Maringá, 21 de Novembro de 2018
GLOBAL BENEFÍCIOS Black Bull Steak House
 
Untitled Document
03.08.2018
Devolução de dinheiro gera desconforto entre vereadores e Prefeitura
Uma prática comum entre a Câmara dos Vereadores e a Prefeitura de Maringá gerou desconforto para alguns vereadores. Todo ano, o legislativo devolve o dinheiro que não foi gasto para o executivo e, além disso, os vereadores sugerem aonde o prefeito poderia gastar o valor. Mas, na reunião feita na manhã de ontem, alguns vereadores ficaram de fora e reclamaram.

A Câmara tem orçamento e pode gastar até 5% da receita tributária da Prefeitura e, nos últimos anos, tem sobrado uma boa quantia.

No ano passado, foram devolvidos R$ 5 milhões e esse valor foi investido em melhorias que os vereadores indicaram; geralmente em locais onde os representantes têm mais eleitores.

O vereador Chico Caiana não participou da reunião. Para ele, mesmo sabendo que o recurso é livre, sempre existiu o momento da indicação pensando em atender as demandas da comunidade.

“É triste não participar desse encontro. Eu poderia sugerir que o Prefeito investisse parte de tudo isso ajudando a população. Sei de inúmeros pedidos, alguns até de urgência, que poderiam ser solucionados com esse dinheiro”, explicou ele.

Por outro lado, Homero Marchese não conhecia essa prática e também ficou de fora. O vereador acredita que essa é uma prática imoral, uma maneira indevida de destinar o recurso.

“O dinheiro não é de nenhum vereador, é da população. Não temos que destinar nenhuma emenda, é uma forma triste de apoio político no Brasil, isso precisa acabar”, disse Marchese.

SEGURANÇA
Na volta do recesso, a primeira sessão da Câmara dos Vereadores de Maringá com segurança privada foi tranquila. Três homens armados acompanharam todo o trabalho no legislativo e vão continuar atuando durante 12 meses. A decisão foi tomada por Mario Hossokawa para evitar episódios que já aconteceram no plenário, como ataques, agressões e até furtos.

“Hoje nós não vimos diferença porque tudo foi muito tranquilo, mas se acontecesse algo, estaríamos prontos. Espero que não seja necessária o uso da força, mas caso seja necessário não podemos correr o risco. Isso serve, principalmente, em situações como decisão de CPI; lados opostos estarão juntos e os ânimos nem sempre estão calmos. Além disso, não existe nenhuma interferência em ser um contrato privado, já que o legislativo tem autonomia para contratar esse tipo de serviço”, disse o vereador Mario Verri.

Victor Cardoso
Foto - Reprodução
 
20.11.2018
Hospital Universitário precisa contratar 38 médicos
20.11.2018
Defesa Civil de Maringá eleita a melhor do Estado
20.11.2018
Moro coordenará grupo de combate à corrupção
20.11.2018
PRF registra 15 mortes na Operação República no Paraná
20.11.2018
Acidente na avenida Colombo faz mais uma vítima fatal
19.11.2018
Filhas saem em defesa de Silvio Santos
19.11.2018
Problema com ambulâncias no HU
19.11.2018
Festa Literária de Maringá começa quarta-feira
19.11.2018
SRM promove 10ª Agrocampo
19.11.2018
Hospital do Câncer precisa de doadores de sangue
19.11.2018
Prefeitura cobra do DER adequações para fechar cruzamentos
Nipo Brasileiro Contabilidade
Asia Sushi Beer
SINCONFEMAR
Della Pizza
B1
Centro Comercial Tiradentes
Paraná Banco
MAPA - Venda de Ônibus
Oliver Media
Garage Motors
OdontoAtual