Maringá, 22 de Fevereiro de 2018
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15.01.2018
Manifestações ocorrem sem violência
Cerca de 2 mil pessoas participaram na manhã de sábado (13), de dois atos na Câmara Municipal e na Catedral de Maringá com posicionamentos diferentes sobre a candidatura de Lula à presidência do Brasil.

Diante da preocupação com possíveis confrontos entre os grupos divergentes, centenas de policiais militares e guardas municipais realizaram uma operação em toda a região central da Cidade a fim de evitar brigas e trocas de ofensas. A partir de cordão de isolamento de aproximadamente 400 metros, a situação do ato foi considerada tranquila pela PM.

Ao longo da semana, diversas reuniões foram feitas pelas autoridades da segurança pública de Maringá para que o direito ao protesto de ambos os lados fossem garantidos de maneira ordeira e pacífica. Integrantes e apoiadores de entidades que defendem a possibilidade de Lula concorrer ao terceiro mandato presidencial permaneceram no interior da Câmara a o lançamento do “Comitê em Defesa da Democracia e da Candidatura do Lula”. Do lado de fora, contrários ao petista e favoráveis ao juiz Sérgio Moro também marcaram presença.

Convocado por meio da Frente Brasil Popular (FBP), que reúne militantes e integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB), União Nacional dos Estudantes (Une), da Central Única dos Trabalhadores (CUT), entre outras instituições, aproximadamente 500 pessoas, segundo a organização e 400 segundo a PM, compareceram ao ato de lançamento do Comitê a partir das 9 horas. Por motivos de segurança, a entrada do grupo foi organizada a partir da Avenida Cerro Azul, com ruas fechadas pela Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e a Polícia Militar. Em virtude de a Câmara possuir espaço para cerca de 300 pessoas sentadas, diversos defensores do ex-presidente permaneceram de pé e até do lado de fora da Casa de Leis.

Durante o ato, figuras do Partido dos Trabalhadores de Maringá como os vereadores Carlos Mariucci e Mário Verri utilizaram do tempo de fala para informar sobre a importância do Comitê maringaense. A iniciativa foi deliberada pela Frente Brasil Popular nacional, para que todas as cidades do País de porte médio ou grande promovessem grupos locais para organização de protestos e mobilizações contra uma nova condenação de Lula. Em aproximadamente 150 municípios de todos os estados, nesse sábado foi realizado o “Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Democracia e do Direito de Lula ser Candidato”.

O projeto ocorre em virtude da proximidade com o segundo e mais importante julgamento referente a possíveis crimes cometidos pelo Chefe de Estado brasileiro entre os anos de 2003 e 2010. No próximo dia 24 ocorre o julgamento de apelação criminal na sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre (RS). Através do Comitê de Maringá, centenas de pessoas trabalharam para angariar recursos a fim de fretar ônibus para uma manifestação nacional na capital gaúcha para pressionar o judiciário pela absolvição de Lula. Segundo a executiva nacional do PT, 200 caravanas estão confirmadas para o Rio Grande do Sul.

Caso se confirme a segunda condenação para o caso, há a possibilidade de que o pré-candidato pelo PT fique inelegível. Apesar da necessidade da execução provisória da pena ser feita após o julgamento de todos os recursos do segundo grau, em dezembro de 2017, durante discussão sobre a Lei da Ficha Limpa, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) garantiram que se a decisão do TRF4 for a mesma do resultado do julgamento em primeira instância, em Curitiba, Lula não poderá participar do pleito de outubro. Com isso, faixas e cartazes fixadas na Câmara de Maringá afirmavam que “eleições sem Lula é fraude”.

Anti-Lula
Convocados pelo Patriotas de Maringá e o Movimento Brasil Livre (MBL), cerca de 1,5 mil manifestantes, segundo a PM, contrários ao ex-presidente compareceram ao contra-protesto mobilizado pelas redes sociais ao longo da semana. Como forma de lutar pela condenação de Lula e em defesa do juiz Sérgio Moro, responsável pelo parecer do primeiro revés do petista na Operação Lava Jato, os manifestantes vestidos majoritariamente de camisas amarelas com a bandeira do Brasil permaneceram alocados no estacionamento da Catedral, de frente para a Câmara. Cercados por policiais, o grupo ficou impedido de se aproximar do prédio.

Com caminhão de som, bandeiras do Brasil e até um guindaste para içar a foto de Moro, os manifestantes bradaram palavras de ordem contra o Partido dos Trabalhadores e pela prisão de Lula. Até o início do ato, em que as centenas de pessoas chegavam, tido como o momento mais propício para a possibilidade de distúrbios segundo a Polícia Militar, não houve qualquer confronto ou até mesmo troca de ofensas entre os grupos.

Matheus Gomes
Foto - Reprodução
 
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