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Problema que logo se estenderá ao interior, em Curitiba bares e restaurantes não conseguem manter estoques de bebidas. A pandemia diminuiu a produção das embalagens de vidro, plástico e alumínio.

Consequência ditada pela “lei” da oferta e procura: os preços das bebidas aumentaram entre 10% e 20%. Reclamam os comerciantes e estrilam os consumidores, principalmente do grande volume representado pelas cervejas.

Sentimento comum externado por muitos eleitores maringaenses: não estão satisfeitos com o prefeito Ulisses Maia, mas os outros candidatos também não apresentam perspectivas de mudança ou maior qualidade. Sentem falta de um nome forte e propostas marcantes.

A campanha curta e as limitações da pandemia não estimulam o eleitor a pensar questões políticas. O foco está em não ser infectado, recuperar financeiramente. Eleição não é prioridade e também representa risco de contágio. Tanto que ausência de eleitores deve superar 30%.

O Tribunal Superior Eleitoral começou a levantar mutretas montadas por candidatos na atual campanha. O primeiro registro é de que 3,7 mil desempregados – certamente laranjas – doaram dinheiro para candidatos.

O valor envolvido nesse tipo de irregularidade soma R$ 25 milhões doados a candidatos ou pagos a fornecedores. O total de indicativos de problemas, irregularidades, passa de 7 mil. Centenas de candidatos precisarão se explicar à Justiça Eleitoral.

Estatísticas da Confederação Nacional de Municípios apresentam resultados surpreendentes aos comparar números de habitantes com os de eleitores em 493 cidades. O resultado é surreal: nelas o número de eleitores chega a ser três vezes maior que o de habitantes.

Esses eleitorados aumentaram 60% de 2018 para cá, quando a disparidade existia em 308 cidades. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral existem explicações e também dúvidas de mutretas arquitetadas por candidatos.

Primeira explicação: mesmo mudando, os eleitores que fazem questão de votar na cidade natal onde amigos e parentes envolvem-se nas disputas eleitorais. Outras: falhas do IBGE em seus censos por estimativa; currais eleitorais onde o sistema é corrompido, ou a conjugação das três falhas.

As diferenças acenderam luz de alerta no Tribunal Eleitoral. O IBGE precisa deixar as tais estimativas e recontar populações; o sistema eleitoral deve conferir os eleitorados a partir do próximo ano. É preocupante saber que a anomalia exista em 8,8% dos municípios e continue se alastrando.

Segundo estatísticos um censo demográfico estimativo tem eficiência por quatro anos; no quinto já é necessária uma contagem. No Brasil o último censo efetivo foi realizado em 2015. Por outro lado, resolução (22.586/2007) determina revisão do eleitorado se o número de eleitores superar em 80% a população.

Em São Paulo um homem que ficou preso durante dois anos por furto de cigarros e dinheiro em uma banca de jornal receberá indenização de R$ 70 mil. Decisão de juiz depois de denunciado que a condenação foi de dois anos, em regime aberto.

Três homens morreram em confrontos com a PM ontem em Porecatu. Eles assaltaram uma lotérica pela manhã, fugiram, foram localizados e iniciaram tiroteios. A polícia apreendeu uma pistola, revolveres calibres 38 e 32. Os três assaltantes tinham antecedentes criminais.

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