Maringá, 16 de Outubro de 2018
GLOBAL BENEFÍCIOS Black Bull Steak House
 
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EM DEFESA DO CONSUMIDOR
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Rede de lojas paga R$ 5 mil por inscrição indevida no SPC
A 1ª Turma Recursal do Fórum Professor Dolor Barreira determinou que a Deib Otoch S/A (Lojas Esplanada) pague indenização de R$ 5 mil à aposentada I.B.M., que teve o nome inserido, indevidamente, no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). A decisão, proferida teve como relator o juiz Carlos Henrique Garcia de Oliveira. Conforme os autos, a aposentada ficou sabendo que havia uma pendência no nome dela ao atualizar o cadastro junto ao banco em que recebe o benefício. O débito, no valor de R$ 291,77, era referente a financiamento com a loja, realizado em fevereiro de 2008.

I.B.M. garantiu que "é analfabeta e nunca entrou em uma loja para fazer financiamento ou buscar crédito". Assegurando ter passado por constrangimentos, ingressou com ação de reparação de danos. Na contestação, a Deib Otoch alegou que, em 10 de janeiro de 2008, foi solicitado um cartão Esplanada na unidade da empresa localizada em Juazeiro do Norte, no nome da aposentada, conforme proposta de abertura de crédito. Afirmou que no mesmo dia, após a aprovação, foram realizadas compras no valor de R$ 453,00, parcelado em seis vezes. Segundo a empresa, o nome de I.B.M. foi negativado no SPC porque não pagou as dívidas.

No dia 16 de março de 2009, a juíza Mônica Lima Chaves, titular do Juizado Especial Cível e Criminal (JECC) da Comarca de Farias de Brito, condenou a Deib Otoch a pagar R$ 9.300,00. Inconformada, a empresa entrou com recurso  junto às Turmas Recursais, defendendo a possibilidade de ter sido vítima de fraude. Ao julgar a ação, a 1ª Turma reduziu o valor da condenação para R$ 5 mil, conforme o voto do relator. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço de interesse público Em Defesa do Consumidor . com . br, concorda: "a responsabilidade do estabelecimento independe de demonstração de culpa, posto que objetiva, em virtude do risco da atividade", destacou.

Pão de Açúcar condenado por furto de notebook no estacionamento
A Companhia Brasileira de Distribuição – Pão de Açúcar terá que pagar R$ 4.999,00 de indenização por danos morais e materiais ao cliente C.C.S., que teve notebook, celulares e outros objetos furtados de dentro do veículo que estava estacionado no supermercado. A decisão é da 1ª Turma Recursal do Fórum Professor Dolor Barreira.

De acordo com os autos, no dia 8 de outubro de 2007, o empresário estacionou o veículo no supermercado Pão de Açúcar, situado na Avenida Washington Soares, bairro Edson Queiroz, para realizar compras. Ao retornar, percebeu que o automóvel havia sido arrombado e um notebook, dois aparelhos celulares e talão de cheques haviam sumido. Ao perceber o furto, acionou a Polícia e a gerência do supermercado, mas, segundo ele, nada foi resolvido. Afirmou ainda que os arrombadores danificaram a fechadura de uma das portas e o vidro traseiro esquerdo.

Sentindo-se prejudicado, ingressou com ação de indenização junto ao Juizado Especial Cível e Criminal (JECC). Em contestação, a empresa alegou que os veículos ou objetos em seus interiores são de responsabilidade da empresa administradora do shopping onde o supermercado está situado. Ao analisar o caso, o juiz José Evandro Nogueira Filho, da 9ª unidade do Juizado Especial Cível e Criminal (JECC) da Comarca de Fortaleza, condenou, em outubro de 2009, a empresa ao pagamento de R$ 2.999,00 de indenização por danos materiais, pelo computador, único bem que o autor apresentou nota fiscal e R$ 2 mil por reparação moral.

Inconformado, o Pão de Açúcar ingressou com apelação  junto às Turmas Recursais pleiteando a reforma da sentença. O relator do processo, juiz José Edmilson de Oliveira, negou provimento ao recurso, mantendo a sentença de 1º Grau. O magistrado ressaltou em seu voto ter sido “evidenciado de forma inequívoca o defeito na prestação de serviço, consistente na negligência e na abstenção do dever de vigilância”. 

Acidente com bebê gera indenização
O juiz da 5ª Vara Cível de Belo Horizonte, Antônio Belasque Filho, determinou que a Burigotto S.A. Indústria e Comércio, a Taking Care Ltda. e o condomínio do Shopping Center de Belo Horizonte pagassem solidariamente a quantia de R$ 4,5 mil, por danos morais, à família de um bebê. Os autores da ação, pais da criança, contaram que a filha sofreu um acidente em 16 de setembro de 2003, no BH Shopping, quando era transportada por sua mãe em um carro de passeio para bebês. O carrinho era alugado pela Taking Care e fabricado pela Burigotto. Na época do acidente, o bebê tinha dois anos.
 
Segundo os autores, no momento em que a mãe estava em uma escada rolante seguindo para o andar de baixo, a haste de sustentação do carrinho desprendeu-se, e o bebê e o carrinho rolaram escada abaixo. A criança teve ferimentos na testa com sangramento, lesão muscular, exposição óssea e escoriações e foi submetida a cirurgia para o tratamento das feridas. A Burigotto, o condomínio do shopping e a Taking Care se defenderam, argumentando que a mãe do bebê foi a única responsável pelo acidente. De acordo com os réus, a mãe da criança ignorou advertência presente no termo de responsabilidade assinado por ela. O documento recomendava o uso de elevadores no lugar de escadas rolantes. A empresa que prestava assistência técnica à Burigotto afirmou que o carrinho encontrava-se em perfeitas condições de uso, pois havia sido revisado recentemente. 

Para o juiz, não se pode falar em culpa exclusiva da mãe da vítima, pois, embora o termo de responsabilidade recomendasse o uso de elevadores, não proibia a utilização de escadas rolantes. Ao analisar o manual de instruções do carrinho, o juiz concluiu que ele foi fabricado para suportar também seu uso em escadas rolantes. O magistrado entendeu que a Burigotto, fabricante do carrinho, deve responder pelos vícios de seus produtos. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço de interesse público Em Defesa do Consumidor . com . br, concorda: "não é admissível que uma haste de sustentação de um carrinho de bebê possa ser tão facilmente desligada do restante do mesmo.” O juiz também responsabilizou a Taking Care pelo acidente, pois o carrinho de aluguel não apresentava a segurança necessária para atender o público. Ele argumentou que o BH Shopping não pode deixar também de ser responsabilizado, pois o acidente ocorreu em suas dependências.

Consumidores entram no ar sem censura e são atendidos
Os consumidores de todo o país podem reclamar, protestar e denunciar livremente, entrando ao vivo no Programa Reclamar Adianta na Rádio Bandeirantes AM 1360 (RJ) de segunda à sexta-feira, das 10h ao meio dia, podendo ser acessado pela internet: www . reclamaradianta .com. br. O programa tem apoio da equipe do serviço Em Defesa do Consumidor, o maior serviço de interesse público gratuito e personalizado do país, voltado à defesa do consumidor (www . emdefesadoconsumidor .com. br). Acesse o site e peça orientação. O atendimento é 100% gratuito e personalizado.

Banco indeniza vítima de golpista
O Banco do Brasil S.A. terá que indenizar o técnico de recarga W.A.V. por danos materiais, em R$ 900, e por danos morais, em R$ 11,4 mil. W. foi vítima de um estelionatário, que agia dentro da agência e se dizia funcionário da instituição bancária. A decisão é da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e confirma a sentença da juíza da comarca de Ipatinga, Maria Aparecida de Oliveira Grossi Andrade.

Segundo o processo, W.A.V., em 10 de janeiro de 2008, foi à agência bancária para efetuar um pagamento para terceiro. Entretanto, no dia seguinte, o beneficiário avisou que não tinha recebido. O técnico teve que pagar novamente de seu próprio bolso. W. ajuizou ação contra o banco, sob o argumento de que foi vítima de um golpe dentro da agência. Segundo o técnico, ele foi ao caixa e inseriu o envelope adequadamente preenchido, porém a máquina o devolveu sem efetuar a operação. Ele, então, procurou a ajuda de um funcionário do banco. Nesse momento, o estelionatário, se dizendo um dos empregados da instituição, se prontificou a auxiliá-lo. No dia seguinte, como soube da não concretização da operação, W. procurou o gerente e foi informado de que fora vítima de um golpe, pois o falso funcionário havia inserido no caixa um envelope em branco. 

Hospital paga R$ 15 mil por gaze esquecida em parturiente
A Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira terá que indenizar Ana Siega em R$ 15 mil, pelo esquecimento de gaze em seu corpo, em parto normal realizado em 2003. Ela ajuizou ação na comarca de Chapecó, e a sentença foi mantida por decisão da Câmara Especial Regional de Chapecó no julgamento de recurso da associação. 

Ana permaneceu por mais de cinco dias com a gaze, utilizada para estancar um sangramento decorrente de procedimento realizado para facilitar o parto. O hospital negou sua culpa e afirmou que, enquanto esteve internada, a paciente apresentou quadro clínico normal. Alegou, ainda, a existência de contradições no depoimento de testemunhas, e que a dor e desconforto sofridos por Ana não foram suficientes para impor a indenização. 

O relator, desembargador substituto Jorge Luis Costa Beber, porém, questionou o argumento da associação, negado por médicos ouvidos, de que o tamponamento é um procedimento normal para estancar o sangramento. Além disso, se aplicado, deveria ser feito por apenas 24 horas. Beber observou, ainda, que a paciente retornou ao hospital no dia 6 de janeiro de 2003, com febre alta e dor, não sendo retirado o material, o que comprova que não foi bem examinada. A remoção só foi feita quatro dias depois no posto de saúde, quando foi constatada a gaze em seu corpo. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço de interesse público Em Defesa do Consumidor . com . br, concorda “é inegável que o material permaneceu no corpo da autora por lapso além do que seria razoável, por manifesta negligência dos funcionários do demandado, que além de não retirarem a gaze nem sequer comunicaram à autora que o material deveria ser removido, não tenho dúvidas em reconhecer o atendimento defeituoso prestado pelo nosocômio, o que enseja o dever de indenizar”, concluiu.

Empresa condenada por barata em refrigerante
A Norsa Refrigerantes Ltda. foi condenada a pagar R$ 3 mil pelos danos morais causados à comerciante L.I.O., que encontrou uma barata dentro de uma garrafa de refrigerante. A decisão é da 1ª Turma Recursal do Fórum Professor Dolor Barreira.

Segundo os autos, L.I.O. tem um comércio de pequeno porte, no bairro Bom Jardim, em Fortaleza, e adquiriu um lote de bebidas da Norsa. A comerciante assegurou que, ao abrir o refrigerador, percebeu o inseto dentro de uma das garrafas. Ela afirmou ter desmaiado de susto e enfrentado problemas, entre eles teve a reputação manchada. “Impossível mensurar a quantidade de pessoas que presenciaram a exposição da barata, bem como dos danos eminentes do acontecimento”, asseverou.

Em 2007, ingressou com ação judicial contra a empresa. A Norsa apresentou contestação, defendendo que a comerciante não consumiu o refrigerante e que a garrafa sequer foi aberta. Portanto, alegou não ter ocorrido nenhum prejuízo de ordem moral. A juíza Valéria Márcia de Santana Barros Leal, da 5ª unidade do Juizado Especial Cível e Criminal (JECC) da Comarca de Fortaleza, condenou, em 2009, a empresa a pagar R$ 3 mil como reparação moral. Inconformada com a decisão, a Norsa entrou com recurso  junto às Turmas Recursais.

Ao julgar o processo, a 1ª Turma manteve a sentença, por unanimidade. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço de interesse público Em Defesa do Consumidor . com . br, concorda com a relatora, juíza Marias das Graças Almeida de Quental: “ninguém espera se deparar com um corpo estranho dentro de um refrigerante". Afirmou ainda que a empresa responde por produtos defeituosos que põe em circulação. Além disso, o fato de não ter havido consumo da bebida não prova a inexistência dos danos morais.

Idosa constrangida em supermercado será indenizada
A 6ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça manteve condenação imposta à rede Bistek Supermercados Ltda., que terá de indenizar uma cliente após envolvê-la em tumulto gerado por uma suposta nota falsa. Noemia Hoffman de Melo receberá R$ 10 mil, a título de indenização por danos morais. O fato ocorreu na tarde de 20 de janeiro de 2008, em uma unidade da rede na cidade de São José. No momento em pagava as compras, a idosa apresentou ao funcionário do caixa uma nota de R$ 50. O empregado achou que a cédula poderia ser falsa e comunicou o fato aos supervisores, que foram até o setor averiguar a quantia. Nesse instante, estava formada a balbúrdia.

A vítima alegou ter passado por situação de desconforto moral e físico, como dores no peito e falta de ar, em razão de ser cardíaca. Acrescentou que lhe foi atribuído ato criminoso, motivo que a fez passar por forte vexame em frente a outros clientes. Por fim, disse que não havia motivo para tamanho tumulto, já que, dias depois, a Caixa Econômica Federal (CEF) confirmou a veracidade da nota. Em sua apelação, a empresa ré enfatizou não haver prova de que a cédula acostada aos autos é a mesma apresentada ao supermercado naquela ocasião. Frisou que não há declaração firmada pela CEF a comprovar a veracidade da nota. Acrescentou que no dia dos fatos, no início da tarde de um domingo, o movimento era pequeno nas dependências da loja. Por fim, postulou a minoração do montante de indenização.

Juiz condena colégio a indenizar estudantes agredidos nas dependências da instituição
O juiz Carlos Rogério Facundo, auxiliando na 8ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, condenou a Associação das Religiosas da Instituição Cristã – Colégio Santa Cecília- a pagar indenização de R$ 100 mil aos estudantes P.F.B. e D.F.B., representados pelos pais no processo. Os dois alunos, que são irmãos, foram agredidos dentro do estabelecimento de ensino por outro aluno. 

Conforme os autos, no dia 28 de fevereiro de 2008, a briga ocorreu quando os irmãos aguardavam, nas dependências da escola, a chegada da mãe. O irmão mais velho tentou contornar a situação, mas foi agredido, tendo sofrido sangramento nas narinas, inchaço nos olhos, edema e desvio septal. Os pais alegaram que o colégio foi omisso, não impedindo a briga dentro do colégio. Além disso, afirmaram que, como o agressor não foi expulso, os dois irmãos tiveram que ser transferidos para outra escola, gerando desmotivação e isolamento entre os garotos. Discordando do posicionamento do colégio após o fato, os pais publicaram nota em jornal narrando o acontecimento. Além disso, ajuizaram ação judicial.

Segundo a escola, logo que identificaram a confusão, os funcionários contiveram as crianças e socorreram a vítima, o que foi negado pelos pais dos meninos. O Colégio Santa Cecília alegou ainda que os acontecimentos se deram após o término das aulas, quando os estudantes já deveriam estar com os responsáveis. O estabelecimento educacional ajuizou ação de danos morais contra os genitores, em função da nota veiculada na imprensa. Na sentença, o juiz levou em consideração que a agressão se deu no estabelecimento de ensino. Átila Nunes Neto, coordenador do serviço de interesse público Em Defesa do Consumidor . com . br, concorda: “inequívoco é o nexo causal entre o dano, lesão corporal e defeito na atividade exercida pela requerida”. O magistrado reconheceu os transtornos sofridos pelos autores e afirmou que os fatos constituíram agressão à dignidade dos agredidos. Julgou improcedente o pedido de indenização movido pelo colégio e condenou a instituição a pagar R$ 100 mil, a título de reparação de danos aos garotos.

 
  
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