Maringá, 19 de Novembro de 2018
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10.07.2018
Licitação para segurança na Câmara de Maringá
A Câmara Municipal de Maringá anunciou ontem (9) a Empresa Tático Perseg como vencedora da licitação para a segurança privada do parlamento, mas o resultado da licitação ainda será apreciado pela Procuradoria Jurídica da Câmara e só depois homologado pelo presidente do Legislativo.

Nesta segunda-feira (9), houve a abertura das propostas, a primeira colocada foi desabilitada, venceu a segunda com uma proposta R$ 149.229,00, que é um valor para 12 meses de prestação de serviço.

Nos últimos meses, as sessões da Câmara registraram episódios de agitação acima do tolerado. Um jornalista foi agredido e teve o celular roubado em uma dessas ocasiões.

A decisão foi tomada pelo presidente da Câmara, Mário Hossokawa, que viu a necessidade da contratação desse serviço para evitar tumultos nas sessões. “A gente não sabe que horas que pode acontecer alguma coisa, então, a gente vê a necessidade de ter a segurança na casa. De repente, numa sessão tranquila, pode acontecer alguma coisa ou vir alguém aqui que fica descontente com algum vereador, com o próprio público presente e isso virar um confronto. Nós entendemos que precisamos ter o mínimo de segurança para as pessoas que frequentam a assembleia”, justifica o presidente.

O assunto veio à tona depois da confusão que ocorreu durante uma sessão em outubro do ano passado. A Guarda Municipal e a Polícia Militar tiveram que ser chamadas para manter a ordem no plenário. Em fevereiro deste ano, a sessão itinerante que seria realizada no Jardim São Silvestre foi desmarcada por questão de segurança, depois que duas crianças foram baleadas e um rapaz de 23 anos foi assassinado no bairro, no quintal da casa de um morador.

Apesar do presidente e membros da Câmara Municipal achar necessária a segurança privada, algumas pessoas se posicionaram contra a iniciativa. “Eu penso que para sessões da Câmara, não tem necessidade de uma segurança a parte, porque o povo, apesar de estar cansado das ‘maracutaias’ e das coisas erradas que a política faz, acho que é uma minoria que quer prejudicar. Grande maioria quer que Maringá cresça”, opina Rogério Nóbrega, mesmo que, segundo ele, não tenha participado de alguma sessão.

O morador Ademir Sussa diz que a prefeitura tem estrutura para dar segurança às sessões. “Se fizer uma pesquisa, a estrutura que eles têm hoje de pessoas contratadas, já é suficiente pra atender. Acho desnecessário, e caso for realmente necessário, tenho certeza que a prefeitura de Maringá tem uma equipe muito grande nessa área que poderia atender a Câmara sem gerar novos gastos para o município”.

A contratação da empresa particular prevê a presença de um segurança armado para ficar de forma permanente na Câmara Municipal e dois seguranças, também armados, para acompanhar as sessões realizadas as terças e quintas-feiras. Além disso, a licitação conta com segurança armada e desarmada para sessões extraordinárias e também escolta armada e desarmada para sessões itinerantes.

Melaine Nabas
Foto - Reprodução
 
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