Maringá, 22 de Junho de 2018
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20.02.2018
Risco de infestação do mosquito da dengue é alto
A Secretaria Municipal de Saúde de Maringá divulgou ontem o primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (Lira) de 2018.

O resultado foi apresentado durante a reunião do Comitê de Mobilização Contra a Dengue, no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim). Na reunião, o secretário de Saúde, Jair Biatto, também apresentou o projeto de combate a dengue “Aedes do Bem”, (ainda em fase de análise). O objetivo é formar mosquitos transgêneros, (que não picam nem transmitem a doença), com o propósito de diminuir a proliferação do vetor.

O Índice Geral de Infestação Predial do Município de Maringá (IIP) - porcentagem equivalente sobre o total de imóveis onde foi encontrada a larva do mosquito - é de 3,6% o índice é 0,6% maior em relação ao primeiro boletim divulgado ano passado. A pesquisa foi realizada entre os dias 29 de janeiro a dois de fevereiro deste ano e constatou que as Zonas 1, 2 e 4, o bairro Cidade Jardim e Quebec, o Parque Residencial Eldorado e o das Bandeiras, são considerados os lugares com menor risco de infestação, com IIP de 0,7%.

Já os bairros com maior infestação são a Vila Morangueira, Vila Morangueira Ampliação e o Jardim Alvorada, com índice de 9,0%, seguidos do Parque da Gávea, Conjunto Residencial Cidade Alta e Parque Tarumã com 8,6% e pela Zona 5, Zona 6, Conjunto Residencial Inocente Vilanova e Jardim Iguaçu com 5,3%. Outros 32 locais, compõem a área de risco iminente de infestação do mosquito da dengue.

Para Biatto o número está dentro das normalidades, por se tratar de um período chuvoso. “No decorrer do ano, os números diminuem”, disse. No entanto, a porcentagem é muito acima do aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que estabelece nível de infestação abaixo de 1%.

A Secretaria de Saúde justifica ainda que o Lira de Maringá, de 3,6%, é baixo se comparado com cidades como Londrina (12,1%), Campo Mourão (8,9%), Guaíra (8,4%), Umuarama (6,3) e Cascavel (5,8%). Em 2017, o primeiro Lira registrou 3%, com 236 casos notificados e cinco positivos. Nos primeiros meses deste ano, foram registrados 217 casos, sendo um positivo. O mosquito que transmite a dengue também é vetor de outras doenças como a Febre Chikinguya, Zika e a Febre Amarela.

ÍNDICE
O Lira revela o índice de infestação predial e é utilizado para definir o parâmetro de risco no bairro e, para cada nível de porcentagem é atribuído um valor. Quando o índice de infestação registrado é de até 0,9%, a possibilidade de infestação é considerada baixa. Quando a porcentagem registrada está entre 1% a 3,9% é atribuído risco médio, acima de 4%, o índice demonstra alta probabilidade de infestação.

CRIADOUROS
Os principais criadouros do mosquito são o lixo intradomiciliar (primeiro lugar), vasos de planta (segundo lugar), barris e tinas (terceiro lugar), bem como depósitos fixos e naturais, pneus e caixa d′água. A partir do resultado, serão intensificadas as ações de orientação e vistoria nos lugares com maior risco.

PROGRAMA ‘AEDES DO BEM’
De acordo com Biatto, o projeto que usa o “Aedes do Bem” pode reduzir em até 80% os índices de infestação. A iniciativa já funciona em Piracicaba (SP), com números considerados positivos. A intervenção consiste em produzir machos transgêneros (não picam, nem transmitem dengue) em laboratórios e soltá-los onde há maior incidência de casos. Após a liberação, o mosquito procurará cruzar com uma fêmea selvagem da espécie Aedes Aegypti, gerando um filhote que não chegará à fase adulta.

Outra possibilidade é a de identificar se o mosquito é ou não geneticamente alterado. Após o início do projeto, a previsão é que a cada 10 mosquitos encontrados, oito sejam transgênicos.

PROGRAMA BOTA FORA
O programa que ano passado foi utilizado como estratégia para combater os potenciais criadouros do mosquito Aedes Aegypti e era responsável pelo recolhimento de entulhos, móveis inutilizados, eletrodomésticos, colchões, entre outros está temporariamente suspenso. Os materiais recolhidos eram levados à Pedreira Municipal, que não pode receber entulhos. O vereador Homero Marchese denunciou ainda a possível queima de materiais no local, que foi impedido de receber outros descartes pelo IAP e Ministério Público, além disso, a prefeitura foi multada e recorre da pena junto aos órgãos fiscalizadores. Em entrevistas, o secretário municipal dos Serviços Públicos, Vagner de Oliveira, afirmou que a denúncia é infundada.

Cláudio Santos
Foto - Reprodução
 
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