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TSE ainda não recebeu contas de candidatos de Maringá

Informações como bens, dinheiro em conta bancária ou em espécie, terrenos, entre outros itens dos candidatos a eleição precisam ficar disponíveis no portal do Tribunal Superior Eleitoral. Esses dados passaram a ser obrigatórios desde ontem, mas até o momento os candidatos de Maringá não haviam divulgados. Essa é uma medida que garante a transparência e a legitimidade da atuação partidária no processo eleitoral.

Pelo menos 56 cidades do Paraná já informaram o patrimônio em 2020; 61 candidatos a prefeito e vice já divulgaram contas; e 1.238 candidatos a vereadores. A prestação de contas é um dever de todos os candidatos, com seus vices e suplentes, e dos diretórios partidários nacionais e estaduais, em conjunto com os respectivos comitês financeiros, se assim constituídos.

O candidato que renunciar à candidatura, desistir, for substituído, ou tiver seu pedido de registro indeferido pela Justiça Eleitoral (JE) deverá prestar contas correspondentes ao período em que participou do processo eleitoral. O mesmo serve para partidos desistentes.

Para elaborar as prestações de contas, parciais e finais, a Justiça Eleitoral disponibiliza online o Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE). As prestações de contas parciais são apresentadas duas vezes, já a de contas final é feita até o trigésimo dia após às eleições. Este ano, o primeiro tuno das eleições será dia 15 de novembro e o segundo dia 29 do mesmo mês.

CANDIDATOS
Os candidatos ao cargo de prefeito de Maringá ficaram definidos e são: Akemi Nishimori (PL), Anníbal Bianchini (PTC), Carlos Mariucci (PT), Edmilson Aparecido da Silva (Psol), Evandro Oliveira (PSDB), Homero Marchese (Pros), Coronel Audilene Rosa de Paula Rocha (PP), Eliseu Fortes (Patriota), José Luiz Bovo (Podemos), Rogério Calazans (Avante), Valdir Pignata (Cidadania), Manoel Batista da Silva Junior (DEM) e Ulisses Maia (PSD).

O historiador político Reginaldo Dias, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), disse que tanto em 1996 quanto em 2000 Maringá teve nove candidatos a prefeito, este ano é um recorde. A curiosidade, segundo ele, é que desde 1998 a Cidade mantinha variação de oito ou nove candidatos.

Ao site “Café Com Jornalista”, Dias falou que esse número era esperado a partir das convenções realizadas. A mudança vetando coligação entre legendas teria estimulado a formação de chapas completas, com prefeito, vice e vereadores.

Enquanto isso, para a função de vereador existem 424 pessoas interessadas. Dos 15 que exercem o cargo até este ano, 14 concorrem à reeleição: Alex Chaves (MDB), Altamir dos Santos (Podemos), Belino Bravin (PSD), Flávio Mantovani (Rede), Jean Marques (Podemos), Mário Hossokawa (Progressistas), Mário Verri (PT), Odair Fogueteiro (PDT), Onivaldo Barris (PSL), Sidnei Telles (Avante) e Willian Gentil (PSB).

Os suplentes que entraram no lugar de outros vereadores, Doutor Jamal (PSB), Professor Niero (MDB) e Luiz Pereira (Progressistas), também são candidatos ao cargo no legislativo, mas não utilizam a palavra ‘reeleição’ para definir o que desejam.

Victor Cardoso
Foto – Reprodução

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