Maringá, 21 de Fevereiro de 2018
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07.02.2018
Maringá testa placas de rua iluminadas
Foi depois de uma viagem em 2011, que o maringaense, Nelson de Mello, designer de comunicação visual percebeu a dificuldade de enxergar as placas de rua, com letras pequenas, difíceis de ver dentro de um automóvel, por exemplo.

Incomodado ele pensou em uma forma de iluminação sustentável, foi daí que surgiu a ideia de criar dispositivos acoplados com placas de energia solar carregadas durante o dia e que acendem a noite facilitando a vida de pedestres e motoristas.

A ideia demorou pra ser aceita pelos gestores, mas depois de apresentar a ideia para o prefeito de Maringá Ulisses Maia (PDT), Mello viu seu projeto sair do papel.

Neste mês, a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) instalou três protótipos dois na Avenida Duque de Caxias e outro em frente à Semob.

De acordo com o secretário da Semob, Gilberto Purpur, as placas estão funcionando corretamente. Caso atendam todas as necessidades, será aberta licitação para contratar empresa para instalar novas placas. “É preciso ver se são resistentes, com iluminação correta, bom funcionamento e se realmente facilitam a visão do motorista”, esclareceu.

Entre as vantagens das placas, Mello destaca que além de ser sustentável, elas são “acessíveis, com informações em braile e dispositivo sonoro para deficientes auditivos, base com entrada USB para carregar celulares e letras simples e claras, dimensionadas para enxergar a 25 metros de distância”.

A cor azul das placas se manteve, segundo o designer, pois “é uma forma de facilitar a visão das pessoas com daltonismo”. Outra inovação é a de um sistema de cores na haste das placas que identificam a região da cidade em que a pessoa se encontra aliada aos ônibus que atendem aquela localidade, mas segundo Mello essa ideia ainda precisa ser mais bem discutida.

O custo de produção ainda é elevado, Mello estima que cada placa seja produzida a um valor de R$ 1 mil, no entanto, ele acredita que a partir do momento em que a demanda aumentar o valor diminua. Outro fator que ele aponta como positivo, é a qualidade dos materiais, como as lâmpadas de LED com até mil horas de vida útil, o que segundo, ele diminui o gasto com manutenção.

Quanto ao vandalismo, o designer acredita que não deve ser um grande problema porque não há nenhum produto, como o cobre, que estimule o furto das placas.

Cláudio Santos
Foto - PMM
 
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