Maringá Policial

Procon alerta sobre venda falsa de telefones celulares

Uma loja, que diz ter sede em um shopping de Maringá, tem feito anúncios na internet oferecendo aparelhos celulares abaixo do valor de mercado. A propaganda está atraindo pessoas que fazem pagamento e não recebem os produtos. Por conta disso, o Procon de Maringá e a Delegacia de Estelionatos estão apurando denúncias de estelionato dessas falsas vendas online.

O Procon já constatou que não existe nenhuma loja física no município e todas as tentativas de contato foram sem sucesso. Os responsáveis colocam anúncios em site e Instagram, mas em nenhuma das páginas tem dados, endereço, número de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), entre outros aspectos obrigatórios do comércio eletrônico de acordo com o decreto federal 7962/2013.

Se comprovado o golpe de estelionato, a multa varia entre R$ 720 e R$ 9 milhões. Além disso, o crime está previsto no artigo 171 do Código Penal Brasileiro (CPB) com pena de cinco anos e mais multa.

ORIENTAÇÕES
Em caso de dúvida, o consumidor deve pesquisar sobre empresa antes de efetuar a compra. Pagamento facilitado deve sempre desconfiar, ou até mesmo descontos para fecharem a venda precisam ser observados com cuidado; principalmente o pagamento feito em depósito bancário. Essa forma é mais usada, porque depois o cliente não consegue mais contato. Por isso, o consumidor deve fazer contato por vias diferentes e desconfiar de preços mais baratos que os praticados em lojas físicas.

Alguns sites utilizam fotos das mesmas pessoas, apenas com roupas e acessórios diferentes, segurando os produtos oferecidos, como aparelhos celulares. Não são clientes satisfeitos, podem ser imagens pegas em bancos de dados online e alteradas digitalmente. Comentários desabilitados também podem ser sinal de golpe

As denúncias devem ser feitas nos números (44) 99840-0278 ou 98402-0433. O e-mail  procon.fisca3@gmail.com também é canal de comunicação. O boletim de ocorrência deve ser feito no site da Polícia Civil.

Victor Cardoso
Foto – Reprodução

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