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Festas clandestinas correm soltas em Maringá, sem fiscalização

Para que uma festa dessas ocorra basta uma mensagem de WhatsApp disparada para vários grupos. Quando isso acontece, ao número de pessoas que comparecem é sempre grande. As festas ocorrem geralmente nos finais de semana e em pontos diferentes de Maringá. Há casos em que festa clandestina chega a reunir cerca de 1 mil pessoas. Os locais escolhidos são geralmente loteamentos distantes do centro da cidade, onde a fiscalização da Prefeitura e da PM passa longe.

Nessas festas existem pontos em comum. Por exemplo: os frequentadores não usam máscaras e abusam da bebida, às vezes até das drogas. Segundo uma frequentadora, de 21 anos, as festas são totalmente organizadas pelas redes sociais . “Eu sempre recebo as mensagens de amigos. Um vai enviando para o outro, sabe. Mas quem inicia os envios são os organizadores porque eu sempre ouço falar deles. Não sei quem são, mas eles organizam tudo. Tem até as barracas com vendas de bebidas”, explicou a jovem.

Os locais onde essas festas mais ocorrem em Maringá, são: Avenida Guedner, no Jardim Aclimação; Contorno Sul, no Parque Industrial; divisa com o município de Sarandi; Avenida Reitor Rodolfo Purpur, perto dos galpões abandonados da antiga Sanbra e o “Fim do Mundo” , onde Ingrid Vitória foi morta. É comum as festas clandestinas acabarem mal. Ocorre de tudo: consumo de álcool e de droga e cenas de violência, como a que ocorreu no último final de semana no “Fim do Mundo”, com a morte da adolescente Ingrid Vitória. Há relatos de assaltos e roubos de carteiras e celulares.

Redação JP
Foto – Reprodução

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