Maringá, 20 de Setembro de 2018
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WALTER POPPI
Circular e vaias
 

Finalmente chegou-se a um acôrdo a respeito das passagens do transporte coletivo público de Maringá. Estranha-se tamanha dificuldade e seguidas reuiniões. Não era somente aplicar os índices e, como novidade para este ano, deduzir as isenções tributárias autorizadas pelo Governo Federal e também pelo Municipal?

A Prefeitura e a TCCC precipitaram-se e divulgaram valores antes do dia primeiro de junho, data em que seriam autorizadas as deduções. Todos esperaram. Menos nós. Isto fez com que a Câmara Municipal interferisse e aí a questão tomou rumos diferenciados.

Em anos anteriores isto nunca aconteceu. Talvez esteja aí a diferença. A Prefeitura e a empresa estavam mal acostumados. E as Câmaras anteriores também nunca procuraram analisar com mais detalhes os reajustes. Talvez seja porisso que Maringá tem hoje uma das passagens mais caras do interior brasileiro.

Presume-se que agora, os preços estejam mais condizentes com a realidade do serviço prestado, que não é dos melhores. Como nunca houve cobrança no transporte coletivo, estão todos acomodados. Mas há duas coisas a mudar, principalmente para os maringaenses, já que, com as novas tarifas de agora, quem vai levar vantagem são os moradores de Paiçandu e Sarandi. Há necessidade de melhorias para nossos moradores também.

A primeira delas é a diminuição dos horários das linhas. Vinte a vinte e cinco minutos é muito. A cidade cresce, o número de usuários aumenta mas a tática continua a mesma.

Outra questão é funcional. O motorista exerce duas funções. A dele e a de cobrador. É risco de acidente e exploração de trabalho, com duplicidade de funções.

A terceira é sobre a isenção do ISSQN. Que indiretamente também veio beneficiar moradores vizinhos. A emenda da Câmara autorizando o benefício por apenas um ano foi vetada pela Prefeitura, cujo projeto não tinha período específico. Quer, dizer, seria para sempre. Isso ainda vai dar dor de cabeça para o Executivo lá na frente, além de ferir diversos princpios tributários.

Mas de qualquer forma há benefício para o povo, embora muitos achem que o preço poderia ser menor, tendo em vista as três isenções.

A Câmara diz que vai fiscalizar. Mas isto é dito hoje, no calor da disputa. Amanhã ninguém mais lembra. O povo, como sempre.
                                   
AGORA AS VAIAS
A Copa das Confederações começou com vaias. A Presidenta Dilma foi vaiada no Estádio Mané Garrincha e mal pôde abrir a competição. Falou boa tarde, disse três palavras e foi embora. É claro que em estádio de futebol vaia é comum. O filósofo e escritor Nelson Rodrigues já dizia que no Maracanã o povo vaia até “Minuto de Silêncio”. Hoje vai mais longe, vaia até gol do seu próprio time!

É lógico que o público que dá sustentação política à nossa Presidenta não é aquele que estava no Estádio, em sua quase totalidade, classe média alta. Afinal, até o Lula foi vaiado quando da abertura dos Jogos Panamericanos, em 2012, lembram?

Mesmo assim é preocupante. O atual momento não está bom para a cúpula petista, haja visto as manifestações públicas que estão ocorrendo em quase todas as grandes cidades brasileiras.

E as vaias também foram reflexo disso. Pegou mal porquê vai repercutir lá fora. Um prato cheio para Europeus e porque não dizer para a imprensa norteamericana, que não perde uma chance de nos alfinetar.

Quem sabe o Brasil ganhando esta Copa mude tudo. Mas com essa bola jogada até agora dá para ganhar da Espanha?
O teste é hoje contra o México. Ultimamente eleas vem batendo na gente seguidamente. Está aí a grande chance. Para todos. Para os torcedores e para os políticos.

Walter Poppi

 
  
Os artigos, conceitos e opiniões pessoais são de inteira responsabilidade do autor.
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