Maringá, 24 de Março de 2019
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15.10.2018
Maringá é destaque em Logística Reversa no Paraná
O Paraná é um dos estados mais avançados quando o assunto é logística reversa. Até o momento, 20 setores produtivos já formalizaram compromisso para a organização.

Parte do Plano Estadual de Resíduos Sólidos do Paraná, a logística reversa é o conjunto de ações para viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor que o produziu, para reaproveitamento ou outra destinação adequada.

Uma parceria entre o Instituto de Logística Reversa (ILOG), Governo Estadual e municipal e cooperativas de catadores transformou Maringá em um dos principais polos do Brasil. Em 2016, a Cidade ganhou uma pioneira Central de Valorização de Materiais Recicláveis (CVRM/Maringá), fruto de um investimento de mais de R$ 3 milhões.

A central auxilia diversas instituições a adotar e desenvolver práticas em cumprimento das políticas de sustentabilidade. Além de garantir a reintegração de materiais reutilizáveis como papel, vidro e garrafas pet ao seu processo produtivo original.

Todo o esforço tem contribuído para minimizar o descarte de resíduos na natureza. Em 2017, a Central processou mais de 1.700 toneladas de materiais que foram destinados para serem novamente utilizados como matéria-prima na Industria: vidro (759,63 toneladas), papelão (452,62 toneladas), embalagens longa vida (67,15 toneladas), papel branco (147,24 toneladas) e papel misto (286,67 toneladas).

A CVRM de Maringá atende também Sarandi, Mandaguari, Mandaguaçu, Paiçandu, Munhoz de Melo e Marialva, promovendo o reuso ou o descarte correto dos resíduos e representando um processo vital na diminuição do impacto ambiental.

ESTADO
“Avançamos muito no Paraná, porque adotamos uma linha de diálogo para organizar o retorno do material pós consumo, que envolve uma grande estrutura de logística, transporte, tratamento e educação”, disse o coordenador de Resíduos Sólidos da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Vinício Bruni.

Já existem sistema de retorno ao produtor pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes, medicamentos, pneus, baterias automotivas, óleo e embalagens de agrotóxico, que não são recicláveis e também não podem ser colocados no lixo orgânico por serem tóxicos.

Para que esse descarte correto possa ser feito é preciso que o Estado atue em parceria com os setores específicos. Como é o caso da Associação Brasileira para Logística Reversa para Produtos de Iluminação (Reciclus), presente em todo o território nacional.

Os 20 setores que firmaram termos de compromisso com a logística reversa são: setor da construção civil; baterias de chumbo ácido; empresarial de eletricidade, gás, água, obras e serviços; medicamentos em desuso; filtros de óleo lubrificante automotivo; embalagens de agrotóxicos; materiais compósitos; óleos lubrificantes; setor industrial da reparação de veículos e acessórios; setor industrial da madeira, mobiliário e marcenaria; setor de pneus: pneus inservíveis nacionais; pneus inservíveis de origem importada; setor industrial de minerais não metálicos; setor industrial de metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico; pilhas e baterias portáteis; setor de embalagens em geral.

Victor Cardoso
Foto - PMM
 
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