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Réveillon em Maringá não terá festa em espaço público

Pelo segundo ano seguido, o Réveillon em Maringá não vai ter nenhuma festa em espaço público, tampouco queima de fogos. Devido à pandemia do novo coronavírus, nenhuma atração musical foi contratada pela Prefeitura, que também não abriu nenhuma licitação para contratação de fogos de artifício sem estampido. Intenção é não provocar aglomeração e seguir mantendo as medidas sanitárias de controle da doença.

Na chegada de 2020 houve show da banda Titãs, da cantora Carol Naemi, entre outras atrações na Praça da Catedral, mas já não teve queima de fogos; afinal, a Câmara Municipal aprovou uma Lei que proíbe fogos com estampido, permitindo apenas fogos de efeitos visuais. Para o início de 2021, o Réveillon na Cidade não teve nenhuma festa pública.

De acordo com o secretário de Inovação Aceleração Econômica, Turismo e Comunicação da Prefeitura, Marcos Cordiolli, para 2022 o projeto é voltar com a Maringá Encantada e ampliar os eventos realizados durante as festas de fim de ano. Objetivo é transformar o município em um polo de atrações para esse período. Segundo ele, o município vai contar com mais túneis de luz espalhados em outros pontos e atrações artísticas diversas. O projeto é ampliar ano a ano o Natal em Maringá.

EVENTOS
Mesmo com todas essas precauções, um balanço feito pela Secretaria de Cultura mostrou que foram realizados aproximadamente 150 eventos e ações no decorrer deste ano.

“Buscamos a participação democrática. Nos aproximamos da classe artística, da sociedade civil e também da população. Agradecemos o empenho de toda equipe da secretaria. Demos mais transparência aos processos. Sempre visando impactar a comunidade, que é para quem trabalhamos. Um grande destaque cultural no ano foi a inclusão e descentralização, realizando eventos nos bairros e distritos, com tradução para linguagem de Libras, participação de mulheres, negros, índios, pessoas com deficiência, LGBTQI+, entre outros”, disse Victor Simião, secretário de Cultura.

Segundo ele, em 2022 há o desafio da retomada dos grandes eventos com público. Trazer para Maringá astros brasileiros para se apresentarem ao vivo e com público. Exemplos foram as apresentações de Zélia Duncan e Leci Brandão neste mês.

“Entre os novos projetos estão a Escola de Artes de Maringá. Será um programa de formação para dança, música e teatro. Um projeto de lei será enviado para a Câmara de Vereadores para a contratação de professores, instrutores e estagiários para a realização de aulas em espaços públicos. Vamos fazer muito mais. Minorias político-sociais terão mais espaços. A secretaria de Cultura é para todos e todas”, conceituou.

Além disso, há projeto para criação de um Parque de Esculturas, a Mostra Cênica de Maringá, com orientações para artistas e produtores participarem dos editais públicos, entre outras novidades que serão anunciadas em breve.

Victor Cardoso
Foto – Reprodução

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