Maringá, 18 de Outubro de 2018
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19.01.2018
Saúde alerta sobre sífilis e hanseníase
A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Saúde, amplia o alerta para os cuidados que a população deve tomar contra a sífilis e a hanseníase.

Como forma de conscientizar os maringaenses sobre as formas de prevenção, os sintomas e o tratamento desenvolvido pelo Sistema Único de Saúde, a partir do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) e as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s), orientação é que exames sejam feitos periodicamente. Aproximadamente 100 casos de sífilis foram detectados em 2017, enquanto a hanseníase, nos últimos dois anos, afetaram a vida de 18 pessoas.

Com maior foco no começo do ano, a iniciativa de orientar a testagem para as doenças diariamente de forma gratuita visa que a população compreenda a necessidade de que cuidados específicos devem ser tomados.

As recomendações variam desde o uso de preservativos em relações sexuais, contra a sífilis, até a necessidade de manter ambientes abertos e com boa ventilação, como no caso da hanseníase. Ao mesmo tempo em que a prevenção é recomendada, há também o objetivo de esclarecer a importância dos exames para que, em caso de contaminação, o tratamento se inicie o quanto antes, fato que amplia a possibilidade de cura sem qualquer tipo de sequela.

Sífilis
A sífilis é enquadrada como uma doença sexualmente transmissível (DST) provocada com uma bactéria que causa sintomas como uma úlcera, formas de lesões superficiais na pele, que se não tratadas podem avançar e se desenvolver para feridas mais profundas e perigosas. Considerada como “rara” pelo Ministério da Saúde, do Governo Federal, aproximadamente 150 mil brasileiros são diagnosticados com o vírus a cada ano.

Apesar da propagação ser feita principalmente pelo contato sexual desprotegido, outras formas de transmissão também são frequentemente identificadas no País.

A sífilis transmitida de uma pessoa a outra durante o sexo sem preservativos masculino ou feminino resulta no aparecimento de pequenas feridas nos órgãos sexuais ou ínguas nas virilhas entre sete a 20 dias após a prática sexual. Apesar de não coçar, arder, doer ou até mesmo apresentar pus, as feridas indicam quem o tratamento deve ser feito independentemente de em poucos dias estarem totalmente cicatrizadas ou até mesmo desaparecidas repentinamente.

Segundo o Ministério da Saúde, apesar do sumiço, isto não indica cura.
Se medicamentos não forem aplicados, aliado a outras práticas, o vírus permanece no organismo do indivíduo, fato que pode culminar no desenvolvimento e no reaparecimento tempos mais tardes, com sintomas ainda mais graves. A sífilis congênita, por exemplo, ocorre a partir do momento em que uma mulher grávida está infectada pela bactéria e pela ausência de tratamento adequado, o vírus é passado ao feto durante o desenvolvimento.

Nestas situações, mais graves que a doença comum, pode causar má-formação do feto, aborto ou a morte do bebê pouco tempo após o nascimento.

Caso a infecção não seja grave, ainda há a possibilidade da criança nos primeiros meses de vida desenvolver pneumonia, dentes deformados, cegueira, surdez, problemas nos ossos, limitações mentais e principalmente feridas pelo corpo. Sendo assim, também é extremamente recomendado que exames de sangue sejam feitos no primeiro trimestre de gravidez e outro no terceiro trimestre, semanas antes da previsão do parto.

Em ambos os casos a Secretaria Municipal de Saúde orienta a população para o teste rápido de sangue a fim de detectar a existência da doença. No CTA, localizado na Rua Tabaetê, esquina com a Rua Assunção, Jardim Novo Horizonte, o local oferece o teste de segunda a quinta-feira das 7h30 às 16h. Nas mais de 30 UBS’s, os exames são feitos durante o horário de funcionamento de cada local. De forma gratuita e indolor, o resultado é divulgado de forma sigilosa em aproximadamente 30 minutos.

Se o teste der positivo, o paciente é encaminhado para exames complementares, a fim de confirmar o diagnóstico inicial. Nestas situações, será indicado o tratamento com injeções de medicamentos, além de orientações como a impossibilidade de sexo sem preservativos.

Há a possibilidade dos parceiros sexuais também participarem do tratamento, como uma garantia de não-transmissão. Se diagnosticada ainda no início, antes dos avanços de estágios, o vírus não causa maiores danos à saúde do paciente.

Hanseníase
A hanseníase era popularmente conhecida nas últimas décadas como lepra, uma doença infecciosa causada por uma bactéria transmitida pelo ar. Apesar de a transmissão não ocorrer pelo contato com a pele e aproximadamente 90% da população brasileira estar totalmente imunizada contra o vírus, em 2016 o Ministério da Saúde constatou quase 30 mil novos casos. Como forma de buscar a redução para níveis ainda mais seguros, diversas entidades públicas e privadas desenvolvem campanhas nacionais de combate a hanseníase.

Neste mês, sob liderança da Sociedade Brasileira de Hansenologia e o Conselho Federal de Medicina (CFM), entre outras instituições, teve início a campanha Janeiro Roxo, como forma de conscientizar a população no geral sobre a ainda existente lepra e as formas de prevenção e tratamento.

A doença crônica e infectocontagiosa atinge primeiramente a pele e posteriormente nervos periféricos. Com isso, situações como a perda da sensibilidade nas mãos ou nos pés são os primeiros sinais de que a pessoa pode estar infectada.

Apesar da Prefeitura de Maringá não desenvolver campanhas específicas sobre o Janeiro Roxo, a Secretaria de Saúde oferece exames gratuitos para a detecção da doença e, em caso de confirmação, os tratamentos e orientações são disponibilizados pelas Unidades Básicas de Saúde de forma rápida para que em poucos meses o vírus seja controlado e o paciente não sofra com as sequelas. De acordo com a enfermeira Valéria Morais, além dos testes, o mais importante é que cada indivíduo se atente para alterações na pele. “É importante ficar atento. Se aparecer alguma mancha suspeita na pele, a pessoa precisa procurar a unidade o mais rápido possível”, garante em nota. Em Maringá, entre 2016 e 2017 foram registrados 18 casos confirmados da doença. Apesar do índice baixo, as orientações contra a hanseníase, bem como a sífilis, devem ser feitas anualmente.

Matheus Gomes
Foto - PMM
 
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