Maringá, 23 de Setembro de 2018
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14.09.2018
UEM discute políticas públicas e cotas raciais
Caciques, lideranças, acadêmicos e professores indígenas de várias regiões do Paraná estão reunidos no 1º Seminário dos Estudantes Indígenas da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

O encontro, que termina hoje, é um momento de grande relevância para reflexão e debate sobre políticas públicas do ensino superior indígena no Estado.

Desde o início estão sendo feitos debates com temas emergentes sobre a formação acadêmica e atuação profissional, além das formas de ampliar a inserção indígena nas esferas de decisão das universidades e da sociedade paranaense num geral.

Estão presentes representantes das terras indígenas Ivaí, Faxinal, Apucaraninha, Laranjinha, Pinhalzinho, Mangueirinha, Barão de Antonina e São Jerônimo. O evento tem a promoção da Associação dos Universitários Indígenas (AUIND) e é organizado pelos estudantes indígenas da UEM, com apoio de comunidades e parceiros, no formato de acampamento.

Hoje o evento começou, às 8h30, com a mesa redonda "Avanços dos universitários Indígenas (discussão e apresentação da nova resolução da CUIA Estadual, reformulada pelos estudantes)"; às 14 horas, foi a vez da mesa redonda "Educação a distância (EaD): desafios e perspectivas"; e, às 15h30, encerrando o seminário, discussão sobre a "Perspectivas para os egressos".

As atividades começaram na quinta-feira com exposição cultural de artesanato, oficina de grafismo e grupo de dança. A cerimônia de abertura contou com caciques, representantes da Comissão Universidade para os Índios (CUIA) da UEM, e de membros da equipe organizadora do seminário.

Na tarde de ontem houve a conferência “Vivências e experiências na universidade"; a roda de conversa sobre o tema "Ser estudante indígena: desafios da atualidade"; a mesa redonda "Desafios no ensino superior indígena: acesso, permanência, desistência"; e para fechar houve uma noite cultural.

RACIAL
Também aconteceu outro encontro marcante, esta semana, na UEM. Integrantes do Coletivo Yalodê-Badá apresentaram ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP), a proposta para a implantação do sistema de cotas raciais na instituição.

O projeto foi exposto com detalhes, abordando o contexto histórico, dados sobre as cotas raciais no Brasil, políticas de interiorização do ensino superior no Paraná, os pontos positivos da implantação das cotas e, por fim, a proposta de resolução. O documento foi elaborado pelo coletivo negro Yalodê-Badá juntamente com o Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afro-brasileiros (Neiab) e defende que sejam destinadas às cotas raciais 20% das vagas de cada curso de graduação.

O reitor da UEM, Mauro Baesso, elogiou o trabalho realizado e destacou que a sociedade não é homogênea e que é necessário considerar tal realidade e adotar as medidas necessárias para que a população tenha uma vida melhor e mais justa. A pró-reitora de Extensão e Cultura, Itana Gimenes, explicou a importância do movimento.

“A expectativa é que as cotas raciais sejam aprovadas de maneira tranquila e que a Universidade possa avançar nesta questão. O documento já foi entregue, mas houve a necessidade de fazer a apresentação devido à importância do tema”, contou Itana.

Para a aluna do terceiro ano do curso de Ciências Sociais, Daniara Thomaz, essa luta vem como uma forma de inserir a população negra na universidade e democratizar o ensino público.

“Quando a gente pede um ensino público de qualidade e gratuito, a gente está falando de democratização do ensino. E isso conta com inserção de pessoas negras na universidade, de uma produção acadêmica e científica mais variada, diversificada e plurirracial”, ressaltou Daniara.

O processo já está sendo analisado e terá um grupo de relatores analisando. O prazo para definição é de aproximadamente um mês.

Victor Cardoso
Foto - UEM
 
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