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Com nenhum faturamento durante os dias em que permaneceram fechados em cinco meses de pandemia, os proprietários de bares, restaurantes e similares estão preocupados agora com a iminência de ter a energia elétrica cortada por falta de pagamento. Ontem a diretoria da associação do setor no Paraná reuniu com a Copel em Curitiba.

O objetivo é tentar parcelar as contas de consumo para evitar cortes que resultarão em prejuízos ainda maiores para empresários e empregados. Segundo a Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), no quadro atual não existe outra saída para o 150 mil estabelecimentos do setor gastronômico que não seja a renegociação.

Problema adicional para os usuários do transporte coletivo urbano, ontem em Maringá. Sindicalistas foram à garagem da TCCC por volta das 6h para entregar boletins de apoio aos motoristas e atrasaram a saída de ônibus.

Segundo o diretor do sindicato que representa os motoristas, Emerson Silva, eles estão insatisfeitos com os descontos na folha de pagamento dos funcionários que saíram em férias. A empresa garante que o desconto é legal.

Defensoria e Ministério Público de Santa Catarina recomendaram, ontem, a cessação do transporte coletivo público nos municípios de Curitibanos, Frei Rogério, Ponte Alta do Norte e São Cristóvão do Sul. Motivo, proteger as populações contra a Covid-19.

Segundo o MP o risco de contaminação é gravíssimo no Estado desde a semana passada, especialmente nos locais de aglomeração de pessoas. Daí a recomendação para que os ônibus urbanos parem de circular durante 14 dias, quando será feita nova avaliação especializada sobre os riscos de contágio.

Em Sarandi partidos estão de olho em um nome credenciado para despontar na política local. Carioca, na polícia desde 2018, Adriano Evangelista Garcia (40) que assumiu a delegacia em 2019 é delegado competente e popular, já Cidadão Honorário de Sarandi.

Em cerimônia com a presidente do presidente do STF, Dias Toffoli, o Conjur lançou ontem à noite o Anuário da Justiça Brasil 2020. Dentre os destaques, os temas mais julgados pela corte em 2019.

Sobre os crimes envolvendo militares, em primeiro lugar o anuário elenca o delito de posse ou consumo de drogas, com 347 processos julgados. Em segundo lugar a deserção, com 188 casos, seguido por acusações de estelionato, com 147 processos, e furto com 128.

Abandono de posto, peculato, lesões leves, homicídios e falsidade ideológica também entraram na lista, mas nenhum deles chegou a atingir uma centena de casos. Outros assuntos que aparecem ainda menos nos processos do Supremo Tribunal Militar somam mais 448 julgados.

No próximo dia 30, feijoada solidária em prol do Asilo São Vicente de Paulo de Maringá. Vai custar R$ 35 e será entregue no local. A entidade abriga 94 idosos em regime especial de cuidados devido a pandemia.

Procurador do Ministério Público Federal e ministro do Supremo Tribunal Federal brigam por questões jurídicas, a troca de farpas resulta em processo. Até aí, normal, mas a sentença sobre o imbróglio prescreve indenização… e ela sairá dos cofres públicos!

A 11ª Vara Federal de Curitiba condenou a União a indenizar em R$ 59 mil o procurador do MPF Deltan Dallagnol, por críticas feitas por Gilmar Mendes, do STF. A sentença diz que “Não se pode confundir a crítica democrática à atividade do órgão público com a crítica pessoal, endereçada aos sujeitos, por meio de impropérios, insinuações ou aleivosias”.

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