verdade. A recém terminada greve dos camioneiros, além dos inúmeros problemas deixados, serviu para se chegar a uma conclusão dramática: o Brasil não consegue sobreviver sem o caminhão. Ou do camioneiro, como queiram. Não importa. O que se conclui é que um País como o nosso, com toda a sua plenitude produtiva, está nas mãos de um simples veículo de estrada. Sem entrar no mérito dos motivos que levaram os camioneiros, autônomos e de empresas a paralisar atividades por dez dias, motivo este absolutamente justo do ponto de vista econômico, o fato é que ninguém até então tinha medido a dimensão do poderio do transporte rodoviário.

Poderio este que consegue parar um pais do nosso tamanho. Tudo foi sentido. Em todos os setores, quer alimentar, industrial, produção aviária, agricultura e por aí afora. A greve terminou há mais de dez dias, mas os problemas de abastecimento ainda podem ser sentidos em diversos setores da nossa economia.

Até então todos ou quase todos pensavam que os caminhões serviam especificamente para transporte de produtos agrícolas, ou mais precisamente dos Estados mais produtivos como o Paraná e o Mato Grosso, para os portos marítimos.

Nunca se pensou que a comida da mesa, a roupa do corpo, o material da escola, a gasolina do veículo, etc., dependesse exclusivamente do caminhão na estrada e que se este parasse tudo desapareceria, como de fato aconteceu.

Os motivos desta situação de há muito são conhecidos, mas nunca ninguém deu importância, especialmente a classe política, que tinha e tem a incumbência de direcionar o país.Trata-se do transporte ferroviário.

Há mais de trinta anos a Economia Brasileira deu as costas para o trem, como se as estradas rodoviárias fossem melhores e mais produtivas, o que absolutamente não é verdade.

Por isso é que o Japão, país que prestigia quase que totalmente o transporte ferroviário quase caiu duro quando percebeu que no Brasil ninguém dá bola para os trens.

E não é só no Japão não. Nos Estados Unidos o trem comparece com quarenta por cento do transporte econômico. Nos países Europeus a média é mais ou menos idêntica.

Só no Brasil mesmo que não se dá valor ao trem. E há um enorme contrasenso. Nossas estradas são ruins, mal acabadas, abandonadas.
Alguém de fora vai perguntar:
-Ora, mas vocês não dão bola para trens e porquê as estradas são tão ruins assim?
Pois é. Isto é Brasil.

O fato é que o prejuízo para nossa Economia é estratosférico e vai demorar muito para colocarmos novamente a casa em ordem. Se é que algum dia ela esteve perfeita.

O início todos já sabem. Eu, você, ele, ela, todos teremos que pagar a conta, que não vai ser pouca.

Por isso, amigo, doravante, quando você estiver na estrada e se irritar com o grande número de caminhões, acho que não dá mais para manda-los para aquele lugar, como é de costume.
É melhor mandar um abraço. É eles que mandam....


Walter Poppi
Foto - Reprodução
 
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